Por que Michael Saylor e Adam Back se uniram contra o BIP-110: o soft fork que tentou censurar Ordinals no Bitcoin
BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN. Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
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BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN.
Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
Adam Back chamou o BIP 110 de 'tecnicamente defeituoso' e disse que a proposta era uma 'tentativa de policiar outros usuários', violando o ethos cypherpunk do Bitcoin.
Com menos de 1% do poder de hash apoiando a ativação (exigia 55%), o BIP 110 foi considerado 'robustamente rejeitado' pela rede e deve expirar automaticamente em um ano.
Search & fact-check with cited sources for What are the key details of Michael Saylor's opposition to Bitcoin Improvement Proposal 110, inclAn editorial illustration representing the BIP-110 soft fork debate: Bitcoin transaction data under scrutiny as the community debates consensus-level restrictions on non-payment data.
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openai.com
Em meados de 2026, duas das figuras mais influentes do Bitcoin — o chairman executivo da Strategy, Michael Saylor, e o CEO da Blockstream, Adam Back — formaram uma rara frente unida contra uma atualização proposta na rede. O alvo da oposição era o Bitcoin Improvement Proposal 110 (BIP-110), um soft fork temporário desenhado para restringir dados arbitrários em transações. Back classificou a proposta como "tecnicamente defeituosa" ; Saylor publicou um ensaio de 110 pontos argumentando que a proposta era mais perigosa do que o problema que pretendia resolver . Aqui está um resumo do que o BIP-110 propunha, por que Saylor e Back se opuseram e qual é a situação atual.
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Qual é a resposta curta para "Por que Michael Saylor e Adam Back se uniram contra o BIP-110: o soft fork que tentou censurar Ordinals no Bitcoin"?
BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN. Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
O que devo fazer a seguir na prática?
Adam Back chamou o BIP 110 de 'tecnicamente defeituoso' e disse que a proposta era uma 'tentativa de policiar outros usuários', violando o ethos cypherpunk do Bitcoin.
Por que Michael Saylor e Adam Back se uniram contra o BIP-110: o soft fork que tentou censurar Ordinals no Bitcoin
BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN. Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
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Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
Adam Back chamou o BIP 110 de 'tecnicamente defeituoso' e disse que a proposta era uma 'tentativa de policiar outros usuários', violando o ethos cypherpunk do Bitcoin.
Com menos de 1% do poder de hash apoiando a ativação (exigia 55%), o BIP 110 foi considerado 'robustamente rejeitado' pela rede e deve expirar automaticamente em um ano.
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Em meados de 2026, duas das figuras mais influentes do Bitcoin — o chairman executivo da Strategy, Michael Saylor, e o CEO da Blockstream, Adam Back — formaram uma rara frente unida contra uma atualização proposta na rede. O alvo da oposição era o Bitcoin Improvement Proposal 110 (BIP-110), um soft fork temporário desenhado para restringir dados arbitrários em transações. Back classificou a proposta como "tecnicamente defeituosa" ; Saylor publicou um ensaio de 110 pontos argumentando que a proposta era mais perigosa do que o problema que pretendia resolver . Aqui está um resumo do que o BIP-110 propunha, por que Saylor e Back se opuseram e qual é a situação atual.
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Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
BIP 110, um soft fork temporário de um ano para o Bitcoin, foi proposto para limitar dados em transações (como Ordinals e BRC 20) a 34 bytes por saída e 83 bytes em OP RETURN. Michael Saylor publicou um ensaio com '110 razões' contra a proposta, classificando a de 'iatrogênica' – o remédio pior que a doença.
O que devo fazer a seguir na prática?
Adam Back chamou o BIP 110 de 'tecnicamente defeituoso' e disse que a proposta era uma 'tentativa de policiar outros usuários', violando o ethos cypherpunk do Bitcoin.
O BIP-110, intitulado formalmente "Reduced Data Temporary Softfork" (Soft Fork Temporário de Dados Reduzidos), era uma proposta de restrição temporária, de um ano, no nível de consenso, para dados não relacionados a pagamentos em transações do Bitcoin . Proposto por um desenvolvedor anônimo usando o pseudônimo Dathon Ohm e promovido através do cliente Bitcoin Knots, a proposta mirava nas inscrições Ordinals, tokens BRC-20, Runes e payloads OP_RETURN muito grandes — usos que incorporam dados em blocos principalmente para aproveitar a imutabilidade do Bitcoin, em vez de transferir valor .
