Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern... O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexi...
Publicado porEditado com DeepSeek-V4-FlashImagens geradas com GPT Image 1.5
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern...
O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexical' do arquivo (dentro do projeto) para liberar a importação, mas segue o symlink para ler um arquivo externo, sem exibi...
A Anthropic classificou o relatório como 'Informativo' e não o tratou como vulnerabilidade de segurança, argumentando que o diálogo de 'confiar nesta pasta' já cobre o risco.
Este é o segundo erro no ecossistema Claude em uma semana, e a mesma falha de segurança relacionada a symlinks já havia sido corrigida duas vezes antes no subsistema de permissões do Claude Code, mas nunca no carregad...
Search & fact-check with cited sources for What security vulnerability did Tego AI disclose in Anthropic's Claude Code in July 2026, how doeAI-generated illustration of a symlink bypassing security checks, representing the provenance mismatch vulnerability in Claude Code's memory loader.
Prompt de IA
Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: Search & fact-check with cited sources for What security vulnerability did Tego AI disclose in Anthropic's Claude Code in July 2026, how doe. Article summary: Now I have comprehensive sources. Let me compile the full answer.. Topic tags: general, government, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails, icons, and tiny thumbnail layouts. Make it useful as an illustrative visual, not as factual evidence.
openai.com
Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente
Em 24 de julho de 2026, a empresa de segurança cibernética Tego AI divulgou uma vulnerabilidade no Claude Code, a ferramenta de codificação baseada em IA da Anthropic. A falha permite que um repositório malicioso, ao ser clonado por um desenvolvedor, extraia arquivos do computador da vítima de forma silenciosa, sem qualquer aviso ou solicitação de aprovação .
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Qual é a resposta curta para "Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente"?
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern...
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern... O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexical' do arquivo (dentro do projeto) para liberar a importação, mas segue o symlink para ler um arquivo externo, sem exibi...
O que devo fazer a seguir na prática?
A Anthropic classificou o relatório como 'Informativo' e não o tratou como vulnerabilidade de segurança, argumentando que o diálogo de 'confiar nesta pasta' já cobre o risco.
Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern... O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexi...
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O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexical' do arquivo (dentro do projeto) para liberar a importação, mas segue o symlink para ler um arquivo externo, sem exibi...
A Anthropic classificou o relatório como 'Informativo' e não o tratou como vulnerabilidade de segurança, argumentando que o diálogo de 'confiar nesta pasta' já cobre o risco.
Este é o segundo erro no ecossistema Claude em uma semana, e a mesma falha de segurança relacionada a symlinks já havia sido corrigida duas vezes antes no subsistema de permissões do Claude Code, mas nunca no carregad...
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Prompt de IA
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Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente
Em 24 de julho de 2026, a empresa de segurança cibernética Tego AI divulgou uma vulnerabilidade no Claude Code, a ferramenta de codificação baseada em IA da Anthropic. A falha permite que um repositório malicioso, ao ser clonado por um desenvolvedor, extraia arquivos do computador da vítima de forma silenciosa, sem qualquer aviso ou solicitação de aprovação .
Studio Global AI
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Qual é a resposta curta para "Vulnerabilidade no Claude Code: como um arquivo CLAUDE.md pode roubar seus dados silenciosamente"?
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern...
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 24 de julho de 2026, a Tego AI revelou uma vulnerabilidade no Claude Code, da Anthropic: um arquivo CLAUDE.md com uma diretiva @import apontando para um link simbólico dentro do repositório pode ler arquivos extern... O ataque explora uma 'incompatibilidade de proveniência': o Claude Code verifica o caminho 'lexical' do arquivo (dentro do projeto) para liberar a importação, mas segue o symlink para ler um arquivo externo, sem exibi...
O que devo fazer a seguir na prática?
A Anthropic classificou o relatório como 'Informativo' e não o tratou como vulnerabilidade de segurança, argumentando que o diálogo de 'confiar nesta pasta' já cobre o risco.
