A Armadilha da Licitação: Como Campanhas de Sequestro de Sessão do Microsoft 365 Burlam o MFA Usando Caixas de Entrada do Outlook Comprometidas
Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros... O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo...
Publicado porEditado com DeepSeek-V4-FlashImagens geradas com GPT Image 1.5
Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros...
O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo da Microsoft, capturando o cookie de sessão emitido após o MFA ser concluído, sem precisar 'quebrar' a senha ou o segund...
Os criminosos alternam entre kits de phishing como EvilProxy, FlowerStorm e Kali365 e miram universidades, empresas e órgãos como a União Europeia e a ONU.
A Infoblox recomenda ir além do MFA tradicional, adotando chaves de segurança FIDO2 (que não podem ser interceptadas por proxies) e bloqueio de domínios maliciosos em nível de DNS.
Search & fact-check with cited sources for What is the new Microsoft 365 session hijacking campaign that leverages compromised Outlook mailbAdversary-in-the-middle (AiTM) phishing works by placing a proxy between the victim and the legitimate authentication service, capturing the session cookie issued after MFA.
Prompt de IA
Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: Search & fact-check with cited sources for What is the new Microsoft 365 session hijacking campaign that leverages compromised Outlook mailb. Article summary: ## The "Procurement Trap" Campaign. Topic tags: general, general web, user generated, government. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails, icons, and tiny thumbnail layouts. Make it useful as an illustrative visual, not as factual evidence.
openai.com
O que é a campanha "The Procurement Trap"?
Em 22 de julho de 2026, a equipe de Inteligência de Ameaças da Infoblox publicou um relatório detalhado sobre uma campanha global de phishing do tipo "adversário-no-meio" (AiTM) que eles batizaram de "The Procurement Trap" (ou "A Armadilha da Licitação"). A campanha utiliza iscas de e-mail com temas de compras e licitações — como falsos pedidos de informação (RFIs), convites para concorrências e arquivos de projetos — enviados a partir de caixas de entrada do Outlook que já haviam sido comprometidas anteriormente .
Quando as vítimas clicam nesses links, são direcionadas para páginas de phishing que funcionam como um proxy reverso. Estas páginas capturam os cookies de sessão do Microsoft 365 imediatamente após a vítima se autenticar, burlando completamente a autenticação multifator (MFA) .
Studio Global AI
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Qual é a resposta curta para "A Armadilha da Licitação: Como Campanhas de Sequestro de Sessão do Microsoft 365 Burlam o MFA Usando Caixas de Entrada do Outlook Comprometidas"?
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Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros... O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo da Microsoft, capturando o cookie de sessão emitido após o MFA ser concluído, sem precisar 'quebrar' a senha ou o segund...
O que devo fazer a seguir na prática?
Os criminosos alternam entre kits de phishing como EvilProxy, FlowerStorm e Kali365 e miram universidades, empresas e órgãos como a União Europeia e a ONU.
A Armadilha da Licitação: Como Campanhas de Sequestro de Sessão do Microsoft 365 Burlam o MFA Usando Caixas de Entrada do Outlook Comprometidas
Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros... O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo...
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O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo da Microsoft, capturando o cookie de sessão emitido após o MFA ser concluído, sem precisar 'quebrar' a senha ou o segund...
Os criminosos alternam entre kits de phishing como EvilProxy, FlowerStorm e Kali365 e miram universidades, empresas e órgãos como a União Europeia e a ONU.
A Infoblox recomenda ir além do MFA tradicional, adotando chaves de segurança FIDO2 (que não podem ser interceptadas por proxies) e bloqueio de domínios maliciosos em nível de DNS.
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O que é a campanha "The Procurement Trap"?
Em 22 de julho de 2026, a equipe de Inteligência de Ameaças da Infoblox publicou um relatório detalhado sobre uma campanha global de phishing do tipo "adversário-no-meio" (AiTM) que eles batizaram de "The Procurement Trap" (ou "A Armadilha da Licitação"). A campanha utiliza iscas de e-mail com temas de compras e licitações — como falsos pedidos de informação (RFIs), convites para concorrências e arquivos de projetos — enviados a partir de caixas de entrada do Outlook que já haviam sido comprometidas anteriormente .
Quando as vítimas clicam nesses links, são direcionadas para páginas de phishing que funcionam como um proxy reverso. Estas páginas capturam os cookies de sessão do Microsoft 365 imediatamente após a vítima se autenticar, burlando completamente a autenticação multifator (MFA) .
