Pouyanné identificou rotas de exportação alternativas nos Emirados Árabes Unidos (EAU), Iraque e através da Síria como opções viáveis para nova infraestrutura de oleodutos . Ele alertou ainda que se o fechamento "perdurar encore deux ou trois mois" (continuar por mais dois ou três meses), a França entraria em uma era de escassez de energia — um cenário que já afeta alguns países asiáticos .
O Estreito de Ormuz está efetivamente fechado desde o final de fevereiro de 2026. Os EUA e Israel lançaram uma guerra aérea contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026; o Irã então bloqueou o estreito, paralisando quase todo o tráfego comercial . No final de março de 2026, tanto a BBC quanto a Bloomberg relataram o encalhe em massa de tripulações . Em 17 de junho de 2026 — quase quatro meses depois — um acordo preliminar de reabertura entre EUA e Irã foi anunciado, embora a passagem segura permanecesse incerta naquela data . Uma breve reabertura em 21 de abril de 2026 foi revertida no dia seguinte .
Correção importante: O estreito fechou no final de fevereiro de 2026, e não em março de 2025, como às vezes é relatado. A data de março de 2025 não é apoiada por nenhuma fonte verificada.
Confirmado. Autoridades dos EUA relataram que mais de 1.550 navios comerciais e mais de 22.500 marinheiros estavam retidos no início de maio de 2026 . A BBC noticiou cerca de 20.000 marinheiros presos no início de junho ; a Bloomberg citou uma estimativa de ~40.000 marítimos no total presos em ambos os lados do estreito, com cerca de metade desse número (20.000) sendo aqueles que permaneceram a bordo em vez de serem evacuados . O número de 1.550/22.500 é o cômputo oficial mais preciso.
As condições para as tripulações retidas são terríveis. Os marinheiros enfrentam suprimentos cada vez menores de comida e água potável, ameaças constantes de mísseis e minas, e o desgaste psicológico de estar preso em uma zona de guerra sem uma data clara para o fim . Os EUA lançaram o "Projeto Liberdade" para restaurar o fluxo do comércio, com ativos navais e aéreos escoltando navios através do estreito, embora a passagem segura ainda não esteja garantida .
Confirmado. O Estreito de Ormuz transportava cerca de 20 milhões de barris por dia de petróleo bruto e derivados em 2025, representando cerca de 25% do comércio marítimo global de petróleo e 20% do consumo total mundial de petróleo . Aproximadamente 80% desses fluxos destinavam-se aos mercados asiáticos . Os principais exportadores dependentes da rota incluíam Arábia Saudita (5,43 mb/d de petróleo bruto), Iraque (3,32 mb/d), EAU (2,02 mb/d de bruto + 1,22 mb/d de derivados) e Kuwait .
O cenário é mais complexo do que qualquer número único sugere. As fontes mostram uma ampla gama de capacidades dependendo da data e do status operacional:
Ressalva importante: O terminal portuário de Yanbu, no Mar Vermelho, tem uma capacidade de carregamento combinada de apenas cerca de 4 milhões de barris por dia, limitando a capacidade efetiva de exportação do oleoduto saudita, mesmo que a linha em si possa lidar com 7 mb/d . Esse gargalo portuário é uma grande restrição sobre quanto petróleo pode realmente contornar o estreito por esta rota.
Mesmo em plena capacidade de emergência, os sistemas de desvio combinados podem mover no máximo ~8,8 milhões de barris por dia, deixando um déficit de aproximadamente 11 milhões de barris por dia (ou mais) em comparação com os 20 mb/d normais que transitavam pelo estreito . Este déficit é o cerne da crise: estima-se que 11–15 milhões de barris de petróleo por dia permaneçam efetivamente presos no Golfo, incapazes de chegar aos mercados globais .
Oleoduto Oeste-Leste dos EAU (segunda rota de desvio): A construção começou no primeiro trimestre de 2025 para um novo oleoduto com capacidade de 1,5 mb/d . Os EAU confirmaram em maio de 2026 que o projeto estava quase 50% concluído e havia sido acelerado devido à crise, com entrada em operação esperada para o início de 2027 .
Capacidade da Arábia Saudita: Já a 7 mb/d na linha Leste-Oeste, operando em capacidade máxima de emergência. Qualquer expansão adicional seria aditiva, mas nenhum projeto específico de novo oleoduto saudita além do surto atual é detalhado nas fontes disponíveis.
Expansão do Iraque: O Iraque é referido como um contribuinte para potenciais aumentos futuros, mas números específicos de capacidade para a expansão do oleoduto de desvio iraquiano não são verificados de forma independente nos resultados da busca . O oleoduto IPSA do Iraque para a Arábia Saudita, que está inativo, tem uma capacidade teórica de 1,65 mb/d .
Meta futura combinada de 12–13 mb/d: A trajetória de três a cinco anos parece consistente com a adição da linha de 1,5 mb/d dos EAU aos atuais ~8,8 mb/d de capacidade operacional, mais potenciais expansões iraquianas e sauditas. No entanto, o material de origem é menos explícito sobre um único número de meta combinada preciso, e esta projeção deve ser tratada como uma estimativa informada, em vez de uma meta confirmada.
