No início de 2026, o índice já havia atingido -167,8 no começo de fevereiro — seu nível mais baixo desde dezembro de 2024 — enquanto os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA passaram de compradores líquidos de 46 mil BTC em 2025 para vendedores líquidos de 10,6 mil BTC em 2026 . O índice chegou a ficar positivo por alguns dias no final de fevereiro e início de março, interrompendo uma sequência negativa anterior de 40 dias, mas as leituras positivas foram passageiras e o índice rapidamente voltou ao território negativo . No final de junho, a sequência já havia se estendido para 44 dias, superando todos os recordes anteriores.
Os mineradores de Bitcoin estão enfrentando sua pressão financeira mais severa em anos. O JPMorgan estima o custo médio total de produção do Bitcoin em aproximadamente US$ 78 mil por BTC, enquanto os preços à vista têm negociado perto de US$ 62 mil–US$ 63 mil por um período prolongado . Isso significa que os mineradores estão vendendo cada moeda com prejuízo há cinco meses consecutivos — uma condição que o JPMorgan considera inédita para a década atual .
Como resultado, cerca de 15% a 20% de todos os mineradores do mundo estão operando no vermelho . As empresas de mineração norte-americanas de capital aberto — incluindo MARA, CleanSpark, Riot Platforms, Cango, Core Scientific e Bitdeer — venderam mais de 32 mil BTC apenas no primeiro trimestre de 2026, superando o total liquidado em todo o ano de 2025 . Esse volume também excedeu os cerca de 20 mil BTC vendidos durante o colapso da Terra-Luna no segundo trimestre de 2022, estabelecendo um novo recorde trimestral de vendas por mineradores .
O hashprice — principal métrica que mede a receita diária de mineração por unidade de hashrate — caiu para a faixa de US$ 28 a US$ 35 por PH/s por dia no primeiro trimestre de 2026, abaixo do ponto de equilíbrio de aproximadamente US$ 35 . A CoinShares informou que o custo médio ponderado em caixa para produzir um Bitcoin entre os mineradores de capital aberto subiu para aproximadamente US$ 79.995 no quarto trimestre de 2025, e observou três ajustes consecutivos de dificuldade negativa no início de 2026 — a primeira sequência desse tipo desde julho de 2022 — sinalizando capitulação dos mineradores . Essa venda forçada dos mineradores adiciona pressão constante de oferta sobre o preço do Bitcoin.
Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, emitiu um alerta contundente com base em dados on-chain. Ele prevê que a atual fase baixista pode se estender até o primeiro trimestre de 2027, citando o Sinal do Índice PnL da CryptoQuant, que mostra que, após o início da realização de lucros e o desencadeamento de uma reação em cadeia, as métricas de lucratividade dos investidores de Bitcoin normalmente declinam por aproximadamente 18 meses . Como essa tendência mudou em outubro de 2025, Ju argumenta que o mercado baixista pode durar até o início de 2027 . Ele enfatiza que uma verdadeira reversão ocorrerá apenas quando os lucros não realizados começarem a subir novamente e os lucros realizados começarem a cair — uma condição que ainda não apareceu .
Ju também destaca uma mudança estrutural no mercado: a rotação tradicional do Bitcoin para altcoins colapsou para seu nível mais fraco desde 2021 . Os volumes de negociação de altcoins em pares com BTC estão em mínimas de vários anos, e as vendas à vista de altcoins atingiram uma máxima de cinco anos, sugerindo o fim da dinâmica clássica de "altseason" . Ele afirmou que 99,9% das altcoins devem ser rejeitadas em favor de tokens DeFi e de ativos do mundo real (RWA) com receita real . A concentração de capital em Bitcoin e ativos de grande capitalização, combinada com sinais de demanda enfraquecidos, levou Ju a descrever o consenso dos analistas como "amplamente baixista" . Isso é apoiado pelo índice bear score da CryptoQuant, que permaneceu na faixa de 0 a 10 (em uma escala de 0 a 100) por cerca de seis semanas, indicando condições de mercado extremamente fracas .
O Bitcoin atingiu uma máxima histórica perto de US$ 126 mil–US$ 126,2 mil em outubro de 2025 . No início de fevereiro de 2026, já havia perdido mais da metade de seu valor em uma queda de um único dia, caindo para aproximadamente US$ 60 mil e registrando US$ 3,2 bilhões em perdas realizadas em 24 horas — o maior evento de perda em um único dia na história do Bitcoin .