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Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros...
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 22 de julho de 2026, a Infoblox revelou 'The Procurement Trap', uma campanha global de phishing AiTM que usa e mails de licitação enviados de caixas de entrada do Outlook comprometidas para roubar sessões do Micros... O ataque funciona colocando um proxy reverso entre a vítima e o serviço de autenticação legítimo da Microsoft, capturando o cookie de sessão emitido após o MFA ser concluído, sem precisar 'quebrar' a senha ou o segund...
O que devo fazer a seguir na prática?
Os criminosos alternam entre kits de phishing como EvilProxy, FlowerStorm e Kali365 e miram universidades, empresas e órgãos como a União Europeia e a ONU.
Vetor de ataque: Os atacantes comprometem sites legítimos de pequenas empresas e contas do Outlook para hospedar e distribuir os links de phishing, fazendo com que a infraestrutura pareça confiável .
Alvos: A campanha tem como alvo explícito universidades, empresas e instituições multinacionais, incluindo agências da União Europeia e das Nações Unidas .
Múltiplos kits AiTM em uso: Os criminosos alternam entre vários kits de "phishing como serviço" (PhaaS):
EvilProxy: um kit que intercepta cookies de sessão para burlar códigos SMS, aplicativos autenticadores e notificações push .
FlowerStorm: uma operação PhaaS amplamente ativa que recentemente adotou ofuscação por máquina virtual baseada em navegador para evadir defesas de e-mail .
Kali365: uma plataforma PhaaS vista pela primeira vez em abril de 2026, distribuída via Telegram e que usa phishing de código de dispositivo para capturar tokens de sessão sem precisar de senhas ou códigos MFA .
Domínios algorítmicos registrados em massa: São usados para criar um grande volume de URLs de phishing que rotacionam rapidamente, dificultando a inclusão em listas de bloqueio .
Como o Ataque Funciona (Mecanismo Técnico)
O atacante configura um site de phishing intermediário que atua como um proxy reverso ao vivo entre a vítima e os serviços legítimos de autenticação do Microsoft 365 . Quando a vítima insere suas credenciais e completa o MFA, o proxy captura o cookie de sessão resultante antes que ele chegue ao navegador da vítima. O atacante então importa esse cookie para o seu próprio navegador e ganha acesso total ao Exchange Online, SharePoint, OneDrive e qualquer aplicativo federado da vítima .
Múltiplas fontes descrevem o mesmo mecanismo central: o proxy cria uma comunicação bidirecional em tempo real, enquanto o phishing tradicional apenas clona páginas de login e rouba credenciais . Como o token de sessão prova que o usuário já passou pelo MFA, o atacante nunca precisa "quebrar" o MFA em si .
Por que o MFA Padrão Não é Suficiente
A própria documentação da Microsoft alerta que o phishing AiTM derrota métodos comuns de MFA, como códigos SMS, notificações push de aplicativos autenticadores e tokens TOTP . O cookie de sessão emitido após a conclusão do MFA é o prêmio: se roubado, pode ser reproduzido de qualquer dispositivo, em qualquer lugar, até que o token expire ou seja revogado administrativamente.
O relatório da Infoblox enfatiza que o MFA tradicional é insuficiente porque os proxies AiTM roubam o token de sessão emitido após a conclusão do MFA . O problema subjacente é arquitetônico: o proxy se coloca entre o usuário e o ponto de autenticação real de uma forma que o MFA clássico não consegue detectar.
Defesas Além do MFA Recomendadas pela Infoblox
A Infoblox recomenda uma estratégia de defesa em camadas que não depende do MFA como um único ponto de falha. As principais recomendações são:
Segurança em nível de DNS: Bloquear domínios maliciosos conhecidos e domínios algorítmicos recém-registrados no nível do DNS para desarticular a infraestrutura de phishing antes que os usuários a acessem .
Credenciais resistentes a phishing: Implementar chaves de segurança de hardware FIDO2/WebAuthn ou Windows Hello for Business. Estas usam criptografia de chave pública vinculada a uma origem específica. Um proxy AiTM não consegue encaminhar desafios FIDO2 porque a asserção criptográfica está ligada ao domínio do site legítimo, e não ao proxy.
