Omã rejeita pedágio no Estreito de Ormuz: o que disse Badr al-Busaidi e o plano alternativo inspirado em Malaca
Omã rejeitou categoricamente a imposição de taxas de trânsito obrigatórias no Estreito de Ormuz em 25 de junho de 2026, com o chanceler Badr al Busaidi afirmando que 'acordos futuros não envolvem a imposição de pedági... Como alternativa, Omã propôs um sistema de contribuição voluntária inspirado no modelo do Estrei...
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Omã rejeitou categoricamente a imposição de taxas de trânsito obrigatórias no Estreito de Ormuz em 25 de junho de 2026, com o chanceler Badr al Busaidi afirmando que 'acordos futuros não envolvem a imposição de pedági...
Como alternativa, Omã propôs um sistema de contribuição voluntária inspirado no modelo do Estreito de Malaca, no Sudeste Asiático.
O conselheiro do Líder Supremo do Irã, Ali Akbar Velayati, emitiu alertas crescentes ao longo de junho, incluindo uma declaração em 26 de junho de que os estados árabes do Golfo — incluindo Omã — 'devem sua estabilida...
Irã e Omã realizaram a primeira reunião do 'Comitê Conjunto de Ormuz' em Mascate em 29 de junho de 2026.
Search & fact-check with cited sources for What was Oman's official position on Strait of Hormuz transit fees as stated by Foreign MinisterThe Strait of Hormuz, a vital global shipping chokepoint, was at the center of a diplomatic confrontation between Oman and Iran over transit fees in late June 2026.
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No final de junho de 2026, em meio ao agravamento da crise no Estreito de Ormuz após o acordo-quadro entre EUA e Irã e novas ameaças da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), o chanceler de Omã, Sayyid Badr bin Hamad Al Busaidi, deixou uma posição clara e definitiva: não haverá taxas de trânsito obrigatórias. Suas declarações, feitas em uma reunião do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) com os EUA em Manama, no Bahrein, em 25 de junho, e em entrevistas posteriores, rejeitaram a pressão iraniana por cobranças e propuseram um sistema voluntário de compromisso, enraizado no direito marítimo internacional existente.
A Rejeição Central: 'Sem Taxas de Trânsito'
Falando em 25 de junho em uma reunião ministerial conjunta em Manama, com a presença do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e de chanceleres do Golfo, Busaidi afirmou categoricamente que "acordos futuros para a gestão do Estreito de Ormuz não envolverão a imposição de taxas de trânsito" . O governo de Omã declarou separadamente que as taxas de trânsito são "internacionalmente proibidas" pelo Direito do Mar .
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Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
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O que devo fazer a seguir na prática?
O conselheiro do Líder Supremo do Irã, Ali Akbar Velayati, emitiu alertas crescentes ao longo de junho, incluindo uma declaração em 26 de junho de que os estados árabes do Golfo — incluindo Omã — 'devem sua estabilida...
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No final de junho de 2026, em meio ao agravamento da crise no Estreito de Ormuz após o acordo-quadro entre EUA e Irã e novas ameaças da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), o chanceler de Omã, Sayyid Badr bin Hamad Al Busaidi, deixou uma posição clara e definitiva: não haverá taxas de trânsito obrigatórias. Suas declarações, feitas em uma reunião do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) com os EUA em Manama, no Bahrein, em 25 de junho, e em entrevistas posteriores, rejeitaram a pressão iraniana por cobranças e propuseram um sistema voluntário de compromisso, enraizado no direito marítimo internacional existente.
A Rejeição Central: 'Sem Taxas de Trânsito'
Falando em 25 de junho em uma reunião ministerial conjunta em Manama, com a presença do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e de chanceleres do Golfo, Busaidi afirmou categoricamente que "acordos futuros para a gestão do Estreito de Ormuz não envolverão a imposição de taxas de trânsito" . O governo de Omã declarou separadamente que as taxas de trânsito são "internacionalmente proibidas" pelo Direito do Mar .
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Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Omã rejeitou categoricamente a imposição de taxas de trânsito obrigatórias no Estreito de Ormuz em 25 de junho de 2026, com o chanceler Badr al Busaidi afirmando que 'acordos futuros não envolvem a imposição de pedági... Como alternativa, Omã propôs um sistema de contribuição voluntária inspirado no modelo do Estreito de Malaca, no Sudeste Asiático.
