Como funciona o ataque que torna sua autenticação de dois fatores inútil
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão. A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos in...
Publicado porEditado com DeepSeek-V4-FlashImagens geradas com GPT Image 1.5
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão.
A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos invasores acesso contínuo ao Outlook, Teams e OneDrive mesmo depois que a vítima troca a senha.
O FBI emitiu um alerta público em maio de 2026 sobre o Kali365, um kit que abusa do fluxo de autorização de dispositivo OAuth; o pico de atividade foi observado em maio de 2026.
Search & fact-check with cited sources for What is the latest wave of phishing threats targeting Microsoft 365 accounts, including the Forg3Illustration of adversary-in-the-middle phishing technique that intercepts Microsoft 365 session tokens after legitimate MFA approval.
Prompt de IA
Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: Search & fact-check with cited sources for What is the latest wave of phishing threats targeting Microsoft 365 accounts, including the Forg3. Article summary: Here is a comprehensive, sourced analysis of the latest wave of Microsoft 365 phishing threats as of July 2026.. Topic tags: general, government, general web, user generated, documentation. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails, icons, and tiny thumbnail layouts. Make it usefu
openai.com
Pesquisadores de segurança documentaram uma escalada acentuada de plataformas e kits de phishing como serviço (PhaaS) projetados especificamente para burlar a autenticação multifator (MFA) de contas Microsoft 365. Em vez de quebrar os fluxos criptográficos do MFA, esses ataques sequestram o próprio processo de autenticação legítimo — interceptando tokens de sessão, abusando do fluxo de código de dispositivo OAuth ou fazendo proxy de logins reais para que a aprovação do MFA da própria vítima funcione a favor do invasor .
Studio Global AI
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Qual é a resposta curta para "Como funciona o ataque que torna sua autenticação de dois fatores inútil"?
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão. A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos invasores acesso contínuo ao Outlook, Teams e OneDrive mesmo depois que a vítima troca a senha.
O que devo fazer a seguir na prática?
O FBI emitiu um alerta público em maio de 2026 sobre o Kali365, um kit que abusa do fluxo de autorização de dispositivo OAuth; o pico de atividade foi observado em maio de 2026.
Como funciona o ataque que torna sua autenticação de dois fatores inútil
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão. A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos in...
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Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão.
A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos invasores acesso contínuo ao Outlook, Teams e OneDrive mesmo depois que a vítima troca a senha.
O FBI emitiu um alerta público em maio de 2026 sobre o Kali365, um kit que abusa do fluxo de autorização de dispositivo OAuth; o pico de atividade foi observado em maio de 2026.
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Pesquisadores de segurança documentaram uma escalada acentuada de plataformas e kits de phishing como serviço (PhaaS) projetados especificamente para burlar a autenticação multifator (MFA) de contas Microsoft 365. Em vez de quebrar os fluxos criptográficos do MFA, esses ataques sequestram o próprio processo de autenticação legítimo — interceptando tokens de sessão, abusando do fluxo de código de dispositivo OAuth ou fazendo proxy de logins reais para que a aprovação do MFA da própria vítima funcione a favor do invasor .
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Qual é a resposta curta para "Como funciona o ataque que torna sua autenticação de dois fatores inútil"?
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Uma nova geração de plataformas de phishing como serviço (PhaaS) — Forg365, Jalisco, OmegaLord — não quebra a autenticação multifator (MFA): ela sequestra o processo legítimo de login para obter os tokens de sessão. A extensão de navegador ForgCookie renova automaticamente os cookies de sessão roubados, dando aos invasores acesso contínuo ao Outlook, Teams e OneDrive mesmo depois que a vítima troca a senha.
O que devo fazer a seguir na prática?
O FBI emitiu um alerta público em maio de 2026 sobre o Kali365, um kit que abusa do fluxo de autorização de dispositivo OAuth; o pico de atividade foi observado em maio de 2026.
Divulgado em 9 de julho de 2026 pela ZeroBEC e pelo BleepingComputer, o Forg365 é uma plataforma PhaaS baseada em assinatura (US$ 400/mês) distribuída via Telegram . Ela reúne três capacidades inovadoras:
Geração de iscas assistida por IA: o painel usa IA generativa para redigir, refinar e localizar automaticamente e-mails de phishing direcionados a setores e cenários de negócios específicos — reduzindo drasticamente a barreira de habilidade técnica .