A vulnerabilidade explora uma incompatibilidade de proveniência na forma como o Claude Code processa arquivos de instrução. O ataque segue estes passos:
Um repositório malicioso contém um arquivo CLAUDE.md com aparência normal, mas com uma diretiva @import apontando para um arquivo dentro do repositório — por exemplo, @./link.
Esse arquivo (link) é, na verdade, um link simbólico (armazenado no Git) que aponta para um arquivo fora do repositório, como /etc/passwd ou ../../../../home/usuario/.ssh/id_rsa. O Git preserva symlinks durante a clonagem .
Quando o desenvolvedor clona o repositório e inicia o Claude Code, o carregador de memória lê o CLAUDE.md e encontra a importação @./link. Ele verifica se o caminho lexical (./link) está dentro do projeto — e está —, então a importação é classificada como "interna" e nenhum diálogo de aprovação é exibido .
O carregador então segue o symlink para o arquivo de destino fora do projeto, lê seu conteúdo e o coloca no contexto inicial do modelo de IA .
O conteúdo sai da máquina na primeira requisição enviada para a API da Anthropic — antes que o modelo tome qualquer ação e sem que nenhuma chamada de ferramenta seja visível ao usuário .
Opcionalmente, uma configuração conhecida como ANTHROPIC_BASE_URL no repositório pode redirecionar a requisição para um servidor controlado pelo atacante, completando a exfiltração .
O ponto crucial da descoberta não é que o Claude Code segue symlinks — isso é documentado e intencional. A novidade é a burla do consentimento: a verificação de importação externa é feita no caminho não resolvido, a leitura opera no caminho resolvido, e o carregador de memória nunca recebeu a correção de resolução de symlink que foi aplicada em duas vulnerabilidades anteriores .
A resposta da Anthropic
A Tego AI reportou o problema através do HackerOne em julho de 2026. A Anthropic fechou o relatório como "Informativo" — ou seja, não o tratou como uma vulnerabilidade de segurança dentro do seu modelo de ameaças atual .
A justificativa da Anthropic: em seu modelo, o diálogo "confiar nesta pasta" é a fronteira de segurança. Aceitar esse diálogo já concede ao projeto amplo acesso de leitura, edição e execução. A Tego AI não contesta que a Anthropic aplica esse modelo de forma consistente, mas argumenta que a descoberta ainda é relevante porque os dados saem da máquina de forma automática, silenciosa e sem o conhecimento do usuário .
Vale notar que o mesmo padrão de falha — verificar o symlink vs. a regra de segurança — já havia sido corrigido duas vezes antes no subsistema de permissões do Claude Code:
CVE-2025-59829 (corrigido em setembro de 2025): bypass de regras de negação via symlink em permissões de arquivos
CVE-2026-25724 (corrigido em janeiro de 2026): o mesmo padrão novamente, bypass de regras de negação via symlinks
Ambas as correções anteriores resolviam o symlink antes de verificar as permissões — mas essa correção nunca foi aplicada ao caminho do carregador de memória .
Um padrão mais amplo: falhas no ecossistema Claude e segurança de ferramentas de IA
A divulgação da Tego AI é a segunda falha no ecossistema Claude em uma semana. Em 14 de julho de 2026, a Tego revelou que a integração do Claude Tag com o Slack poderia ser acionada pelo texto simples @Claude em qualquer mensagem, potencialmente permitindo ações empresariais não autorizadas .
