Principais trechos das resenhas:
Os críticos apontam consistentemente que a transição do VR para as telas tradicionais é o desafio central e a questão de design mais interessante:
A Polyarc abordou Moss: The Forgotten Relic como uma "releitura feita do zero" em vez de uma simples portabilidade . O jogo reconstrói as interações principais para um controle padrão:
O resultado, segundo a maioria dos críticos, é um jogo que captura o charme e o design de quebra-cabeças dos originais, mesmo que a sensação de presença física seja diminuída. O Console Creatures resumiu: "Este é um jogo de ação e quebra-cabeça que muitas, muitas mais pessoas deveriam conferir agora que está mais amplamente acessível" .
O jogo chega em uma janela de julho relativamente tranquila, sendo lançado no mesmo dia que D-topia (Forte, 76 no OpenCritic) e uma semana antes de Splatoon Raiders e Halo: Campaign Evolved, garantindo um caminho claro para a atenção dos fãs de puzzle-platformer e action-adventure .
Moss: The Forgotten Relic é uma coleção bem recebida e com preço acessível que reimagina com sucesso uma franquia de VR para telas planas. Apesar de algum atrito menor na transição — principalmente a perda da intimidade física do VR e algumas peculiaridades de controle — quase todos os críticos concordam que o charme de Quill, os puzzles inventivos e a deslumbrante construção de mundo brilham. Por US$ 19,99 por dois jogos completos e uma DLC, é uma recomendação fácil para quem perdeu os originais de VR .