A exploração foi descoberta depois que usuários relataram transferências não autorizadas de carteiras criadas por meio da interface web da SecondFi. A plataforma foi colocada em modo de manutenção segura em 23 de junho, enquanto os investigadores começavam a analisar o incidente .
A vulnerabilidade foi localizada no software proprietário de geração de carteiras web/chaves da SecondFi – especificamente em sua lógica de geração de endereços Cardano no nível da chave privada . A SecondFi descreveu o problema como uma falha no "nível do endereço" em seu código de criação de carteiras, que expunha as chaves privadas dos usuários .
De acordo com a investigação da SecondFi, o ataque teve origem em uma falha na derivação de nonce determinístico em seu signatário de software. Isso permitiu que os invasores reconstruíssem matematicamente chaves privadas a partir de dados públicos da blockchain depois que os endereços afetados assinassem transações .
Crucialmente, o comprometimento ocorreu dentro da camada de aplicação da SecondFi, e não no protocolo Cardano, na infraestrutura de carteira de código aberto ou na criptografia central . A SecondFi confirmou que a vulnerabilidade estava confinada ao seu próprio software, e nenhum componente subjacente da Cardano foi afetado .
No início do incidente, a empresa de segurança blockchain SlowMist estimou que as perdas totais poderiam exceder US$ 20 milhões, e relatórios alertaram que até 129 milhões de ADA em carteiras vulneráveis estavam em risco .
A resposta de emergência da SecondFi foi agressiva: a equipe identificou a causa raiz, implementou correções em carteiras não afetadas e – o mais crítico – em uma "quarta onda" de transações, "furou a fila" dos invasores e moveu 129 milhões de ADA de carteiras ainda vulneráveis para um custodiano terceirizado independente, garantindo esses fundos antes que pudessem ser roubados . Esse valor não foi "drenado" – foi resgatado .
Resposta da EMURGO: A EMURGO, uma das três entidades fundadoras da Cardano e desenvolvedora da SecondFi, financiou uma Carteira de Recuperação de Ativos especificamente para devolver ativos aos usuários cujas carteiras foram comprometidas . No entanto, relatórios indicam que a EMURGO não se comprometeu a compensar integralmente todos os usuários afetados além da devolução dos fundos resgatados/recuperáveis . O FAQ oficial afirma que os ativos drenados pelos invasores estão "protegidos e acessíveis" e que a EMURGO está em discussão com a IntersectMBO sobre o mecanismo de custódia .
Em múltiplas declarações entre 23 e 25 de junho de 2026, Charles Hoskinson enfatizou que a blockchain Cardano em si não foi hackeada . Seu raciocínio se baseou em três pontos:
Especialistas em segurança blockchain e vários relatórios confirmaram independentemente essa distinção: a rede Cardano continuou operando normalmente durante todo o incidente .
A SecondFi emitiu um alerta urgente de que os usuários afetados NÃO devem restaurar suas frases de recuperação em outra carteira Cardano . O comprometimento está no nível da chave privada – restaurar a mesma frase em uma carteira diferente não resolve a exposição; os invasores ainda podem acessar esses endereços .
Em vez disso, todos os usuários foram orientados a criar carteiras totalmente novas com novas frases de recuperação e migrar os fundos imediatamente .
A SecondFi criou um snapshot completo de saldo dos fundos dos usuários afetados e continuou registrando várias rodadas de snapshots durante a resposta ao incidente . Em 26 de junho, a equipe concluiu um snapshot final de saldo para servir como base para o processamento de reembolsos .
Detalhes da compensação:
A SecondFi alertou que atores fraudulentos estão se passando pela SecondFi para distribuir ferramentas falsas de recuperação/golpe . Os usuários foram instruídos a usar apenas canais oficiais e a lembrar que nenhuma ferramenta de recuperação legítima exige o compartilhamento de frases-semente .
A equipe reiterou que nenhuma ferramenta de recuperação legítima exige que os usuários compartilhem suas frases-semente .
