No entanto, 'death crosses' em prazos mais curtos (gráficos de 3 dias e diário) já haviam precedido quedas significativas entre janeiro e março de 2026 . No início de março de 2026, o Bitcoin já havia caído cerca de 45% desde o pico do ciclo, e as quedas históricas após 'death crosses' de 3 dias variaram de aproximadamente 46% a 52%
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O 'death cross' de 3 dias que apareceu no início de março de 2026, historicamente, precedeu a capitulação final dentro de 23 a 33 dias em ciclos anteriores, mas neste ciclo a queda se estendeu por mais tempo, empurrando o potencial momento do fundo para o final do terceiro trimestre de 2026 .
No início de julho de 2026, o Bitcoin luta para se firmar no nível de US$ 64 mil. Esta zona de preço atuou tanto como resistência quanto como suporte em múltiplas ocasiões:
A ação do preço mais recente mostra o Bitcoin rompendo brevemente acima de US$ 64 mil em meados de junho, com uma recuperação de 6% em uma semana, mas sendo rejeitado novamente em US$ 64 mil em 6 de julho de 2026 . A Alchemy Markets observa que US$ 64 mil 'parece mais um potencial evento de venda do que o início de uma recuperação sustentada'
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Três grandes forças macroeconômicas amplificam o sentimento baixista:
Tensões EUA-Irã: O renovado conflito militar entre os EUA e o Irã levou o Bitcoin a mínimas de cinco semanas no final de maio de 2026, com investidores saindo de ativos de risco . O aumento nos preços do petróleo, decorrente do conflito, intensificou os temores de inflação
. Um breve acordo de paz entre EUA e Irã no final de junho de 2026 elevou temporariamente o BTC acima de US$ 65 mil, mas as tensões renovadas no início de julho pesaram novamente sobre o sentimento
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Incerteza sobre a política do Fed: Sinais hawkish do Fed — com a expectativa de que as taxas de juros permaneçam elevadas por mais tempo do que o previsto — têm sido um peso persistente . A reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) em meados de junho de 2026 desencadeou uma liquidação que apagou um rali de alívio anterior, com o BTC perdendo o suporte de US$ 64 mil
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Saídas recordes de ETFs: Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA experimentaram sua pior sequência de saídas em 2026. No final de junho, seis semanas consecutivas de saídas totalizaram US$ 5,94 bilhões, com US$ 1,47 bilhão saindo em uma única semana e uma saída acumulada em 30 dias de US$ 6,35 bilhões . Breves pausas nas saídas ocorreram (por exemplo, entrada de US$ 85,9 milhões em 12 de junho), mas a tendência dominante tem sido a saída de capital institucional
. A Bloomberg noticiou que o nervosismo com a guerra e as saídas de ETFs levaram diretamente a uma mínima de cinco semanas no final de maio
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Vários analistas apontam para setembro-outubro de 2026 como um potencial fundo do mercado de baixa:
A comunidade de analistas está nitidamente dividida entre campos baixistas e menos baixistas:
Embora o quadro dominante seja baixista, há sinais nascentes de acumulação:
As evidências apoiam um mercado de baixa que provavelmente está em seus estágios finais, mas que ainda não se resolveu. A tese de fundo em setembro-outubro de 2026 é plausível e baseada no timing histórico do 'death cross', na duração projetada da correção desde a máxima histórica de outubro de 2025 e nos alvos de preço de analistas, que se concentram em torno de US$ 42 mil-US$ 50 mil. No entanto, o nível de US$ 64 mil é um ponto de inflexão crítico: perdê-lo abriria um caminho em direção a US$ 60 mil e, potencialmente, US$ 35 mil-US$ 42 mil. O cenário baixista é reforçado pelas saídas recordes de ETFs, pela política hawkish do Fed e pelo conflito EUA-Irã, que pesa sobre o apetite por risco. Qualquer recuperação sustentada exigiria um rompimento limpo acima da resistência de US$ 64 mil-US$ 66 mil e uma cessação duradoura das saídas de ETFs.