As regras técnicas principais eram:
Novas saídas de transação limitadas a 34 bytes (com exceções para OP_RETURN)
Saídas OP_RETURN limitadas a 83 bytes
Restrições a pushes de dados para evitar armazenamento de dados no estilo inscription
As regras foram projetadas para expirar automaticamente após aproximadamente 52.416 blocos (cerca de um ano), a menos que fossem renovadas por uma mudança de consenso posterior . A ativação exigia que 55% do hashrate de mineração sinalizasse suporte — um limiar significativamente mais baixo do que os aproximadamente 95% que as principais atualizações anteriores do Bitcoin exigiam .
Michael Saylor: 'O remédio é mais perigoso do que a doença'
Saylor, cuja empresa Strategy Inc. (antiga MicroStrategy) é a maior detentora corporativa de Bitcoin de capital aberto do mundo, publicou um documento de oposição abrangente intitulado "110 Razões Pelas Quais o BIP 110 é uma Má Ideia" e chamou a proposta de iatrogênica — um termo médico que significa que a cura é pior do que a doença .
Seus argumentos centrais incluíam:
Violação da neutralidade do Bitcoin: Saylor argumentou que alterar as regras de consenso para restringir transações atualmente válidas e que pagam taxas comprometeria a camada base neutra e sem permissão do Bitcoin . "O Bitcoin não precisa de guardiões da pureza; precisa de guardiões da neutralidade", escreveu .
Precedente perigoso: Transformar uma disputa de conteúdo sobre Ordinals e "spam" em uma mudança no nível do protocolo, alertou, estabelece um precedente muito mais danoso do que o próprio spam jamais poderia ser . "Há 110 coisas mais perigosas para o Bitcoin do que spam", afirmou Saylor em uma postagem no X em 11 de julho .
Risco de consenso e de rede: O soft fork tornaria alguns blocos inválidos para nós atualizados, arriscando uma divisão da rede e introduzindo novos riscos de consenso mal compreendidos .
Alternativas baseadas em mercado existem: Saylor argumentou que taxas, políticas de relay e políticas de mineração — e não mudanças no consenso — são as ferramentas apropriadas para gerenciar transações indesejadas .
Falta de evidências mensuráveis: Ele questionou se o BIP-110 fornecia evidências mensuráveis de melhoria na descentralização ou no mercado de taxas .
Declive escorregadio: Uma vez que o protocolo é alterado para restringir uma classe de transações, abre-se a porta para restringir outras .
Saylor também observou que o BIP-110 não corrigia nenhum bug crítico conhecido ou falha de consenso, como inflação, validação de assinatura ou gasto duplo — em vez disso, lidava com o que ele chamou de "externalidade contestada" .
Adam Back: 'Robustamente rejeitado' e 'tecnicamente defeituoso'
Adam Back, o criptógrafo cujo sistema de proof-of-work Hashcash é citado no whitepaper do Bitcoin e que há muito é um guardião do ethos cypherpunk do Bitcoin, foi igualmente veemente em sua oposição .
As principais críticas de Back:
Tecnicamente falho: Back descreveu o BIP-110 como "tecnicamente defeituoso" e disse que "não funciona" — faltando tanto consenso técnico quanto consenso do ecossistema . Ele o comparou desfavoravelmente ao SegWit, que, segundo ele, tinha ambas as formas de consenso .
Violação do ethos cypherpunk: Ele chamou a proposta de uma "busca para policiar outras pessoas", argumentando que a descentralização do Bitcoin significa que "você não pode impor suas visões aos outros" e que a ausência de permissão é fundamental para o design do Bitcoin .
Apoio minúsculo: Em 18 de julho de 2026, Back observou que a sinalização dos mineradores era de apenas 0,86% contra o limite de 55% necessário para a ativação . Ele previu que o fork estagnaria em semanas após a sinalização obrigatória em torno do bloco 961.632 .
Risco de divisão em cadeia minoritária: Back alertou que forçar a ativação poderia produzir uma cadeia minoritária com baixo hashrate, em vez de uma atualização do Bitcoin amplamente aceita, criando um fork persistente semelhante ao Bitcoin Cash ou Bitcoin SV .
Restrições contornáveis: Ele argumentou que as restrições são contornáveis, enquanto o "dano à inovação" não é — ou seja, a proposta sufocaria o desenvolvimento legítimo sem impedir eficazmente spammers determinados .
Danos regulatórios e de reputação: Back alertou que o BIP-110 poderia atrair pressão regulatória e prejudicar a reputação do Bitcoin como uma reserva de valor neutra e resistente à censura .
Falsas alegações sobre Satoshi: Ele descartou como infundadas as alegações de que Satoshi Nakamoto teria apoiado o BIP-110 .