Políticas de Acesso Condicional: Reforçar políticas rigorosas de risco de login no Microsoft Entra ID, como exigir vinculação de token (token binding), bloquear logins de locais ou dispositivos incomuns e encurtar o tempo de vida das sessões para reduzir a janela de reutilização do cookie.
Gerenciamento de exposição e monitoramento de marca: Detectar proativamente domínios de phishing que se passam pela organização e remover a infraestrutura antes que os usuários encontrem as iscas .
Conscientização e relato de segurança: Treinar os usuários para reconhecer iscas de phishing com temas de licitações e relatar e-mails suspeitos, permitindo uma resposta mais rápida do Centro de Operações de Segurança (SOC).
O FBI também alertou especificamente sobre o Kali365, aconselhando as organizações a auditar seus métodos de MFA, revisar logs de login em busca de fluxos de código de dispositivo anômalos e considerar bloquear a autenticação de código de dispositivo para todos os usuários, exceto aplicativos confiáveis .
Limitações das Evidências e Escopo
O relatório da Infoblox é a fonte primária para o nome da campanha, o direcionamento a instituições da UE/ONU e o uso de caixas de entrada do Outlook e sites de pequenas empresas comprometidos. Reportagens secundárias confirmam de forma independente os alvos e a alternância de kits.
O componente Kali365 é confirmado de forma independente pelo aviso público do FBI e por fornecedores de segurança como a Huntress e a Paubox , mas o relatório da Infoblox o agrupa junto com EvilProxy e FlowerStorm sob a mesma infraestrutura temática de licitações.
As recomendações defensivas combinam declarações diretas do relatório da Infoblox com práticas recomendadas bem estabelecidas no setor, documentadas em várias fontes . Nenhum parágrafo individual nas fontes enumera cada item defensivo em formato de lista; a lista acima sintetiza as orientações encontradas em todo o material citado.
Conclusão
"The Procurement Trap" ilustra uma tendência crescente: os criminosos não estão tentando quebrar o MFA — eles estão simplesmente ignorando-o completamente, roubando os cookies de sessão emitidos após a autenticação bem-sucedida. Contramedidas técnicas, como chaves de hardware FIDO2 e bloqueio de domínios em nível de DNS, podem reduzir significativamente a exposição, mas a primeira linha de defesa continua sendo a vigilância do usuário. Organizações que usam o Microsoft 365 devem revisar seus logs de autenticação em busca de padrões inesperados de código de dispositivo ou AiTM e implementar credenciais resistentes a phishing como uma prioridade.
ic3.gov
Kali365 Phishing-as-a-Service Kit Hijacks Microsoft 365 ...
Vetor de ataque: Os atacantes comprometem sites legítimos de pequenas empresas e contas do Outlook para hospedar e distribuir os links de phishing, fazendo com que a infraestrutura pareça confiável .
Alvos: A campanha tem como alvo explícito universidades, empresas e instituições multinacionais, incluindo agências da União Europeia e das Nações Unidas .
Múltiplos kits AiTM em uso: Os criminosos alternam entre vários kits de "phishing como serviço" (PhaaS):
EvilProxy: um kit que intercepta cookies de sessão para burlar códigos SMS, aplicativos autenticadores e notificações push .
FlowerStorm: uma operação PhaaS amplamente ativa que recentemente adotou ofuscação por máquina virtual baseada em navegador para evadir defesas de e-mail .
Kali365: uma plataforma PhaaS vista pela primeira vez em abril de 2026, distribuída via Telegram e que usa phishing de código de dispositivo para capturar tokens de sessão sem precisar de senhas ou códigos MFA .
Domínios algorítmicos registrados em massa: São usados para criar um grande volume de URLs de phishing que rotacionam rapidamente, dificultando a inclusão em listas de bloqueio .
Como o Ataque Funciona (Mecanismo Técnico)
O atacante configura um site de phishing intermediário que atua como um proxy reverso ao vivo entre a vítima e os serviços legítimos de autenticação do Microsoft 365 . Quando a vítima insere suas credenciais e completa o MFA, o proxy captura o cookie de sessão resultante antes que ele chegue ao navegador da vítima. O atacante então importa esse cookie para o seu próprio navegador e ganha acesso total ao Exchange Online, SharePoint, OneDrive e qualquer aplicativo federado da vítima .
