É importante notar que essa tensão atual inverte uma tendência anterior: no final de 2025 e início de 2026, as compras das fábricas norte-americanas e europeias estavam em declínio, sinalizando uma perspectiva de curto prazo deteriorante para os produtores de bens ocidentais G. O recente aumento nos estoques sugere que os fabricantes estão se preparando para um segundo semestre de 2026 volátil.
A Proxima, uma empresa da Bain & Company, entrevistou mais de 500 CEOs de empresas com receita anual superior a US$ 500 milhões em cinco países PL. Os resultados expõem uma lacuna crítica entre a percepção de risco dos CEOs e a preparação real.
A pesquisa mostra que a resiliência saiu do centro de custos para se tornar uma prioridade nos conselhos de administração:
As empresas de Cingapura relataram a resiliência mais forte globalmente. De acordo com a pesquisa, 23% das empresas cingapurianas conseguiriam sustentar operações por 4 a 6 meses após um grande choque, em comparação com apenas 13% das empresas globalmente. Chris Hampden, vice-presidente sênior da Proxima, observou que "o desempenho de Cingapura demonstra como as economias baseadas em comércio estão remodelando a estratégia da cadeia de suprimentos em resposta às dinâmicas globais em mudança" N.
Em conjunto, os relatórios da GEP e da Proxima destacam uma tensão clara: a volatilidade da cadeia de suprimentos é alta e persistente, a maioria das empresas está perigosamente despreparada para um choque, mas a disposição dos executivos para investir em resiliência nunca foi tão forte.
Para líderes de compras e cadeia de suprimentos, isso cria uma janela de ação. Os dados sugerem que investir em visibilidade em tempo real, diversificação de fontes e parcerias mais fortes com fornecedores — aceitando o aumento de custo médio de 17,3% que os CEOs estão dispostos a pagar — pode fechar a lacuna entre a fragilidade atual e a resiliência que os conselhos agora exigem.