Começando 2026 perto de ~US$ 3.300, o ETH perdeu cerca de metade do seu valor, sendo negociado por volta de US$ 1.560–US$ 1.580 no final de junho . Este foi o segundo pior primeiro semestre de um ano calendário para o Ethereum, perdendo apenas para o fundo do mercado baixista de 2022 .
A queda não foi causada por um fator isolado. Três forças poderosas convergiram ao mesmo tempo:
A inflação persistente — incluindo um CPI de 4,2% em maio de 2026 — e um Federal Reserve linha-dura (hawkish) pesaram fortemente sobre todos os ativos de risco . O Ethereum mostrou uma correlação mais alta com o Nasdaq do que o Bitcoin, o que significa que, quando os investidores institucionais reduziram o risco em ações de tecnologia, o ETH foi vendido de forma mais intensa e rápida .
A venda começou com as instituições. Os ETFs de Ethereum à vista dos EUA registraram 17 dias consecutivos de saída líquida até 3 de junho de 2026 — a sequência mais longa já registrada .
A sequência foi interrompida brevemente. Em 4 de junho, o fundo ETHA da BlackRock registrou entrada líquida de US$ 19,3 milhões, encerrando a sequência de 17 dias — mas foi uma trégua de um dia, não uma reversão .
As próprias redes de camada 2 (L2) do Ethereum desviaram receita de taxas após a atualização Dencun de 2024, que reduziu consideravelmente as taxas que as L2 pagam à rede principal do Ethereum . Enquanto isso, blockchains concorrentes ganharam atenção do mercado .
Um 'death cross' confirmado nos gráficos diário e semanal manteve os vendedores firmemente no controle abaixo de US$ 2.000. A média móvel de 50 dias cruzou abaixo da média de 200 dias no final de maio, e o ETH nunca se recuperou acima desse limite .
O nível psicológico de US$ 1.500 foi testado várias vezes em junho. Operadores na Polymarket e Kalshi atribuíram uma probabilidade de 73% a 76% de que o ETH atingisse US$ 1.500 antes do final de 2026 . No final de junho, o ETH estava quicando em ~US$ 1.500, mas sendo rejeitado em US$ 1.800 — um sinal claro de exaustão . O antigo nível de US$ 2.000 se transformou de suporte em resistência forte .
O Coinbase Premium Index — que mede a diferença de preço do ETH na Coinbase em comparação com a Binance — despencou para -0,16 no início de junho, seu nível mais baixo desde fevereiro de 2026, antes de subir ligeiramente para -0,14 . A CryptoQuant destacou isso como evidência de forte pressão de venda por parte de investidores institucionais americanos na Coinbase . Um prêmio profundamente negativo sinaliza que compradores dos EUA estão ausentes ou vendendo, uma divergência clássica de baixa.
| Nível / Zona | O que os analistas estão monitorando | Fonte |
|---|---|---|
| US$ 1.560 | Já atingido — primeiro alvo de baixa sinalizado pelo analista Ali Charts | |
| US$ 1.400–US$ 1.550 | Zona de demanda chave; estruturas repetidas de 'bear flag' mantêm US$ 1.400 no foco como a próxima perna de baixa | |
| US$ 1.070 | O alvo de baixa mais pessimista se US$ 1.400 falhar. Ali Martinez o citou como o próximo suporte principal |
A faixa de US$ 1.550–US$ 1.600 é atualmente vista como a zona de suporte imediato . Se for rompida, US$ 1.400 é o próximo marco importante, e a falha lá abre o caminho para US$ 1.070 .
O Standard Chartered também identificou US$ 1.400 como um possível fundo de capitulação antes de qualquer recuperação significativa, embora o banco tenha mantido uma meta de longo prazo de US$ 4.000 para 2026 .
A primeira sequência de três trimestres consecutivos de perda do Ethereum foi uma confluência clássica de ventos contrários macroeconômicos, saída recorde de ETFs institucionais, competição das L2 e uma cascata de rupturas técnicas (death cross, suporte de US$ 2.000 perdido, Coinbase Premium profundamente negativo). As principais zonas de demanda a serem observadas são US$ 1.400–US$ 1.550, com um alvo pessimista de US$ 1.070 se a venda persistir. Uma recuperação acima de US$ 2.000 seria necessária para sinalizar uma reversão de tendência significativa.