Em uma avaliação direta, Back disse que a proposta "está sendo ignorada porque é uma ideia estúpida" e que nenhuma conspiração era necessária para explicar sua falta de apoio .
Outros oponentes proeminentes
Saylor e Back foram acompanhados por outras figuras notáveis do Bitcoin, incluindo Jameson Lopp (CTO da Casa) e Wang Chun (cofundador da F2Pool), que também citaram ameaças à neutralidade, riscos de censura e o perigo de divisões de cadeia .
Contexto histórico: a explosão dos Ordinals
O debate remonta à explosão das inscrições Ordinals e tokens BRC-20 a partir do início de 2023. Os proponentes do BIP-110 argumentavam que esses usos não financeiros lotam os blocos com dados "spam", aumentam os custos de execução de nós e distorcem os incentivos dos mineradores para longe do propósito do Bitcoin como uma rede monetária . Os oponentes — incluindo Saylor e Back — contra-atacaram que a resposta adequada para atividades indesejadas é econômica (taxas, políticas de relay), e não uma mudança nas regras de consenso .
Linha do tempo e status atual
Outubro de 2025: A discussão pública do BIP-110 começou na lista de e-mails de desenvolvedores do Bitcoin . O rascunho formal foi apresentado logo depois.
Janeiro de 2026: Suporte inicial de nós relatado em 583 nós .
Junho de 2026: A sinalização começou. Menos de 1% do hashrate de mineração apoiava a proposta contra o limite de ativação de 55% . Back o chamou de "tecnicamente defeituoso" em 8 de junho .
Julho de 2026: Saylor publicou seu ensaio "110 Razões" em 19 de julho . Tanto Saylor quanto Back emitiram declarações públicas repetidas opondo-se ao fork ao longo do mês .
Atual (julho de 2026): A proposta está se aproximando de sua janela de ativação no início de agosto com suporte insuficiente. Back declarou que o Bitcoin "rejeitou robustamente" o BIP-110 e que a rede principal do Bitcoin dificilmente adotará as mudanças . A proposta expirará automaticamente um ano após sua ativação proposta se não for adotada .
O panorama geral
O debate do BIP-110 representa um momento definidor na governança do Bitcoin. Tanto Saylor quanto Back — apesar de seus papéis vastamente diferentes (executivo de tesouraria corporativa e desenvolvedor cypherpunk) — concordaram com o princípio fundamental: alterar as regras de consenso para policiar o conteúdo das transações é uma ameaça maior à credibilidade de longo prazo do Bitcoin do que as próprias transações. Como Saylor colocou, a questão é "se transações que são válidas e pagáveis sob as regras existentes devem ser bloqueadas no nível de consenso" . A resposta da rede, até agora, foi não.
blog.bitfinex.comBIP-110 and Bitcoin's High Bar for Consensus Change
O BIP-110, intitulado formalmente "Reduced Data Temporary Softfork" (Soft Fork Temporário de Dados Reduzidos), era uma proposta de restrição temporária, de um ano, no nível de consenso, para dados não relacionados a pagamentos em transações do Bitcoin . Proposto por um desenvolvedor anônimo usando o pseudônimo Dathon Ohm e promovido através do cliente Bitcoin Knots, a proposta mirava nas inscrições Ordinals, tokens BRC-20, Runes e payloads OP_RETURN muito grandes — usos que incorporam dados em blocos principalmente para aproveitar a imutabilidade do Bitcoin, em vez de transferir valor .
As regras técnicas principais eram:
Novas saídas de transação limitadas a 34 bytes (com exceções para OP_RETURN)
Saídas OP_RETURN limitadas a 83 bytes
Restrições a pushes de dados para evitar armazenamento de dados no estilo inscription
As regras foram projetadas para expirar automaticamente após aproximadamente 52.416 blocos (cerca de um ano), a menos que fossem renovadas por uma mudança de consenso posterior . A ativação exigia que 55% do hashrate de mineração sinalizasse suporte — um limiar significativamente mais baixo do que os aproximadamente 95% que as principais atualizações anteriores do Bitcoin exigiam .
Michael Saylor: 'O remédio é mais perigoso do que a doença'
Saylor, cuja empresa Strategy Inc. (antiga MicroStrategy) é a maior detentora corporativa de Bitcoin de capital aberto do mundo, publicou um documento de oposição abrangente intitulado "110 Razões Pelas Quais o BIP 110 é uma Má Ideia" e chamou a proposta de iatrogênica — um termo médico que significa que a cura é pior do que a doença .
