Em 19 de junho de 2026, o presidente Zelensky acusou Belarus de abrigar estações de retransmissão russas usadas para guiar ataques de drones Shahed contra a Ucrânia e deu a Alexander Lukashenko uma semana para removê... Em 22 de junho — três dias após o ultimato — os equipamentos pararam de funcionar, segundo relato...
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Em 19 de junho de 2026, o presidente Volodymyr Zelensky fez um ultimato direto ao líder bielorrusso Alexander Lukashenko: desative as estações de retransmissão de drones russos operando em território bielorrusso no prazo de uma semana, ou a Ucrânia o fará à força. Em apenas três dias, os equipamentos saíram do ar — uma vitória silenciosa para Kiev que expôs os limites do malabarismo geopolítico de Lukashenko entre o Kremlin e a Ucrânia.
Durante uma coletiva de imprensa conjunta em Kiev com o presidente hondurenho Nasry Asfura em 19 de junho, Zelensky acusou publicamente Belarus de hospedar estações de retransmissão de sinais russas em seu território, usadas para guiar ataques de drones kamikaze Shahed contra cidades ucranianas . Ele afirmou que os equipamentos estavam instalados "nas torres de Lukashenko" ao longo de duas regiões de fronteira com a Ucrânia e que Minsk não podia mais alegar ignorância sobre a atividade militar russa em seu solo
.
"Quando o Sr. Lukashenko diz que não quer ser arrastado para esta guerra, então que remova este equipamento, que o desligue", disse Zelensky .
Zelensky deu a Lukashenko uma semana para desativar e remover as estações de retransmissão . Suas palavras não deixaram margem para ambiguidade: "Se ele não fizer isso, nós o faremos" — ameaçando explicitamente uma ação militar unilateral ucraniana contra alvos em território bielorrusso se Minsk não agisse
. A Ucrânia identificou quatro estações de retransmissão em Belarus que precisavam ser desativadas
.
O resultado foi que as estações de retransmissão foram desligadas até 22 de junho sem que a Ucrânia precisasse realizar os ataques prometidos. Não está claro se os equipamentos foram removidos fisicamente ou apenas desligados . Zelensky postou no X: "Fizemos de tudo para que três ou quatro deles não estejam mais lá"
.
A Comissão Europeia expressou claro apoio à posição ucraniana. A porta-voz Anitta Hipper afirmou: "Belarus está ajudando a Rússia a travar sua guerra de agressão contra a Ucrânia. Portanto, os ucranianos têm o direito de se defender" . A UE não condenou o ultimato em si e o enquadrou no direito inerente da Ucrânia de se defender, com Hipper reiterando que "Belarus continua a ser um facilitador da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia"
.
Este episódio ilustra de forma contundente o equilíbrio impossível de Lukashenko entre Moscou e Kiev:
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Em 19 de junho de 2026, o presidente Zelensky acusou Belarus de abrigar estações de retransmissão russas usadas para guiar ataques de drones Shahed contra a Ucrânia e deu a Alexander Lukashenko uma semana para removê...
Em 19 de junho de 2026, o presidente Zelensky acusou Belarus de abrigar estações de retransmissão russas usadas para guiar ataques de drones Shahed contra a Ucrânia e deu a Alexander Lukashenko uma semana para removê... Em 22 de junho — três dias após o ultimato — os equipamentos pararam de funcionar, segundo relatos de Zelensky baseados em informações do Comandante Chefe Syrsky e da inteligência ucraniana, sem que a Ucrânia precisas...
O episódio expõe o equilíbrio impossível de Lukashenko entre a pressão do Kremlin e os ultimatos de Kiev, mostrando que ele optou por uma desescalada silenciosa com a Ucrânia enquanto mantém publicamente sua aliança c...