CrashReporter.appComo dribla o Gatekeeper com um dropper notarizado. A cadeia de infecção começa com um aplicativo de primeiro estágio chamado Werkbit — um app assinado e notarizado pela Apple, com um Developer ID válido associado a "Emil Grigorov" TAJ. Como o serviço de notarização da Apple o aprovou, o Gatekeeper o trata como confiável e não exibe o aviso típico de "desenvolvedor não identificado" AJ. Quando o usuário baixa e abre o Werkbit manualmente, um script baixa a carga maliciosa real do CrashStealer em segundo plano TJ.
Dados e credenciais visadas. O CrashStealer coleta informações de várias partes do sistema:
Principais táticas.
~/Library/Caches/com.apple.crashreporter/ e cria um LaunchAgent chamado com.apple.crashreporter.helper para sobreviver a reinicializações FB.Reação da Apple. A Apple reverteu o certificado de assinatura do Werkbit depois que o Jamf notificou a empresa sobre o malware TA.
O que é. O PamStealer é um infostealer de dois estágios para macOS, escrito em Rust e divulgado pelo Jamf em 2 de julho de 2026 AAS. Seu nome vem do uso inovador da API de Módulos de Autenticação Plugáveis (Pluggable Authentication Modules — PAM) da Apple para verificar senhas roubadas AMDA.
Distribuição e como dribla o Gatekeeper. O PamStealer é distribuído a partir de domínios que imitam (typosquatting) o legítimo gerenciador de área de transferência Maccy (ex.: maccyapp[.]com) MIA. O ataque explora uma brecha conhecida, mas sem correção, no Script Editor do macOS:
.scpt (AppleScript) AAS.com.apple.quarantine do Gatekeeper é ignorada, e nenhum aviso é exibido MDA.Dados e credenciais visadas. A carga maliciosa em Rust do segundo estágio rouba:
Tática-chave — validação de senha via PAM. Esta é a inovação que dá nome ao PamStealer:
pam_start, pam_authenticate) para testar a senha contra a pilha de autenticação do sistema antes de registrá-la AMDA.A notarização como arma. O CrashStealer demonstra que criminosos conseguem submeter apps maliciosos ao serviço de notarização da Apple e obter assinaturas que passam pelo Gatekeeper TJ. O processo de revogação da Apple é reativo, não preventivo — o malware pode se espalhar por dias ou semanas até o certificado ser revogado. Isso segue um padrão já observado em malwares anteriores, como MacSync e a família Odyssey Stealer, que também abusaram de assinaturas válidas de desenvolvedores Apple MFS.
O Script Editor como ponto cego. Tanto o PamStealer quanto outras ameaças recentes ao macOS exploram o fato de que executar AppleScripts por meio de aplicativos confiáveis do sistema ignora completamente o Gatekeeper. O Jamf observa que esta é uma brecha documentada, mas ainda sem correção DA.
Infostealers de Mac estão mais sofisticados. O uso de criptografia AES-GCM para dados exfiltrados (CrashStealer) e a validação via API PAM (PamStealer) mostram que os atacantes estão investindo em táticas personalizadas e furtivas, em vez de depender de malwares genéricos DTJ. A Microsoft também notou, em fevereiro de 2026, uma tendência mais ampla de infostealers para macOS, Python e multiplataforma usando golpes de engenharia social do tipo "ClickFix" para roubar senhas de navegadores, carteiras de cripto e credenciais de nuvem M.
Validação de senha no dispositivo é um novo salto de confiabilidade. Em vez de apenas coletar senhas em massa ou chutar, ambos os stealers confirmam que a senha é válida na máquina da vítima antes de enviá-la para o atacante. Isso aumenta a taxa de sucesso do criminoso e reduz a chance de detecção por logins com falha TJ. É uma evolução significativa: infostealers típicos ou capturam o que é digitado ou usam técnicas como chamadas dscl ou security que podem falhar silenciosamente ou disparar alertas DS.