Cada aparelho traz um retrato feito à mão com a técnica de esmaltação cloisonné a quente, banhado a ouro 24 quilates (999 de pureza) . A produção é rigorosamente limitada: apenas 19 unidades de cada modelo em todo o mundo .
Isso não é um lançamento comum de smartphone. É um item de colecionador para fãs de futebol com bolsos fundos, unindo artesanato de alto nível ao peso emocional do que promete ser a despedida dos dois craques da Copa do Mundo.
A edição de Messi usa como base o Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra — um modelo que sequer havia sido anunciado oficialmente pela Samsung na época do lançamento da Caviar . Isso significa que a Caviar conseguiu unidades de um futuro topo de linha antes do lançamento público.
A edição de Ronaldo utiliza o Apple iPhone 17 Pro ou iPhone 17 Pro Max como base .
Além do celular em si, a Caviar inclui uma série de mimos:
A coleção chega ao mercado no fim da Copa do Mundo FIFA de 2026, que deve ser a última participação em mundiais tanto de Messi quanto de Cristiano Ronaldo . Isso dá aos celulares um peso de cápsula do tempo: eles eternizam a maior rivalidade do futebol do século XXI em seu provável palco global final.
Os preços base no site oficial da Caviar (US$ 13.130 para Messi, US$ 11.410 para Ronaldo) são mais baixos do que os divulgados por alguns veículos de imprensa (US$ 18.382 e US$ 15.974, respectivamente) . Essa diferença é consistente e se explica pelas opções de armazenamento mais altas (modelos de 1 TB ou 2 TB) e conversões cambiais regionais. Os preços oficiais de partida são os valores mais baixos; os mais altos refletem configurações máximas, conforme reportado pelo Notebookcheck.