Bypass de MFA por dois caminhos: o Forg365 executa tanto o proxy adversary-in-the-middle (AiTM) (retransmissão de sessões de login reais por meio da infraestrutura do invasor) quanto o phishing de código de dispositivo OAuth (enganar a vítima para que insira um código fornecido pelo invasor em microsoft.com/devicelogin, que autoriza o cliente do invasor) .
Evasão de antibot e operações pós-comprometimento: a plataforma inclui medidas antibot e ferramentas para operações automatizadas de caixa de correio após a tomada da conta .
2. Extensão de navegador ForgCookie — Acesso persistente
Uma extensão de navegador companheira, o ForgCookie, é compatível com Chrome, Edge e Brave . Depois que os tokens ou cookies de sessão da vítima são coletados, o ForgCookie atualiza automaticamente os cookies de sessão roubados, permitindo que o invasor mantenha o acesso aos serviços do Microsoft 365 (Outlook, Teams, OneDrive, SharePoint) sem reautenticação — mesmo depois que a vítima altera a senha . Isso transforma uma captura única de token em um comprometimento persistente e de longo prazo.
3. Jalisco — Kit de phishing de código de dispositivo
Divulgado pela ReliaQuest e pelo BleepingComputer em 14 de julho de 2026, o Jalisco é um kit de phishing de código de dispositivo ativamente usado contra contas Microsoft 365 . Ele funciona da seguinte forma:
Envia e-mails que direcionam a vítima a inserir um código de dispositivo na página de login legítima da Microsoft.
O código pertence a um aplicativo OAuth controlado pelo invasor.
A vítima conclui o MFA real nos servidores da Microsoft — mas os tokens OAuth resultantes são emitidos para o cliente de polling do invasor, não para a vítima .
Isso significa que o MFA não é "quebrado" — ele é usado como arma.
4. OmegaLord — Coletor de credenciais disfarçado de leitor de PDF
Também relatado em 14 de julho de 2026, o OmegaLord adota uma abordagem diferente: ele se disfarça de página de navegador de leitor de PDF falsa . Quando as vítimas acessam a página:
São solicitadas a "fazer login para visualizar este documento seguro".
O formulário de login captura as credenciais e os códigos de senha de uso único (OTP) associados em tempo real.
Os invasores usam as credenciais roubadas + OTP para autenticar imediatamente, antes que o OTP expire .
5. Aumento geral de falsificação OAuth e código de dispositivo
Múltiplas fontes confirmam uma tendência mais ampla do setor:
A Microsoft documentou abuso de redirecionamento OAuth contra organizações governamentais e do setor público em março de 2026, usando fluxos OAuth silenciosos e escopos inválidos .
Kits de phishing de código de dispositivo como Kali365, EvilTokens, Ghost Hub, Cyb3r e Tycoon2FA foram todos observados ativamente alvejando o Microsoft 365 em 2026, com maio de 2026 sendo o mês de pico .
O FBI emitiu um Alerta de Serviço Público (PSA I-052126) em maio de 2026 alertando especificamente sobre o Kali365, uma plataforma PhaaS que sequestra contas M365 sem senhas, abusando do fluxo de concessão de autorização de dispositivo OAuth .
Como o bypass do MFA realmente funciona
A percepção crítica em todas essas ameaças é que o MFA não é tecnicamente derrotado — ele é cooptado:
Técnica
O que acontece
Por que o MFA não impede
Phishing de código de dispositivo
A vítima insere o código do invasor na página de login real da Microsoft e conclui seu próprio MFA
O token vai para o aplicativo do invasor. O MFA aprovou o usuário certo — para o cliente errado.
Proxy AiTM
A vítima faz login por meio do proxy do invasor, o MFA é concluído normalmente
O invasor captura o cookie de sessão em tempo real e sequestra a sessão.
Coleta de credencial + OTP
Formulário de login falso captura senha e OTP simultaneamente
O OTP é usado imediatamente pelo invasor antes de expirar.
É por isso que apenas o MFA tradicional não é mais uma defesa suficiente .
Recomendações de segurança dos pesquisadores
Com base em vários avisos, as seguintes medidas de mitigação são fortemente recomendadas:
Desative os fluxos de código de dispositivo OAuth em seu locatário se sua organização não os utilizar (por exemplo, por meio de políticas de Acesso Condicional para bloquear a autenticação devicecode).