A exploração foi descoberta depois que usuários relataram transferências não autorizadas de carteiras criadas por meio da interface web da SecondFi. A plataforma foi colocada em modo de manutenção segura em 23 de junho, enquanto os investigadores começavam a analisar o incidente .
A vulnerabilidade foi localizada no software proprietário de geração de carteiras web/chaves da SecondFi – especificamente em sua lógica de geração de endereços Cardano no nível da chave privada . A SecondFi descreveu o problema como uma falha no "nível do endereço" em seu código de criação de carteiras, que expunha as chaves privadas dos usuários .
De acordo com a investigação da SecondFi, o ataque teve origem em uma falha na derivação de nonce determinístico em seu signatário de software. Isso permitiu que os invasores reconstruíssem matematicamente chaves privadas a partir de dados públicos da blockchain depois que os endereços afetados assinassem transações .
Crucialmente, o comprometimento ocorreu dentro da camada de aplicação da SecondFi, e não no protocolo Cardano, na infraestrutura de carteira de código aberto ou na criptografia central . A SecondFi confirmou que a vulnerabilidade estava confinada ao seu próprio software, e nenhum componente subjacente da Cardano foi afetado .
No início do incidente, a empresa de segurança blockchain SlowMist estimou que as perdas totais poderiam exceder US$ 20 milhões, e relatórios alertaram que até 129 milhões de ADA em carteiras vulneráveis estavam em risco .
A resposta de emergência da SecondFi foi agressiva: a equipe identificou a causa raiz, implementou correções em carteiras não afetadas e – o mais crítico – em uma "quarta onda" de transações, "furou a fila" dos invasores e moveu 129 milhões de ADA de carteiras ainda vulneráveis para um custodiano terceirizado independente, garantindo esses fundos antes que pudessem ser roubados . Esse valor não foi "drenado" – foi resgatado .
Resposta da EMURGO: A EMURGO, uma das três entidades fundadoras da Cardano e desenvolvedora da SecondFi, financiou uma Carteira de Recuperação de Ativos especificamente para devolver ativos aos usuários cujas carteiras foram comprometidas . No entanto, relatórios indicam que a EMURGO não se comprometeu a compensar integralmente todos os usuários afetados além da devolução dos fundos resgatados/recuperáveis . O FAQ oficial afirma que os ativos drenados pelos invasores estão "protegidos e acessíveis" e que a EMURGO está em discussão com a IntersectMBO sobre o mecanismo de custódia .
Em múltiplas declarações entre 23 e 25 de junho de 2026, Charles Hoskinson enfatizou que a blockchain Cardano em si não foi hackeada . Seu raciocínio se baseou em três pontos:
Especialistas em segurança blockchain e vários relatórios confirmaram independentemente essa distinção: a rede Cardano continuou operando normalmente durante todo o incidente .
A SecondFi emitiu um alerta urgente de que os usuários afetados NÃO devem restaurar suas frases de recuperação em outra carteira Cardano . O comprometimento está no nível da chave privada – restaurar a mesma frase em uma carteira diferente não resolve a exposição; os invasores ainda podem acessar esses endereços .
Em vez disso, todos os usuários foram orientados a criar carteiras totalmente novas com novas frases de recuperação e migrar os fundos imediatamente .
A SecondFi criou um snapshot completo de saldo dos fundos dos usuários afetados e continuou registrando várias rodadas de snapshots durante a resposta ao incidente . Em 26 de junho, a equipe concluiu um snapshot final de saldo para servir como base para o processamento de reembolsos .
Detalhes da compensação:
A SecondFi alertou que atores fraudulentos estão se passando pela SecondFi para distribuir ferramentas falsas de recuperação/golpe . Os usuários foram instruídos a usar apenas canais oficiais e a lembrar que nenhuma ferramenta de recuperação legítima exige o compartilhamento de frases-semente .
A equipe reiterou que nenhuma ferramenta de recuperação legítima exige que os usuários compartilhem suas frases-semente .