O que devo fazer a seguir na prática?
O conselheiro do Líder Supremo do Irã, Ali Akbar Velayati, emitiu alertas crescentes ao longo de junho, incluindo uma declaração em 26 de junho de que os estados árabes do Golfo — incluindo Omã — 'devem sua estabilida...
O momento foi significativo: a declaração ocorreu dois dias depois de Irã e Omã terem assinado um comunicado conjunto concordando em "estudar os custos a serem cobrados por serviços prestados na administração do Estreito de Ormuz" , e um dia depois de o Irã ter rejeitado um plano apoiado pela ONU para evacuar navios presos no estreito . A declaração de Busaidi em Manama traçou uma linha clara entre a interpretação de Mascate e a de Teerã sobre aquele acordo conjunto.
A Alternativa Voluntária: Um Modelo Inspirado em Malaca
Em vez de pedágios obrigatórios, Omã propôs um sistema de taxas voluntárias inspirado no mecanismo que rege a passagem pelo Estreito de Malaca, no Sudeste Asiático . Sob este plano de compromisso, estados importadores de energia e companhias de navegação seriam convidados a pagar uma contribuição pequena e não obrigatória por auxílios à navegação e serviços, em vez de taxas de trânsito compulsórias. A proposta dá a Omã e ao Irã acesso a uma nova fonte de receita, mantendo-se dentro do direito marítimo internacional .
Mascate também abriu um corredor marítimo temporário em coordenação com a Organização Marítima Internacional (IMO) em 24 de junho, reafirmando seu compromisso com a passagem livre e segura sob o Direito do Mar . O comunicado de Omã enfatizou que a passagem por este corredor seria "sem a imposição de taxas de trânsito", contrariando diretamente o esforço do Irã de retratar o estreito como um espaço para gestão conjunta e custos obrigatórios .
A Distinção Crítica: Taxas x Serviços Marítimos
Busaidi traçou uma linha jurídica clara entre taxas de trânsito compulsórias e custos voluntários de serviços marítimos. Ele esclareceu que as discussões com o Irã concernem serviços marítimos voluntários — como pilotagem, auxílios à navegação e gerenciamento de tráfego — e não cobranças obrigatórias de passagem .
O comunicado conjunto Irã-Omã de 23 de junho dizia que os dois países "estudariam os custos a serem cobrados por serviços prestados na administração do Estreito de Ormuz" . Desde então, Omã insiste que isso significa recuperação opcional de custos de serviços, e não pedágios de trânsito . Como Busaidi disse ao jornal The Guardian em 29 de junho: "Não apoiamos a imposição de pedágios para a passagem pelo Estreito de Ormuz, o que é internacionalmente proibido — enquanto as taxas de serviço são permitidas, e as discussões estão em andamento com o lado iraniano a respeito" .
O Aviso do Irã a Omã: A Repreensão de Velayati
Ali Akbar Velayati, um conselheiro sênior do Líder Supremo do Irã, emitiu alertas crescentes ao longo do final de junho, amplamente interpretados como uma repreensão direta a Omã por romper com a pressão iraniana por cobranças.
Em 6 de junho, ele argumentou que o poder crescente do Irã havia "forçado" os EUA a buscar um acordo e que "o pesadelo há muito temido pelo Ocidente se materializou" .
Em 8 de junho, ele advertiu que a "Resistência tem a capacidade de fechar tanto o Estreito de Ormuz quanto o de Bab el-Mandeb" .
De forma mais incisiva, em 26 de junho, Velayati postou no X que os estados árabes ao longo do Golfo Pérsico — incluindo Omã — "deviam sua estabilidade à gestão iraniana do Estreito de Ormuz" e criticou a declaração conjunta EUA-CCG das reuniões de Manama .
Embora essas observações tenham sido direcionadas aos estados árabes do Golfo de forma ampla, analistas notaram que Omã era o alvo principal, dada sua recente divergência diplomática da posição iraniana.
