A emissão bruta acumulada cresceu dramaticamente ao longo de 2026:
Em 8 de junho de 2026, após uma emissão de US$ 500 milhões, a Solana atingiu 10,3% de todo o USDC em circulação no mundo — sua maior fatia já registrada — enquanto a participação da Ethereum encolhia . No final de junho de 2026, a circulação total de USDC em todas as blockchains era de aproximadamente US$ 73,6 bilhões
. Em meados de 2026, a Solana hospedava algo entre US$ 10 e US$ 12 bilhões em USDC nativo (SPL), o que representava cerca de 20% a 25% de todo o USDC emitido pela Circle, segundo algumas estimativas
.
A Solana é a segunda maior rede de USDC do mundo, atrás apenas da Ethereum e à frente de Base, Arbitrum e Polygon . A rede também domina o volume de transações de USDC: processou 22,7 milhões de transações com a stablecoin na semana encerrada em 21 de junho de 2026 — o equivalente a 31,8% de todas as transferências de USDC em todas as blockchains — impulsionada por pagamentos de salários, transferências pessoa a pessoa (P2P) e DeFi
.
A arquitetura técnica da Solana oferece vantagens claras para emissores e usuários de stablecoins:
A circulação total de USDC era de aproximadamente US$ 73,6 bilhões no final de junho de 2026 . A Circle oferece suporte nativo ao USDC em 34 blockchains a partir de maio de 2026
. A participação crescente da Solana reflete uma tendência mais ampla: stablecoins estão sendo cada vez mais emitidas em blockchains de alto throughput e baixo custo para pagamentos, DeFi e liquidação institucional, com a Solana capturando uma parcela desproporcional dessas novas emissões. Os US$ 64,25 bilhões em emissão bruta apenas na Solana em 2026 — um número que "teria soado absurdo há apenas um ano"
— evidencia a velocidade da migração estrutural da liquidez de stablecoins.