No final de junho de 2026, o Bitcoin está sendo negociado em torno de US$ 63 mil–US$ 64 mil, representando aproximadamente uma queda de 50% em relação ao seu pico . O mercado total de criptomoedas contraiu-se aproximadamente 48% em relação ao seu pico, para cerca de US$ 2,46 trilhões . No início de junho, o Bitcoin caiu brevemente abaixo de US$ 60 mil, marcando seu ponto mais baixo desde outubro de 2024 . O Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index) caiu para 5 — sua leitura mais baixa de todos os tempos — durante o crash de fevereiro .
Os maiores detentores de Bitcoin — baleias e investidores institucionais — acumularam US$ 30,9 bilhões em perdas totais apenas no primeiro trimestre de 2026, sangrando US$ 337 milhões por dia . Pela primeira vez na história de 14 anos do Bitcoin, o ano pós-halving (2025) fechou em território negativo, declinando aproximadamente 6% no ano, apesar de ter atingido novas máximas históricas em outubro .
A combinação de vendas institucionais persistentes (prêmio negativo por 44 dias), mineradores vendendo com prejuízo por cinco meses consecutivos, uma dinâmica de rotação de altcoins em frangalhos e sinais fracos de demanda significa que o mercado ainda não mostrou os padrões típicos de capitulação ou acumulação que marcam um fundo de ciclo. A queda acentuada no hashrate e as condições sustentadas de mineração abaixo do custo sugerem maior sofrimento dos mineradores e potencial pressão adicional de baixa.
Julio Moreno, chefe de pesquisa da CryptoQuant, afirmou que o Bitcoin está em uma clara fase baixista, com os principais indicadores de demanda e liquidez sugerindo fraqueza, e que o processo de formação de um fundo pode levar meses, não semanas . O veterano trader Peter Brandt observou no início de junho de 2026 que o Bitcoin atingiu seu alvo inicial de queda desde a mínima de fevereiro, mas não espera um fundo negociável até setembro–outubro de 2026 .
Em resumo, o recorde de 44 dias negativos do Índice de Prêmio Bitcoin da Coinbase não é um ponto de dados isolado — é um sintoma de um mercado mais amplo sob forte estresse, decorrente do desinteresse institucional, de mineradores em dificuldades e de mudanças estruturais na rotação de capital. Sem um fundo claro confirmado por dados on-chain ou de preço, o caminho de menor resistência continua sendo o de queda.
No início de 2026, o índice já havia atingido -167,8 no começo de fevereiro — seu nível mais baixo desde dezembro de 2024 — enquanto os ETFs de Bitcoin à vista dos EUA passaram de compradores líquidos de 46 mil BTC em 2025 para vendedores líquidos de 10,6 mil BTC em 2026 . O índice chegou a ficar positivo por alguns dias no final de fevereiro e início de março, interrompendo uma sequência negativa anterior de 40 dias, mas as leituras positivas foram passageiras e o índice rapidamente voltou ao território negativo . No final de junho, a sequência já havia se estendido para 44 dias, superando todos os recordes anteriores.
Os mineradores de Bitcoin estão enfrentando sua pressão financeira mais severa em anos. O JPMorgan estima o custo médio total de produção do Bitcoin em aproximadamente US$ 78 mil por BTC, enquanto os preços à vista têm negociado perto de US$ 62 mil–US$ 63 mil por um período prolongado . Isso significa que os mineradores estão vendendo cada moeda com prejuízo há cinco meses consecutivos — uma condição que o JPMorgan considera inédita para a década atual .
Como resultado, cerca de 15% a 20% de todos os mineradores do mundo estão operando no vermelho . As empresas de mineração norte-americanas de capital aberto — incluindo MARA, CleanSpark, Riot Platforms, Cango, Core Scientific e Bitdeer — venderam mais de 32 mil BTC apenas no primeiro trimestre de 2026, superando o total liquidado em todo o ano de 2025 . Esse volume também excedeu os cerca de 20 mil BTC vendidos durante o colapso da Terra-Luna no segundo trimestre de 2022, estabelecendo um novo recorde trimestral de vendas por mineradores .
O hashprice — principal métrica que mede a receita diária de mineração por unidade de hashrate — caiu para a faixa de US$ 28 a US$ 35 por PH/s por dia no primeiro trimestre de 2026, abaixo do ponto de equilíbrio de aproximadamente US$ 35 . A CoinShares informou que o custo médio ponderado em caixa para produzir um Bitcoin entre os mineradores de capital aberto subiu para aproximadamente US$ 79.995 no quarto trimestre de 2025, e observou três ajustes consecutivos de dificuldade negativa no início de 2026 — a primeira sequência desse tipo desde julho de 2022 — sinalizando capitulação dos mineradores . Essa venda forçada dos mineradores adiciona pressão constante de oferta sobre o preço do Bitcoin.