Imponha políticas de Acesso Condicional que exijam dispositivos em conformidade, locais confiáveis e verificações de risco de sessão — não apenas MFA.
Monitore concessões anômalas de aplicativos OAuth — especialmente aplicativos que solicitam permissões offline_access, Mail.Read ou Files.ReadWrite.All.
Bloqueie a autenticação herdada e exija autenticação moderna com token-binding sempre que possível.
Use proteção de token / token binding (os recursos de "proteção contra roubo de token" da Microsoft) para vincular tokens a dispositivos específicos.
Implemente MFA resistente a phishing (chaves de segurança FIDO2 ou Windows Hello for Business) que não podem ser usadas em proxy.
Treine os usuários para reconhecer iscas de phishing de código de dispositivo que pedem para "inserir este código para verificar sua conta" em URLs legítimos da Microsoft.
Audite os logs de entrada em busca de autenticação de IPs inesperados, agentes de usuário incomuns e logins de código de dispositivo de dispositivos não corporativos.
Essas recomendações são extraídas do alerta do FBI , do blog de segurança da Microsoft , do BleepingComputer e da análise de ameaças da ReliaQuest .
Resumo
A onda de phishing do Microsoft 365 em 2026 — liderada pelo Forg365 (com sua extensão de persistência ForgCookie), Jalisco, OmegaLord e o ecossistema mais amplo de kits de código de dispositivo e AiTM — representa uma mudança de paradigma. Os invasores não precisam mais roubar senhas ou quebrar o MFA. Em vez disso, eles abusam do modelo de confiança OAuth para fazer com que a própria autenticação da vítima autorize uma sessão controlada pelo invasor. A recomendação consensual da comunidade de segurança é uma postura de confiança zero: desabilitar fluxos de autenticação não utilizados, impor Acesso Condicional, monitorar concessões de token e avançar para MFA resistente a phishing .
securitypointbreak.comDevice-Code Phishing Kits Steal Microsoft 365 Tokens
Divulgado em 9 de julho de 2026 pela ZeroBEC e pelo BleepingComputer, o Forg365 é uma plataforma PhaaS baseada em assinatura (US$ 400/mês) distribuída via Telegram . Ela reúne três capacidades inovadoras:
Geração de iscas assistida por IA: o painel usa IA generativa para redigir, refinar e localizar automaticamente e-mails de phishing direcionados a setores e cenários de negócios específicos — reduzindo drasticamente a barreira de habilidade técnica .
Bypass de MFA por dois caminhos: o Forg365 executa tanto o proxy adversary-in-the-middle (AiTM) (retransmissão de sessões de login reais por meio da infraestrutura do invasor) quanto o phishing de código de dispositivo OAuth (enganar a vítima para que insira um código fornecido pelo invasor em microsoft.com/devicelogin, que autoriza o cliente do invasor) .
Evasão de antibot e operações pós-comprometimento: a plataforma inclui medidas antibot e ferramentas para operações automatizadas de caixa de correio após a tomada da conta .
2. Extensão de navegador ForgCookie — Acesso persistente
Uma extensão de navegador companheira, o ForgCookie, é compatível com Chrome, Edge e Brave . Depois que os tokens ou cookies de sessão da vítima são coletados, o ForgCookie atualiza automaticamente os cookies de sessão roubados, permitindo que o invasor mantenha o acesso aos serviços do Microsoft 365 (Outlook, Teams, OneDrive, SharePoint) sem reautenticação — mesmo depois que a vítima altera a senha . Isso transforma uma captura única de token em um comprometimento persistente e de longo prazo.
3. Jalisco — Kit de phishing de código de dispositivo
Divulgado pela ReliaQuest e pelo BleepingComputer em 14 de julho de 2026, o Jalisco é um kit de phishing de código de dispositivo ativamente usado contra contas Microsoft 365 . Ele funciona da seguinte forma:
Envia e-mails que direcionam a vítima a inserir um código de dispositivo na página de login legítima da Microsoft.
O código pertence a um aplicativo OAuth controlado pelo invasor.
A vítima conclui o MFA real nos servidores da Microsoft — mas os tokens OAuth resultantes são emitidos para o cliente de polling do invasor, não para a vítima .
Isso significa que o MFA não é "quebrado" — ele é usado como arma.