Além do trabalho da Tego, o Claude Code acumulou pelo menos 28 CVEs em aproximadamente um ano de existência, incluindo:
Duas falhas críticas de escape de sandbox (CVSS 10.0): CVE-2026-39861 (escape de sandbox via symlink) e CVE-2026-25725 (bypass de sandbox via settings.json)
CVE-2026-46406 (junho de 2026): o comando /copy gravava respostas em um caminho temporário de leitura mundial /tmp/claude/response.md, permitindo que qualquer usuário local lesse segredos
Pesquisa da Check Point (fevereiro de 2026): falhas críticas (CVE-2025-59536, CVE-2026-21852) que permitiam execução remota de código e roubo de chaves de API através de arquivos de configuração maliciosos no repositório
Pesquisas em toda a indústria mostram que isso não é exclusivo da Anthropic:
GhostApproval (Wiz, julho de 2026): Falhas de symlink em seis assistentes de codificação com IA (Amazon Q Developer, Anthropic, Cursor, Google Gemini, GitHub Copilot, Vercel) permitiam que um repositório malicioso fizesse a ferramenta escrever em um arquivo sensível enquanto o usuário aprovava a escrita em um inofensivo
SymJack (Adversa AI, maio de 2026): Um único ataque de sequestro de symlink que alcançava execução remota de código em seis produtos (Claude Code, Gemini CLI, Cursor, Copilot, Grok Build, Codex CLI). O usuário aprova uma cópia de arquivo; o kernel escreve em outro lugar
TrustFall (Adversa AI, maio de 2026): Servidores MCP definidos pelo repositório são executados automaticamente assim que o usuário aceita o prompt de confiança na pasta
A tensão arquitetural subjacente é consistente em toda a indústria: agentes de codificação com IA precisam de amplo acesso ao sistema de arquivos, shell e rede para serem úteis — mas esse acesso elevado é o mesmo privilégio que um atacante precisa. Cada escape de sandbox, path traversal e bypass de diálogo de confiança decorre desse mesmo desafio . A superfície de ataque não está diminuindo; novos recursos adicionam novos vetores mais rápido do que os existentes são corrigidos.
Conclusão
A vulnerabilidade no Claude Code, divulgada pela Tego AI, expõe uma falha crítica de segurança que pode passar despercebida por desenvolvedores desatentos. Embora a Anthropic não a considere uma vulnerabilidade, o fato de dados confidenciais poderem ser extraídos silenciosamente ressalta a importância de uma postura de segurança proativa ao usar ferramentas de IA. A comunidade de segurança continua a descobrir e relatar esses problemas, destacando a necessidade de uma colaboração contínua entre pesquisadores e empresas para garantir a segurança dos usuários.
A vulnerabilidade explora uma incompatibilidade de proveniência na forma como o Claude Code processa arquivos de instrução. O ataque segue estes passos:
Um repositório malicioso contém um arquivo CLAUDE.md com aparência normal, mas com uma diretiva @import apontando para um arquivo dentro do repositório — por exemplo, @./link.
Esse arquivo (link) é, na verdade, um link simbólico (armazenado no Git) que aponta para um arquivo fora do repositório, como /etc/passwd ou ../../../../home/usuario/.ssh/id_rsa. O Git preserva symlinks durante a clonagem .
Quando o desenvolvedor clona o repositório e inicia o Claude Code, o carregador de memória lê o CLAUDE.md e encontra a importação @./link. Ele verifica se o caminho lexical (./link) está dentro do projeto — e está —, então a importação é classificada como "interna" e nenhum diálogo de aprovação é exibido .
O carregador então segue o symlink para o arquivo de destino fora do projeto, lê seu conteúdo e o coloca no contexto inicial do modelo de IA .
O conteúdo sai da máquina na primeira requisição enviada para a API da Anthropic — antes que o modelo tome qualquer ação e sem que nenhuma chamada de ferramenta seja visível ao usuário .
Opcionalmente, uma configuração conhecida como ANTHROPIC_BASE_URL no repositório pode redirecionar a requisição para um servidor controlado pelo atacante, completando a exfiltração .
O ponto crucial da descoberta não é que o Claude Code segue symlinks — isso é documentado e intencional. A novidade é a burla do consentimento: a verificação de importação externa é feita no caminho não resolvido, a leitura opera no caminho resolvido, e o carregador de memória nunca recebeu a correção de resolução de symlink que foi aplicada em duas vulnerabilidades anteriores .
A resposta da Anthropic
A Tego AI reportou o problema através do HackerOne em julho de 2026. A Anthropic fechou o relatório como "Informativo" — ou seja, não o tratou como uma vulnerabilidade de segurança dentro do seu modelo de ameaças atual .