Pouyanné identificou rotas de exportação alternativas nos Emirados Árabes Unidos (EAU), Iraque e através da Síria como opções viáveis para nova infraestrutura de oleodutos . Ele alertou ainda que se o fechamento "perdurar encore deux ou trois mois" (continuar por mais dois ou três meses), a França entraria em uma era de escassez de energia — um cenário que já afeta alguns países asiáticos .
O Estreito de Ormuz está efetivamente fechado desde o final de fevereiro de 2026. Os EUA e Israel lançaram uma guerra aérea contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026; o Irã então bloqueou o estreito, paralisando quase todo o tráfego comercial . No final de março de 2026, tanto a BBC quanto a Bloomberg relataram o encalhe em massa de tripulações . Em 17 de junho de 2026 — quase quatro meses depois — um acordo preliminar de reabertura entre EUA e Irã foi anunciado, embora a passagem segura permanecesse incerta naquela data . Uma breve reabertura em 21 de abril de 2026 foi revertida no dia seguinte .
Correção importante: O estreito fechou no final de fevereiro de 2026, e não em março de 2025, como às vezes é relatado. A data de março de 2025 não é apoiada por nenhuma fonte verificada.
Confirmado. Autoridades dos EUA relataram que mais de 1.550 navios comerciais e mais de 22.500 marinheiros estavam retidos no início de maio de 2026 . A BBC noticiou cerca de 20.000 marinheiros presos no início de junho ; a Bloomberg citou uma estimativa de ~40.000 marítimos no total presos em ambos os lados do estreito, com cerca de metade desse número (20.000) sendo aqueles que permaneceram a bordo em vez de serem evacuados . O número de 1.550/22.500 é o cômputo oficial mais preciso.
As condições para as tripulações retidas são terríveis. Os marinheiros enfrentam suprimentos cada vez menores de comida e água potável, ameaças constantes de mísseis e minas, e o desgaste psicológico de estar preso em uma zona de guerra sem uma data clara para o fim . Os EUA lançaram o "Projeto Liberdade" para restaurar o fluxo do comércio, com ativos navais e aéreos escoltando navios através do estreito, embora a passagem segura ainda não esteja garantida .
Confirmado. O Estreito de Ormuz transportava cerca de 20 milhões de barris por dia de petróleo bruto e derivados em 2025, representando cerca de 25% do comércio marítimo global de petróleo e 20% do consumo total mundial de petróleo . Aproximadamente 80% desses fluxos destinavam-se aos mercados asiáticos . Os principais exportadores dependentes da rota incluíam Arábia Saudita (5,43 mb/d de petróleo bruto), Iraque (3,32 mb/d), EAU (2,02 mb/d de bruto + 1,22 mb/d de derivados) e Kuwait .
O cenário é mais complexo do que qualquer número único sugere. As fontes mostram uma ampla gama de capacidades dependendo da data e do status operacional:
Ressalva importante: O terminal portuário de Yanbu, no Mar Vermelho, tem uma capacidade de carregamento combinada de apenas cerca de 4 milhões de barris por dia, limitando a capacidade efetiva de exportação do oleoduto saudita, mesmo que a linha em si possa lidar com 7 mb/d . Esse gargalo portuário é uma grande restrição sobre quanto petróleo pode realmente contornar o estreito por esta rota.
Mesmo em plena capacidade de emergência, os sistemas de desvio combinados podem mover no máximo ~8,8 milhões de barris por dia, deixando um déficit de aproximadamente 11 milhões de barris por dia (ou mais) em comparação com os 20 mb/d normais que transitavam pelo estreito . Este déficit é o cerne da crise: estima-se que 11–15 milhões de barris de petróleo por dia permaneçam efetivamente presos no Golfo, incapazes de chegar aos mercados globais .
Oleoduto Oeste-Leste dos EAU (segunda rota de desvio): A construção começou no primeiro trimestre de 2025 para um novo oleoduto com capacidade de 1,5 mb/d . Os EAU confirmaram em maio de 2026 que o projeto estava quase 50% concluído e havia sido acelerado devido à crise, com entrada em operação esperada para o início de 2027 .
Capacidade da Arábia Saudita: Já a 7 mb/d na linha Leste-Oeste, operando em capacidade máxima de emergência. Qualquer expansão adicional seria aditiva, mas nenhum projeto específico de novo oleoduto saudita além do surto atual é detalhado nas fontes disponíveis.
Expansão do Iraque: O Iraque é referido como um contribuinte para potenciais aumentos futuros, mas números específicos de capacidade para a expansão do oleoduto de desvio iraquiano não são verificados de forma independente nos resultados da busca . O oleoduto IPSA do Iraque para a Arábia Saudita, que está inativo, tem uma capacidade teórica de 1,65 mb/d .
Meta futura combinada de 12–13 mb/d: A trajetória de três a cinco anos parece consistente com a adição da linha de 1,5 mb/d dos EAU aos atuais ~8,8 mb/d de capacidade operacional, mais potenciais expansões iraquianas e sauditas. No entanto, o material de origem é menos explícito sobre um único número de meta combinada preciso, e esta projeção deve ser tratada como uma estimativa informada, em vez de uma meta confirmada.