Após seis dias consecutivos de protestos, Zelensky demitiu o general Oleksandr Syrskyi (60 anos) do cargo de Comandante-Chefe das Forças Armadas em 21 de julho de 2026 . A demissão de Syrskyi foi consequência direta da indignação popular após a saída de Fedorov. Zelensky cedeu à pressão
. Zelensky afirmou que Syrskyi e o chefe do Estado-Maior demitido, Andrii Hnatov, permaneceriam como conselheiros da nova equipe de comando
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No mesmo dia, Zelensky nomeou o major-general Mykhailo Drapatyi (43 anos, anteriormente comandante das Forças Conjuntas) como novo Comandante-Chefe — a maior reforma na liderança militar ucraniana no quinto ano de guerra .
Zelensky ofereceu a Fedorov várias posições alternativas, incluindo um papel ampliado no Conselho de Segurança Nacional e Defesa com mandato sobre inovação em defesa, e um cargo de vice-ministro . Fedorov rejeitou publicamente todas as ofertas em 23 de julho de 2026, afirmando que aceitaria apenas sua reintegração como ministro da Defesa
. Sua justificativa, relatada pela Bloomberg e Interfax-Ucrânia: "Existem apenas três cargos que realmente moldam o curso da guerra — o presidente, o ministro da Defesa e o comandante-chefe"
. Ele disse que não aceitaria nenhum cargo inferior, pois apenas o posto de ministro da Defesa tem autoridade para concluir as reformas militares e combater a corrupção em aquisições
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Em 14 de julho de 2026, a Verkhovna Rada (Parlamento ucraniano) votou pela extensão da lei marcial e da mobilização geral por mais 90 dias — de 2 de agosto a 31 de outubro de 2026 . A extensão da lei marcial foi aprovada com 313 votos; a da mobilização, com 311 a 313 votos
. Esta foi a 20ª renovação consecutiva desde o início da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022
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