Múltiplas fontes, incluindo Cyclingnews e IDL ProCycling, relatam consistentemente esses números, embora haja uma pequena discrepância: um relatório do IDL ProCycling listou originalmente 15 pontos KOM por infração (30 no total) antes de corrigir para o valor de 4 pontos por infração usado pela maioria dos veículos . A multa e a penalidade de tempo são uniformes em todos os relatos verificados .
Pidcock, que passou mais de 100 km na fuga, manteve seu nono lugar na classificação geral apesar da dedução de 20 segundos .
O júri também penalizou vários ciclistas e diretores esportivos por receber ou passar comida e garrafas fora da zona de alimentação designada :
O contrarrelógio da etapa 16 viu o júri se concentrar em movimentações inadequadas de veículos, aplicando multas a membros da equipe, motoristas de imprensa e um ciclista que não passou na verificação de equipamento pré-largada .
O diretor esportivo da Visma-Lease a Bike, Arthur van Dongen, foi penalizado por violar os regulamentos relativos à movimentação de veículos e por não cumprir as instruções dos comissários. O júri impôs uma multa de 1.000 CHF, um cartão amarelo e um rebaixamento de DS — o que significa que ele foi movido para a 23ª posição no comboio para a etapa 18 .
O ciclista da Cofidis, Hugo Page, foi multado em 500 CHF por “comportamento indecente ou inadequado (urinar em público durante a corrida)” e por prejudicar a imagem do esporte . Esta sanção foi aplicada sob a regra 2.12.007 8.6 da UCI, que penaliza especificamente o ato de urinar em público .
A presença ativa dos comissários foi um tema consistente durante todo o Tour de France de 2026, não apenas na semana final. Etapas anteriores viram penalidades para:
Os boletins diários do júri cobriram ciclistas, diretores esportivos, equipe de apoio, motoristas de imprensa e até motoristas convidados, confirmando que o sistema disciplinar da UCI — incluindo o regime relativamente novo de cartão amarelo — foi aplicado durante todas as três semanas da corrida .