Primeira Reunião do Comitê Conjunto Irã-Omã para Ormuz
Em 29 de junho de 2026, o vice-chanceler iraniano Kazem Gharibabadi e o ministro de Estado para Relações Exteriores de Omã, Abdulaziz al-Hinai, realizaram a primeira reunião do 'Comitê Conjunto de Ormuz' em Mascate . Gharibabadi disse que eles "trocaram opiniões sobre a implementação das disposições do comunicado conjunto sobre a nova gestão do Estreito de Ormuz", mas ressaltou que a "primeira rodada de conversas técnicas" ocorreria apenas quando todas as condições fossem atendidas, com data e local a serem acordados .
O comitê foi acordado pela primeira vez em 23 de junho, durante uma visita do chanceler iraniano Araghchi e do presidente do Parlamento, Ghalibaf, a Mascate . O Institute for the Study of War (ISW) alertou que este mecanismo poderia permitir que o Irã "regulasse o trânsito através do estreito e decidisse restringir a passagem a seu critério" .
Contexto Mais Amplo: Acordo EUA-Irã, Oposição do CCG e Conversas em Doha
A posição de Omã não pode ser entendida isoladamente. O cenário geopolítico mais amplo no final de junho de 2026 incluía:
Acordo-quadro EUA-Irã: Em 17 de junho, o presidente Trump e o presidente iraniano Pezeshkian assinaram um memorando de entendimento para encerrar as hostilidades e reabrir o estreito . Omã apoiou o acordo e disse que o trânsito futuro seria livre de taxas .
Oposição do CCG: Na reunião de Manama em 25 de junho, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e os chanceleres do CCG emitiram uma declaração conjunta se opondo a qualquer pedágio no estreito, que Velayati atacou .
Irã rejeita plano apoiado pela ONU: Em 25 de junho, o Irã rejeitou um plano de Omã, apoiado pela ONU, para evacuar navios presos, classificando-o como uma primeira fase de propostas mais amplas de gestão de Omã .
Conversas em Doha: O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al-Thani, visitou Mascate em 24 de junho para iniciar negociações envolvendo Irã, Iraque e estados árabes do Golfo sobre o futuro das operações em Ormuz, com os estados do Golfo devendo pressionar pela não cobrança de pedágios . As conversas planejadas em Doha são vistas como o próximo fórum para discussões multilaterais sobre a governança do estreito.
Ações contínuas do Irã: A IRGC continuou a atacar e ameaçar navios para avançar seu objetivo de estabelecer controle de longo prazo sobre a via navegável .
jns.orgIran envoy: Hormuz to stay open; transit fees may be imposed
O momento foi significativo: a declaração ocorreu dois dias depois de Irã e Omã terem assinado um comunicado conjunto concordando em "estudar os custos a serem cobrados por serviços prestados na administração do Estreito de Ormuz" , e um dia depois de o Irã ter rejeitado um plano apoiado pela ONU para evacuar navios presos no estreito . A declaração de Busaidi em Manama traçou uma linha clara entre a interpretação de Mascate e a de Teerã sobre aquele acordo conjunto.
A Alternativa Voluntária: Um Modelo Inspirado em Malaca
Em vez de pedágios obrigatórios, Omã propôs um sistema de taxas voluntárias inspirado no mecanismo que rege a passagem pelo Estreito de Malaca, no Sudeste Asiático . Sob este plano de compromisso, estados importadores de energia e companhias de navegação seriam convidados a pagar uma contribuição pequena e não obrigatória por auxílios à navegação e serviços, em vez de taxas de trânsito compulsórias. A proposta dá a Omã e ao Irã acesso a uma nova fonte de receita, mantendo-se dentro do direito marítimo internacional .
Mascate também abriu um corredor marítimo temporário em coordenação com a Organização Marítima Internacional (IMO) em 24 de junho, reafirmando seu compromisso com a passagem livre e segura sob o Direito do Mar . O comunicado de Omã enfatizou que a passagem por este corredor seria "sem a imposição de taxas de trânsito", contrariando diretamente o esforço do Irã de retratar o estreito como um espaço para gestão conjunta e custos obrigatórios .
A Distinção Crítica: Taxas x Serviços Marítimos
Busaidi traçou uma linha jurídica clara entre taxas de trânsito compulsórias e custos voluntários de serviços marítimos. Ele esclareceu que as discussões com o Irã concernem serviços marítimos voluntários — como pilotagem, auxílios à navegação e gerenciamento de tráfego — e não cobranças obrigatórias de passagem .