Seus argumentos centrais incluíam:
Violação da neutralidade do Bitcoin: Saylor argumentou que alterar as regras de consenso para restringir transações atualmente válidas e que pagam taxas comprometeria a camada base neutra e sem permissão do Bitcoin . "O Bitcoin não precisa de guardiões da pureza; precisa de guardiões da neutralidade", escreveu .
Precedente perigoso: Transformar uma disputa de conteúdo sobre Ordinals e "spam" em uma mudança no nível do protocolo, alertou, estabelece um precedente muito mais danoso do que o próprio spam jamais poderia ser . "Há 110 coisas mais perigosas para o Bitcoin do que spam", afirmou Saylor em uma postagem no X em 11 de julho .
Risco de consenso e de rede: O soft fork tornaria alguns blocos inválidos para nós atualizados, arriscando uma divisão da rede e introduzindo novos riscos de consenso mal compreendidos .
Alternativas baseadas em mercado existem: Saylor argumentou que taxas, políticas de relay e políticas de mineração — e não mudanças no consenso — são as ferramentas apropriadas para gerenciar transações indesejadas .
Falta de evidências mensuráveis: Ele questionou se o BIP-110 fornecia evidências mensuráveis de melhoria na descentralização ou no mercado de taxas .
Declive escorregadio: Uma vez que o protocolo é alterado para restringir uma classe de transações, abre-se a porta para restringir outras .
Saylor também observou que o BIP-110 não corrigia nenhum bug crítico conhecido ou falha de consenso, como inflação, validação de assinatura ou gasto duplo — em vez disso, lidava com o que ele chamou de "externalidade contestada" .
Adam Back: 'Robustamente rejeitado' e 'tecnicamente defeituoso'
Adam Back, o criptógrafo cujo sistema de proof-of-work Hashcash é citado no whitepaper do Bitcoin e que há muito é um guardião do ethos cypherpunk do Bitcoin, foi igualmente veemente em sua oposição .
As principais críticas de Back:
Tecnicamente falho: Back descreveu o BIP-110 como "tecnicamente defeituoso" e disse que "não funciona" — faltando tanto consenso técnico quanto consenso do ecossistema . Ele o comparou desfavoravelmente ao SegWit, que, segundo ele, tinha ambas as formas de consenso .
Violação do ethos cypherpunk: Ele chamou a proposta de uma "busca para policiar outras pessoas", argumentando que a descentralização do Bitcoin significa que "você não pode impor suas visões aos outros" e que a ausência de permissão é fundamental para o design do Bitcoin .
Apoio minúsculo: Em 18 de julho de 2026, Back observou que a sinalização dos mineradores era de apenas 0,86% contra o limite de 55% necessário para a ativação . Ele previu que o fork estagnaria em semanas após a sinalização obrigatória em torno do bloco 961.632 .
Risco de divisão em cadeia minoritária: Back alertou que forçar a ativação poderia produzir uma cadeia minoritária com baixo hashrate, em vez de uma atualização do Bitcoin amplamente aceita, criando um fork persistente semelhante ao Bitcoin Cash ou Bitcoin SV .
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Linha do tempo e status atual
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Janeiro de 2026: Suporte inicial de nós relatado em 583 nós .
Junho de 2026: A sinalização começou. Menos de 1% do hashrate de mineração apoiava a proposta contra o limite de ativação de 55% . Back o chamou de "tecnicamente defeituoso" em 8 de junho .
Julho de 2026: Saylor publicou seu ensaio "110 Razões" em 19 de julho . Tanto Saylor quanto Back emitiram declarações públicas repetidas opondo-se ao fork ao longo do mês .
Atual (julho de 2026): A proposta está se aproximando de sua janela de ativação no início de agosto com suporte insuficiente. Back declarou que o Bitcoin "rejeitou robustamente" o BIP-110 e que a rede principal do Bitcoin dificilmente adotará as mudanças . A proposta expirará automaticamente um ano após sua ativação proposta se não for adotada .
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O debate do BIP-110 representa um momento definidor na governança do Bitcoin. Tanto Saylor quanto Back — apesar de seus papéis vastamente diferentes (executivo de tesouraria corporativa e desenvolvedor cypherpunk) — concordaram com o princípio fundamental: alterar as regras de consenso para policiar o conteúdo das transações é uma ameaça maior à credibilidade de longo prazo do Bitcoin do que as próprias transações. Como Saylor colocou, a questão é "se transações que são válidas e pagáveis sob as regras existentes devem ser bloqueadas no nível de consenso" . A resposta da rede, até agora, foi não.
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