A justificativa da Anthropic: em seu modelo, o diálogo "confiar nesta pasta" é a fronteira de segurança. Aceitar esse diálogo já concede ao projeto amplo acesso de leitura, edição e execução. A Tego AI não contesta que a Anthropic aplica esse modelo de forma consistente, mas argumenta que a descoberta ainda é relevante porque os dados saem da máquina de forma automática, silenciosa e sem o conhecimento do usuário .
Vale notar que o mesmo padrão de falha — verificar o symlink vs. a regra de segurança — já havia sido corrigido duas vezes antes no subsistema de permissões do Claude Code:
CVE-2025-59829 (corrigido em setembro de 2025): bypass de regras de negação via symlink em permissões de arquivos
CVE-2026-25724 (corrigido em janeiro de 2026): o mesmo padrão novamente, bypass de regras de negação via symlinks
Ambas as correções anteriores resolviam o symlink antes de verificar as permissões — mas essa correção nunca foi aplicada ao caminho do carregador de memória .
Um padrão mais amplo: falhas no ecossistema Claude e segurança de ferramentas de IA
A divulgação da Tego AI é a segunda falha no ecossistema Claude em uma semana. Em 14 de julho de 2026, a Tego revelou que a integração do Claude Tag com o Slack poderia ser acionada pelo texto simples @Claude em qualquer mensagem, potencialmente permitindo ações empresariais não autorizadas .
Além do trabalho da Tego, o Claude Code acumulou pelo menos 28 CVEs em aproximadamente um ano de existência, incluindo:
Duas falhas críticas de escape de sandbox (CVSS 10.0): CVE-2026-39861 (escape de sandbox via symlink) e CVE-2026-25725 (bypass de sandbox via settings.json)
CVE-2026-46406 (junho de 2026): o comando /copy gravava respostas em um caminho temporário de leitura mundial /tmp/claude/response.md, permitindo que qualquer usuário local lesse segredos
Pesquisa da Check Point (fevereiro de 2026): falhas críticas (CVE-2025-59536, CVE-2026-21852) que permitiam execução remota de código e roubo de chaves de API através de arquivos de configuração maliciosos no repositório
Pesquisas em toda a indústria mostram que isso não é exclusivo da Anthropic:
GhostApproval (Wiz, julho de 2026): Falhas de symlink em seis assistentes de codificação com IA (Amazon Q Developer, Anthropic, Cursor, Google Gemini, GitHub Copilot, Vercel) permitiam que um repositório malicioso fizesse a ferramenta escrever em um arquivo sensível enquanto o usuário aprovava a escrita em um inofensivo
SymJack (Adversa AI, maio de 2026): Um único ataque de sequestro de symlink que alcançava execução remota de código em seis produtos (Claude Code, Gemini CLI, Cursor, Copilot, Grok Build, Codex CLI). O usuário aprova uma cópia de arquivo; o kernel escreve em outro lugar
TrustFall (Adversa AI, maio de 2026): Servidores MCP definidos pelo repositório são executados automaticamente assim que o usuário aceita o prompt de confiança na pasta
A tensão arquitetural subjacente é consistente em toda a indústria: agentes de codificação com IA precisam de amplo acesso ao sistema de arquivos, shell e rede para serem úteis — mas esse acesso elevado é o mesmo privilégio que um atacante precisa. Cada escape de sandbox, path traversal e bypass de diálogo de confiança decorre desse mesmo desafio . A superfície de ataque não está diminuindo; novos recursos adicionam novos vetores mais rápido do que os existentes são corrigidos.
Conclusão
A vulnerabilidade no Claude Code, divulgada pela Tego AI, expõe uma falha crítica de segurança que pode passar despercebida por desenvolvedores desatentos. Embora a Anthropic não a considere uma vulnerabilidade, o fato de dados confidenciais poderem ser extraídos silenciosamente ressalta a importância de uma postura de segurança proativa ao usar ferramentas de IA. A comunidade de segurança continua a descobrir e relatar esses problemas, destacando a necessidade de uma colaboração contínua entre pesquisadores e empresas para garantir a segurança dos usuários.