As conversas em questão tinham como objetivo encerrar a guerra entre EUA e Israel contra o Irã. Autoridades dos EUA temiam que um assassinato inviabilizasse as frágeis negociações de cessar-fogo .
Outros dois grandes veículos de imprensa confirmaram a reportagem do NYT com fontes próprias:
O gabinete do primeiro-ministro israelense emitiu uma nota em 3 de julho rejeitando a reportagem por completo . A nota dizia: "Como de costume, a mais recente história do New York Times sobre Israel e os negociadores iranianos é 'fake news'. Uma fabricação completa da realidade, sem qualquer fundamento na verdade"
.
A resposta segue o padrão do gabinete de Netanyahu, que já rejeitou outras reportagens do NYT sobre temas envolvendo Israel e Irã como "fake news" . Em maio de 2025, por exemplo, o gabinete de Netanyahu já havia negado uma reportagem do NYT que alegava que Israel planejava atacar instalações nucleares iranianas para atrapalhar as negociações entre EUA e Irã
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A história do NYT não é isolada nem sem corroboração — NBC News e CNN confirmaram o alerta dos EUA com fontes próprias. O gabinete de Netanyahu negou a alegação sem apresentar contraprovas específicas. Os EUA não confirmaram nem negaram publicamente os detalhes do alerta, mas múltiplas autoridades americanas falaram com três grandes organizações de notícias. O episódio escancara o alto nível de desconfiança e os riscos que cercavam as negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã em 2026.