O comunicado conjunto Irã-Omã de 23 de junho dizia que os dois países "estudariam os custos a serem cobrados por serviços prestados na administração do Estreito de Ormuz" . Desde então, Omã insiste que isso significa recuperação opcional de custos de serviços, e não pedágios de trânsito . Como Busaidi disse ao jornal The Guardian em 29 de junho: "Não apoiamos a imposição de pedágios para a passagem pelo Estreito de Ormuz, o que é internacionalmente proibido — enquanto as taxas de serviço são permitidas, e as discussões estão em andamento com o lado iraniano a respeito" .
O Aviso do Irã a Omã: A Repreensão de Velayati
Ali Akbar Velayati, um conselheiro sênior do Líder Supremo do Irã, emitiu alertas crescentes ao longo do final de junho, amplamente interpretados como uma repreensão direta a Omã por romper com a pressão iraniana por cobranças.
Em 6 de junho, ele argumentou que o poder crescente do Irã havia "forçado" os EUA a buscar um acordo e que "o pesadelo há muito temido pelo Ocidente se materializou" .
Em 8 de junho, ele advertiu que a "Resistência tem a capacidade de fechar tanto o Estreito de Ormuz quanto o de Bab el-Mandeb" .
De forma mais incisiva, em 26 de junho, Velayati postou no X que os estados árabes ao longo do Golfo Pérsico — incluindo Omã — "deviam sua estabilidade à gestão iraniana do Estreito de Ormuz" e criticou a declaração conjunta EUA-CCG das reuniões de Manama .
Embora essas observações tenham sido direcionadas aos estados árabes do Golfo de forma ampla, analistas notaram que Omã era o alvo principal, dada sua recente divergência diplomática da posição iraniana.
Primeira Reunião do Comitê Conjunto Irã-Omã para Ormuz
Em 29 de junho de 2026, o vice-chanceler iraniano Kazem Gharibabadi e o ministro de Estado para Relações Exteriores de Omã, Abdulaziz al-Hinai, realizaram a primeira reunião do 'Comitê Conjunto de Ormuz' em Mascate . Gharibabadi disse que eles "trocaram opiniões sobre a implementação das disposições do comunicado conjunto sobre a nova gestão do Estreito de Ormuz", mas ressaltou que a "primeira rodada de conversas técnicas" ocorreria apenas quando todas as condições fossem atendidas, com data e local a serem acordados .
O comitê foi acordado pela primeira vez em 23 de junho, durante uma visita do chanceler iraniano Araghchi e do presidente do Parlamento, Ghalibaf, a Mascate . O Institute for the Study of War (ISW) alertou que este mecanismo poderia permitir que o Irã "regulasse o trânsito através do estreito e decidisse restringir a passagem a seu critério" .
Contexto Mais Amplo: Acordo EUA-Irã, Oposição do CCG e Conversas em Doha
A posição de Omã não pode ser entendida isoladamente. O cenário geopolítico mais amplo no final de junho de 2026 incluía:
Acordo-quadro EUA-Irã: Em 17 de junho, o presidente Trump e o presidente iraniano Pezeshkian assinaram um memorando de entendimento para encerrar as hostilidades e reabrir o estreito . Omã apoiou o acordo e disse que o trânsito futuro seria livre de taxas .
Oposição do CCG: Na reunião de Manama em 25 de junho, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e os chanceleres do CCG emitiram uma declaração conjunta se opondo a qualquer pedágio no estreito, que Velayati atacou .
Irã rejeita plano apoiado pela ONU: Em 25 de junho, o Irã rejeitou um plano de Omã, apoiado pela ONU, para evacuar navios presos, classificando-o como uma primeira fase de propostas mais amplas de gestão de Omã .
Conversas em Doha: O primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al-Thani, visitou Mascate em 24 de junho para iniciar negociações envolvendo Irã, Iraque e estados árabes do Golfo sobre o futuro das operações em Ormuz, com os estados do Golfo devendo pressionar pela não cobrança de pedágios . As conversas planejadas em Doha são vistas como o próximo fórum para discussões multilaterais sobre a governança do estreito.
Ações contínuas do Irã: A IRGC continuou a atacar e ameaçar navios para avançar seu objetivo de estabelecer controle de longo prazo sobre a via navegável .
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