As definições convergem para alguns componentes centrais:
É importante distinguir regulação de repressão. A regulação emocional não significa negar ou sufocar as emoções, mas sim gerenciar quando e como elas aparecem, bem como sua intensidade. O conceito é mais amplo do que simplesmente "controlar as emoções": ele pode abarcar tanto mudanças na emoção propriamente dita quanto alterações em outros processos psicológicos e interações sociais ligados a ela.
No caso das crianças pequenas, a regulação emocional costuma começar como um processo compartilhado com um adulto (corregulação) e, progressivamente, caminha em direção à autorregulação. A literatura sobre parentalidade e cuidadores aponta que essa transição está relacionada ao desenvolvimento gradual de formas mais reflexivas de a criança regular suas próprias emoções. A capacidade de regular as emoções também é considerada um elo fundamental entre as experiências iniciais e o florescimento posterior da criança.
Uma sugestão de parágrafo-padrão para a revisão de literatura é:
A regulação emocional é a capacidade de o indivíduo, após o despertar de uma emoção, utilizar processos internos e externos para monitorar, avaliar e modificar suas reações emocionais. Na perspectiva de Eisenberg e colaboradores, a autorregulação relacionada à emoção envolve redirecionar, controlar, ajustar e modificar a excitação emocional, permitindo um funcionamento adaptativo nas situações emocionalmente significativas. Cole e sua equipe, por sua vez, entendem que a regulação emocional se refere a mudanças ligadas a emoções ativadas, que podem ocorrer tanto na emoção em si quanto em outros processos, como memória e interação social. Assim, a regulação emocional não é sinônimo de repressão, mas diz respeito ao ajuste da intensidade, da expressão e das respostas comportamentais conforme as exigências da situação.
As definições convergem para alguns componentes centrais:
É importante distinguir regulação de repressão. A regulação emocional não significa negar ou sufocar as emoções, mas sim gerenciar quando e como elas aparecem, bem como sua intensidade. O conceito é mais amplo do que simplesmente "controlar as emoções": ele pode abarcar tanto mudanças na emoção propriamente dita quanto alterações em outros processos psicológicos e interações sociais ligados a ela.
No caso das crianças pequenas, a regulação emocional costuma começar como um processo compartilhado com um adulto (corregulação) e, progressivamente, caminha em direção à autorregulação. A literatura sobre parentalidade e cuidadores aponta que essa transição está relacionada ao desenvolvimento gradual de formas mais reflexivas de a criança regular suas próprias emoções. A capacidade de regular as emoções também é considerada um elo fundamental entre as experiências iniciais e o florescimento posterior da criança.
Uma sugestão de parágrafo-padrão para a revisão de literatura é:
A regulação emocional é a capacidade de o indivíduo, após o despertar de uma emoção, utilizar processos internos e externos para monitorar, avaliar e modificar suas reações emocionais. Na perspectiva de Eisenberg e colaboradores, a autorregulação relacionada à emoção envolve redirecionar, controlar, ajustar e modificar a excitação emocional, permitindo um funcionamento adaptativo nas situações emocionalmente significativas. Cole e sua equipe, por sua vez, entendem que a regulação emocional se refere a mudanças ligadas a emoções ativadas, que podem ocorrer tanto na emoção em si quanto em outros processos, como memória e interação social. Assim, a regulação emocional não é sinônimo de repressão, mas diz respeito ao ajuste da intensidade, da expressão e das respostas comportamentais conforme as exigências da situação.