A Meta está adotando um ciclo de lançamento de aproximadamente seis meses para suas gerações de chips MTIA — significativamente mais rápido que o ritmo típico da indústria, que é de um ano ou mais CR. O roadmap completo para 2026 e 2027:
A Meta afirma que "acelerou o desenvolvimento do MTIA" ao longo dessas quatro gerações em aproximadamente dois anos A.
O número de 14 GW para 2027, vindo do memorando interno, é a meta mais atual e agressiva R.
O Iris é projetado para cargas de trabalho de inferência, não para treinamento. A Meta continua comprando GPUs da Nvidia (por exemplo, famílias H100/H200 e a próxima geração Blackwell) e GPUs da AMD para cargas de trabalho de treinamento de IA, onde o poder de processamento paralelo bruto é crítico FDCT. Os chips MTIA próprios são feitos para complementar, não substituir imediatamente, essas compras de GPU — lidando com a carga massiva e crescente de inferência (ranqueamento, recomendações, servir modelos de IA) a um custo menor e com maior eficiência. A estratégia da Meta é diversificar sua base de silício, não cortar completamente os fornecedores de GPU.
"Meta Compute" é uma iniciativa dividida em duas partes:
Os planos ainda estão em desenvolvimento e a estratégia não está finalizada R.
A orientação de despesas de capital (capex) da Meta para 2026 foi atualizada:
| Período | Faixa de Capex |
|---|---|
| Orientação do 1º tri de 2026 | US$ 115 bilhões – US$ 135 bilhões TL |
| Orientação atualizada em 1º de julho de 2026 | US$ 125 bilhões – US$ 145 bilhões DAA |
O aumento de US$ 115-135 bilhões para US$ 125-145 bilhões reflete "preços mais altos de componentes este ano e, em menor grau, custos adicionais de datacenter para apoiar o crescimento futuro" DA. Para comparação, a Meta gastou aproximadamente US$ 72,2 bilhões em capex em 2025 A. A empresa de pesquisa SemiAnalysis projeta que o capex da Meta para 2027 será "surpreendentemente grande" — ainda maior que o de 2026 — à medida que a capacidade contratada de datacenter continua a entrar em operação A.