Bernstein elevou a meta de ouro para 2026 a US$ 4.533/oz e a de cobre para US$ 12.419/t em relatório de 9 de julho, impulsionadas pela demanda de bancos centrais, expectativa de juros baixos nos EUA e aperto na oferta... A meta para o níquel subiu para US$ 17.357/t com um mercado mais equilibrado, enquanto o alumíni...

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Em 9 de julho de 2026, a Bernstein, renomada corretora de investimentos, publicou uma atualização abrangente de suas projeções para commodities, revisando as metas de ouro, cobre, níquel e alumínio. As revisões refletem um mercado cada vez mais moldado por restrições do lado da oferta, mudanças na demanda institucional e uma visão cautelosa sobre a política monetária dos Estados Unidos.
A Bernstein elevou sua meta de preço do ouro para o ano completo de 2026 para US$ 4.533 por onça-troy, com uma média para o segundo semestre de US$ 4.375/oz . A perspectiva otimista se ancora em três fatores:
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Bernstein elevou a meta de ouro para 2026 a US$ 4.533/oz e a de cobre para US$ 12.419/t em relatório de 9 de julho, impulsionadas pela demanda de bancos centrais, expectativa de juros baixos nos EUA e aperto na oferta...
Bernstein elevou a meta de ouro para 2026 a US$ 4.533/oz e a de cobre para US$ 12.419/t em relatório de 9 de julho, impulsionadas pela demanda de bancos centrais, expectativa de juros baixos nos EUA e aperto na oferta... A meta para o níquel subiu para US$ 17.357/t com um mercado mais equilibrado, enquanto o alumínio foi mantido em US$ 3.100/t.
Para o ouro, a inflação persistente é o principal risco; para o cobre, a desaceleração das vendas de veículos elétricos pode moderar os preços no segundo semestre.