Começando 2026 perto de ~US$ 3.300, o ETH perdeu cerca de metade do seu valor, sendo negociado por volta de US$ 1.560–US$ 1.580 no final de junho . Este foi o segundo pior primeiro semestre de um ano calendário para o Ethereum, perdendo apenas para o fundo do mercado baixista de 2022 .
A queda não foi causada por um fator isolado. Três forças poderosas convergiram ao mesmo tempo:
A inflação persistente — incluindo um CPI de 4,2% em maio de 2026 — e um Federal Reserve linha-dura (hawkish) pesaram fortemente sobre todos os ativos de risco . O Ethereum mostrou uma correlação mais alta com o Nasdaq do que o Bitcoin, o que significa que, quando os investidores institucionais reduziram o risco em ações de tecnologia, o ETH foi vendido de forma mais intensa e rápida .
A venda começou com as instituições. Os ETFs de Ethereum à vista dos EUA registraram 17 dias consecutivos de saída líquida até 3 de junho de 2026 — a sequência mais longa já registrada .
A sequência foi interrompida brevemente. Em 4 de junho, o fundo ETHA da BlackRock registrou entrada líquida de US$ 19,3 milhões, encerrando a sequência de 17 dias — mas foi uma trégua de um dia, não uma reversão .
As próprias redes de camada 2 (L2) do Ethereum desviaram receita de taxas após a atualização Dencun de 2024, que reduziu consideravelmente as taxas que as L2 pagam à rede principal do Ethereum . Enquanto isso, blockchains concorrentes ganharam atenção do mercado .
Um 'death cross' confirmado nos gráficos diário e semanal manteve os vendedores firmemente no controle abaixo de US$ 2.000. A média móvel de 50 dias cruzou abaixo da média de 200 dias no final de maio, e o ETH nunca se recuperou acima desse limite .
O nível psicológico de US$ 1.500 foi testado várias vezes em junho. Operadores na Polymarket e Kalshi atribuíram uma probabilidade de 73% a 76% de que o ETH atingisse US$ 1.500 antes do final de 2026 . No final de junho, o ETH estava quicando em ~US$ 1.500, mas sendo rejeitado em US$ 1.800 — um sinal claro de exaustão . O antigo nível de US$ 2.000 se transformou de suporte em resistência forte .
O Coinbase Premium Index — que mede a diferença de preço do ETH na Coinbase em comparação com a Binance — despencou para -0,16 no início de junho, seu nível mais baixo desde fevereiro de 2026, antes de subir ligeiramente para -0,14 . A CryptoQuant destacou isso como evidência de forte pressão de venda por parte de investidores institucionais americanos na Coinbase . Um prêmio profundamente negativo sinaliza que compradores dos EUA estão ausentes ou vendendo, uma divergência clássica de baixa.
| Nível / Zona | O que os analistas estão monitorando | Fonte |
|---|---|---|
| US$ 1.560 | Já atingido — primeiro alvo de baixa sinalizado pelo analista Ali Charts | |
| US$ 1.400–US$ 1.550 | Zona de demanda chave; estruturas repetidas de 'bear flag' mantêm US$ 1.400 no foco como a próxima perna de baixa | |
| US$ 1.070 | O alvo de baixa mais pessimista se US$ 1.400 falhar. Ali Martinez o citou como o próximo suporte principal |
A faixa de US$ 1.550–US$ 1.600 é atualmente vista como a zona de suporte imediato . Se for rompida, US$ 1.400 é o próximo marco importante, e a falha lá abre o caminho para US$ 1.070 .
O Standard Chartered também identificou US$ 1.400 como um possível fundo de capitulação antes de qualquer recuperação significativa, embora o banco tenha mantido uma meta de longo prazo de US$ 4.000 para 2026 .
A primeira sequência de três trimestres consecutivos de perda do Ethereum foi uma confluência clássica de ventos contrários macroeconômicos, saída recorde de ETFs institucionais, competição das L2 e uma cascata de rupturas técnicas (death cross, suporte de US$ 2.000 perdido, Coinbase Premium profundamente negativo). As principais zonas de demanda a serem observadas são US$ 1.400–US$ 1.550, com um alvo pessimista de US$ 1.070 se a venda persistir. Uma recuperação acima de US$ 2.000 seria necessária para sinalizar uma reversão de tendência significativa.