Ki Young Ju, CEO da CryptoQuant, emitiu um alerta contundente com base em dados on-chain. Ele prevê que a atual fase baixista pode se estender até o primeiro trimestre de 2027, citando o Sinal do Índice PnL da CryptoQuant, que mostra que, após o início da realização de lucros e o desencadeamento de uma reação em cadeia, as métricas de lucratividade dos investidores de Bitcoin normalmente declinam por aproximadamente 18 meses . Como essa tendência mudou em outubro de 2025, Ju argumenta que o mercado baixista pode durar até o início de 2027 . Ele enfatiza que uma verdadeira reversão ocorrerá apenas quando os lucros não realizados começarem a subir novamente e os lucros realizados começarem a cair — uma condição que ainda não apareceu .
Ju também destaca uma mudança estrutural no mercado: a rotação tradicional do Bitcoin para altcoins colapsou para seu nível mais fraco desde 2021 . Os volumes de negociação de altcoins em pares com BTC estão em mínimas de vários anos, e as vendas à vista de altcoins atingiram uma máxima de cinco anos, sugerindo o fim da dinâmica clássica de "altseason" . Ele afirmou que 99,9% das altcoins devem ser rejeitadas em favor de tokens DeFi e de ativos do mundo real (RWA) com receita real . A concentração de capital em Bitcoin e ativos de grande capitalização, combinada com sinais de demanda enfraquecidos, levou Ju a descrever o consenso dos analistas como "amplamente baixista" . Isso é apoiado pelo índice bear score da CryptoQuant, que permaneceu na faixa de 0 a 10 (em uma escala de 0 a 100) por cerca de seis semanas, indicando condições de mercado extremamente fracas .
O Bitcoin atingiu uma máxima histórica perto de US$ 126 mil–US$ 126,2 mil em outubro de 2025 . No início de fevereiro de 2026, já havia perdido mais da metade de seu valor em uma queda de um único dia, caindo para aproximadamente US$ 60 mil e registrando US$ 3,2 bilhões em perdas realizadas em 24 horas — o maior evento de perda em um único dia na história do Bitcoin .
No final de junho de 2026, o Bitcoin está sendo negociado em torno de US$ 63 mil–US$ 64 mil, representando aproximadamente uma queda de 50% em relação ao seu pico . O mercado total de criptomoedas contraiu-se aproximadamente 48% em relação ao seu pico, para cerca de US$ 2,46 trilhões . No início de junho, o Bitcoin caiu brevemente abaixo de US$ 60 mil, marcando seu ponto mais baixo desde outubro de 2024 . O Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index) caiu para 5 — sua leitura mais baixa de todos os tempos — durante o crash de fevereiro .
Os maiores detentores de Bitcoin — baleias e investidores institucionais — acumularam US$ 30,9 bilhões em perdas totais apenas no primeiro trimestre de 2026, sangrando US$ 337 milhões por dia . Pela primeira vez na história de 14 anos do Bitcoin, o ano pós-halving (2025) fechou em território negativo, declinando aproximadamente 6% no ano, apesar de ter atingido novas máximas históricas em outubro .
A combinação de vendas institucionais persistentes (prêmio negativo por 44 dias), mineradores vendendo com prejuízo por cinco meses consecutivos, uma dinâmica de rotação de altcoins em frangalhos e sinais fracos de demanda significa que o mercado ainda não mostrou os padrões típicos de capitulação ou acumulação que marcam um fundo de ciclo. A queda acentuada no hashrate e as condições sustentadas de mineração abaixo do custo sugerem maior sofrimento dos mineradores e potencial pressão adicional de baixa.
Julio Moreno, chefe de pesquisa da CryptoQuant, afirmou que o Bitcoin está em uma clara fase baixista, com os principais indicadores de demanda e liquidez sugerindo fraqueza, e que o processo de formação de um fundo pode levar meses, não semanas . O veterano trader Peter Brandt observou no início de junho de 2026 que o Bitcoin atingiu seu alvo inicial de queda desde a mínima de fevereiro, mas não espera um fundo negociável até setembro–outubro de 2026 .
Em resumo, o recorde de 44 dias negativos do Índice de Prêmio Bitcoin da Coinbase não é um ponto de dados isolado — é um sintoma de um mercado mais amplo sob forte estresse, decorrente do desinteresse institucional, de mineradores em dificuldades e de mudanças estruturais na rotação de capital. Sem um fundo claro confirmado por dados on-chain ou de preço, o caminho de menor resistência continua sendo o de queda.