Em 26 de julho de 2026, forças israelenses entraram nas aldeias de Maariyah (Maariya) e al Arda (Al Ardah), na bacia do Yarmouk, oeste de Daraa, com três veículos militares e uma escavadeira, abrindo uma estrada e mon... A incursão ocorreu um dia após o secretário geral da ONU, António Guterres, durante sua primeira...

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Em 26 de julho de 2026, forças israelenses realizaram uma incursão terrestre no sudoeste da Síria, entrando em duas aldeias na região da Bacia do Yarmouk, no oeste da província de Daraa. A operação ocorreu um dia depois de o secretário-geral da ONU, António Guterres, durante sua primeira visita a Damasco, condenar as violações israelenses à soberania síria.
De acordo com a agência de notícias estatal síria SANA, forças israelenses invadiram as aldeias de Maariyah (Maariya) e al-Arda (Al-Ardah/Al-Aridah) antes do amanhecer de domingo.
A força de incursão era composta por três veículos militares e uma escavadeira. Os soldados abriram uma estrada na área e estabeleceram um posto de controle militar em al-Ardah.
Forças israelenses também bombardearam áreas nas províncias de Quneitra e Daraa em conjunto com o movimento terrestre.
O canal sírio Al-Ekhbariya e a SANA relataram a operação como a mais recente de um padrão crescente de atividade terrestre israelense na Bacia do Yarmouk.
Em 25 de julho de 2026, durante uma visita de dois dias a Damasco — a primeira como chefe da ONU — António Guterres criticou explicitamente as ações de Israel no sul da Síria. Guterres afirmou que "qualquer violação da integridade territorial da Síria é inaceitável" e enfatizou que as Colinas de Golã são território sírio.
Ele pediu à comunidade internacional que apoie o povo sírio e instou o fim das violações israelenses.
Em 26 de julho, Guterres foi além, anunciando que a ONU apresentaria um relatório detalhado ao Conselho de Segurança sobre as violações israelenses na Síria ainda naquele mês, classificando as violações da soberania síria como "inaceitáveis" e pedindo o cumprimento do Acordo de Separação de Forças de 1974.
Após o colapso do regime de Assad em dezembro de 2024, Israel intensificou dramaticamente sua postura militar dentro da Síria:
A incursão de 26 de julho não é, portanto, um evento isolado, mas o mais recente de uma persistente campanha israelense em várias frentes — incursões terrestres, bombardeios e consolidação territorial — que continua ininterrupta há mais de 19 meses desde a queda de Assad.
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Em 26 de julho de 2026, forças israelenses entraram nas aldeias de Maariyah (Maariya) e al Arda (Al Ardah), na bacia do Yarmouk, oeste de Daraa, com três veículos militares e uma escavadeira, abrindo uma estrada e mon...
Em 26 de julho de 2026, forças israelenses entraram nas aldeias de Maariyah (Maariya) e al Arda (Al Ardah), na bacia do Yarmouk, oeste de Daraa, com três veículos militares e uma escavadeira, abrindo uma estrada e mon... A incursão ocorreu um dia após o secretário geral da ONU, António Guterres, durante sua primeira visita a Damasco, declarar que 'qualquer violação da integridade territorial da Síria é inaceitável' e que as Colinas de...
Guterres anunciou em 26 de julho que a ONU apresentará um relatório detalhado ao Conselho de Segurança sobre as violações israelenses, instando Israel a cumprir o Acordo de Separação de Forças de 1974.