4. OmegaLord — Coletor de credenciais disfarçado de leitor de PDF
Também relatado em 14 de julho de 2026, o OmegaLord adota uma abordagem diferente: ele se disfarça de página de navegador de leitor de PDF falsa . Quando as vítimas acessam a página:
São solicitadas a "fazer login para visualizar este documento seguro".
O formulário de login captura as credenciais e os códigos de senha de uso único (OTP) associados em tempo real.
Os invasores usam as credenciais roubadas + OTP para autenticar imediatamente, antes que o OTP expire .
5. Aumento geral de falsificação OAuth e código de dispositivo
Múltiplas fontes confirmam uma tendência mais ampla do setor:
A Microsoft documentou abuso de redirecionamento OAuth contra organizações governamentais e do setor público em março de 2026, usando fluxos OAuth silenciosos e escopos inválidos .
Kits de phishing de código de dispositivo como Kali365, EvilTokens, Ghost Hub, Cyb3r e Tycoon2FA foram todos observados ativamente alvejando o Microsoft 365 em 2026, com maio de 2026 sendo o mês de pico .
O FBI emitiu um Alerta de Serviço Público (PSA I-052126) em maio de 2026 alertando especificamente sobre o Kali365, uma plataforma PhaaS que sequestra contas M365 sem senhas, abusando do fluxo de concessão de autorização de dispositivo OAuth .
Como o bypass do MFA realmente funciona
A percepção crítica em todas essas ameaças é que o MFA não é tecnicamente derrotado — ele é cooptado:
Técnica
O que acontece
Por que o MFA não impede
Phishing de código de dispositivo
A vítima insere o código do invasor na página de login real da Microsoft e conclui seu próprio MFA
O token vai para o aplicativo do invasor. O MFA aprovou o usuário certo — para o cliente errado.
Proxy AiTM
A vítima faz login por meio do proxy do invasor, o MFA é concluído normalmente
O invasor captura o cookie de sessão em tempo real e sequestra a sessão.
Coleta de credencial + OTP
Formulário de login falso captura senha e OTP simultaneamente
O OTP é usado imediatamente pelo invasor antes de expirar.
É por isso que apenas o MFA tradicional não é mais uma defesa suficiente .
Recomendações de segurança dos pesquisadores
Com base em vários avisos, as seguintes medidas de mitigação são fortemente recomendadas:
Desative os fluxos de código de dispositivo OAuth em seu locatário se sua organização não os utilizar (por exemplo, por meio de políticas de Acesso Condicional para bloquear a autenticação devicecode).
Imponha políticas de Acesso Condicional que exijam dispositivos em conformidade, locais confiáveis e verificações de risco de sessão — não apenas MFA.
Monitore concessões anômalas de aplicativos OAuth — especialmente aplicativos que solicitam permissões offline_access, Mail.Read ou Files.ReadWrite.All.
Bloqueie a autenticação herdada e exija autenticação moderna com token-binding sempre que possível.
Use proteção de token / token binding (os recursos de "proteção contra roubo de token" da Microsoft) para vincular tokens a dispositivos específicos.
Implemente MFA resistente a phishing (chaves de segurança FIDO2 ou Windows Hello for Business) que não podem ser usadas em proxy.
Treine os usuários para reconhecer iscas de phishing de código de dispositivo que pedem para "inserir este código para verificar sua conta" em URLs legítimos da Microsoft.
Audite os logs de entrada em busca de autenticação de IPs inesperados, agentes de usuário incomuns e logins de código de dispositivo de dispositivos não corporativos.
Essas recomendações são extraídas do alerta do FBI , do blog de segurança da Microsoft , do BleepingComputer e da análise de ameaças da ReliaQuest .
Resumo
A onda de phishing do Microsoft 365 em 2026 — liderada pelo Forg365 (com sua extensão de persistência ForgCookie), Jalisco, OmegaLord e o ecossistema mais amplo de kits de código de dispositivo e AiTM — representa uma mudança de paradigma. Os invasores não precisam mais roubar senhas ou quebrar o MFA. Em vez disso, eles abusam do modelo de confiança OAuth para fazer com que a própria autenticação da vítima autorize uma sessão controlada pelo invasor. A recomendação consensual da comunidade de segurança é uma postura de confiança zero: desabilitar fluxos de autenticação não utilizados, impor Acesso Condicional, monitorar concessões de token e avançar para MFA resistente a phishing .
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