Múltiplas fontes descrevem o mesmo mecanismo central: o proxy cria uma comunicação bidirecional em tempo real, enquanto o phishing tradicional apenas clona páginas de login e rouba credenciais . Como o token de sessão prova que o usuário já passou pelo MFA, o atacante nunca precisa "quebrar" o MFA em si .
Por que o MFA Padrão Não é Suficiente
A própria documentação da Microsoft alerta que o phishing AiTM derrota métodos comuns de MFA, como códigos SMS, notificações push de aplicativos autenticadores e tokens TOTP . O cookie de sessão emitido após a conclusão do MFA é o prêmio: se roubado, pode ser reproduzido de qualquer dispositivo, em qualquer lugar, até que o token expire ou seja revogado administrativamente.
O relatório da Infoblox enfatiza que o MFA tradicional é insuficiente porque os proxies AiTM roubam o token de sessão emitido após a conclusão do MFA . O problema subjacente é arquitetônico: o proxy se coloca entre o usuário e o ponto de autenticação real de uma forma que o MFA clássico não consegue detectar.
Defesas Além do MFA Recomendadas pela Infoblox
A Infoblox recomenda uma estratégia de defesa em camadas que não depende do MFA como um único ponto de falha. As principais recomendações são:
Segurança em nível de DNS: Bloquear domínios maliciosos conhecidos e domínios algorítmicos recém-registrados no nível do DNS para desarticular a infraestrutura de phishing antes que os usuários a acessem .
Credenciais resistentes a phishing: Implementar chaves de segurança de hardware FIDO2/WebAuthn ou Windows Hello for Business. Estas usam criptografia de chave pública vinculada a uma origem específica. Um proxy AiTM não consegue encaminhar desafios FIDO2 porque a asserção criptográfica está ligada ao domínio do site legítimo, e não ao proxy.
Políticas de Acesso Condicional: Reforçar políticas rigorosas de risco de login no Microsoft Entra ID, como exigir vinculação de token (token binding), bloquear logins de locais ou dispositivos incomuns e encurtar o tempo de vida das sessões para reduzir a janela de reutilização do cookie.
Gerenciamento de exposição e monitoramento de marca: Detectar proativamente domínios de phishing que se passam pela organização e remover a infraestrutura antes que os usuários encontrem as iscas .
Conscientização e relato de segurança: Treinar os usuários para reconhecer iscas de phishing com temas de licitações e relatar e-mails suspeitos, permitindo uma resposta mais rápida do Centro de Operações de Segurança (SOC).
O FBI também alertou especificamente sobre o Kali365, aconselhando as organizações a auditar seus métodos de MFA, revisar logs de login em busca de fluxos de código de dispositivo anômalos e considerar bloquear a autenticação de código de dispositivo para todos os usuários, exceto aplicativos confiáveis .
Limitações das Evidências e Escopo
O relatório da Infoblox é a fonte primária para o nome da campanha, o direcionamento a instituições da UE/ONU e o uso de caixas de entrada do Outlook e sites de pequenas empresas comprometidos. Reportagens secundárias confirmam de forma independente os alvos e a alternância de kits.
O componente Kali365 é confirmado de forma independente pelo aviso público do FBI e por fornecedores de segurança como a Huntress e a Paubox , mas o relatório da Infoblox o agrupa junto com EvilProxy e FlowerStorm sob a mesma infraestrutura temática de licitações.
As recomendações defensivas combinam declarações diretas do relatório da Infoblox com práticas recomendadas bem estabelecidas no setor, documentadas em várias fontes . Nenhum parágrafo individual nas fontes enumera cada item defensivo em formato de lista; a lista acima sintetiza as orientações encontradas em todo o material citado.
Conclusão
"The Procurement Trap" ilustra uma tendência crescente: os criminosos não estão tentando quebrar o MFA — eles estão simplesmente ignorando-o completamente, roubando os cookies de sessão emitidos após a autenticação bem-sucedida. Contramedidas técnicas, como chaves de hardware FIDO2 e bloqueio de domínios em nível de DNS, podem reduzir significativamente a exposição, mas a primeira linha de defesa continua sendo a vigilância do usuário. Organizações que usam o Microsoft 365 devem revisar seus logs de autenticação em busca de padrões inesperados de código de dispositivo ou AiTM e implementar credenciais resistentes a phishing como uma prioridade.
ic3.gov
Kali365 Phishing-as-a-Service Kit Hijacks Microsoft 365 ...