Aqui está tudo o que você precisa saber sobre os principais desenvolvimentos, movimentos de infraestrutura e implicações competitivas.
A transformação não é uma previsão distante — ela já é mensurável. Nos EUA, o tráfego gerado por IA generativa no varejo cresceu até 4.700% ano a ano em julho de 2025, enquanto o tráfego orgânico de busca caiu . Isso sinaliza uma mudança fundamental: a IA generativa está se tornando a principal interface para descoberta, comparação e recomendação de produtos.
Até 2030, os consumidores treinarão assistentes de compra de IA personalizados com seus dados de consumo, e esses assistentes farão recomendações e compras em várias plataformas, como Amazon, Shopee, Mercado Livre e Magalu . É a evolução da busca reativa para um comércio preditivo e orientado por intenção.
A IA generativa também está remodelando toda a cadeia de valor do e-commerce — desde a geração de conteúdo (descrições de produtos, imagens, vídeos) até a precificação dinâmica, otimização de sortimento e logística . As recomendações baseadas em IA já são responsáveis por 35% das compras na Amazon . O mercado de IA generativa no e-commerce deve atingir US$ 110,8 bilhões até 2030 , embora outras estimativas, dependendo do escopo, projetem algo em torno de US$ 2,1 bilhões até 2032 .
No entanto, a adoção ainda é desigual. O uso de IA está concentrado nas fases iniciais da compra: cerca de 62% para comparação, contra apenas 23% no checkout e 19% no pós-venda . Essa lacuna destaca onde a infraestrutura e a confiança ainda precisam ser construídas.
O desenvolvimento mais crítico nos bastidores é a corrida para construir uma infraestrutura padronizada para transações entre agentes e lojistas. Não se trata de um padrão único, mas de um cenário fragmentado e em rápida evolução.
Um consenso está se formando em torno de uma arquitetura de duas camadas: uma camada superior de orquestração, que cuida da descoberta e iniciação da transação, e uma camada inferior de liquidação, que lida com a transferência de valor . Isso espelha a separação entre a lógica do comércio e os sistemas de pagamento no e-commerce tradicional.
Entre setembro de 2025 e março de 2026, grandes players lançaram padrões concorrentes :
No primeiro trimestre de 2026, pelo menos cinco grandes protocolos competiam, sem um vencedor único. Isso cria um cenário de integração fragmentado para os varejistas .
A ascensão do comércio agêntico muda fundamentalmente a forma como a concorrência opera no varejo.
Em vez de competir por cliques ou atenção, os varejistas competirão cada vez mais para serem selecionados por agentes de IA agindo em nome dos consumidores. A qualidade dos dados do produto, a lógica de preços, os sinais de disponibilidade e a confiabilidade na entrega se tornam os novos campos de batalha . Como uma análise da McKinsey coloca, não são mais "estratégia de marketing" ou "consciência de marca" os fatores críticos — mas sim se os agentes de IA conseguem ver, entender e transacionar com o catálogo de um lojista .
A McKinsey argumenta que os lojistas que construírem uma infraestrutura de dados robusta e legível por IA agora capturarão a oportunidade de US$ 5 trilhões . As marcas vencedoras não serão as com as melhores imagens ou textos de marketing; serão aquelas cujos dados são limpos, estruturados e confiáveis o suficiente para um agente de IA entender .
As plataformas de IA (ChatGPT, Google AI Mode, Perplexity, Meta AI, Amazon Rufus) estão se tornando os novos portais para o comércio, potencialmente desintermediando as lojas e marketplaces tradicionais . Um mapa de mercado da CB Insights, publicado em novembro de 2025, listou mais de 90 empresas no cenário do comércio agêntico .
A SAP, a NRF 2026 e a McKinsey estão pedindo que os varejistas atualizem seus sistemas de back-office e dados agora para permanecerem visíveis e acessíveis para transações por agentes de IA . A mensagem da NRF 2026 foi clara: a infraestrutura para o comércio agêntico está sendo montada, e aqueles que esperarem correm o risco de se tornarem invisíveis na jornada de compra orientada por IA.
68% dos consumidores já usaram pelo menos uma ferramenta de IA em suas últimas três interações de compra, um ritmo que supera os planos da maioria das marcas . De 30% a 45% dos consumidores americanos já usam IA generativa para pesquisar e comparar produtos . Durante a Black Friday de 2025, a IA e os agentes influenciaram US$ 3 bilhões em vendas nos EUA, de acordo com a Salesforce .
Aqui está tudo o que você precisa saber sobre os principais desenvolvimentos, movimentos de infraestrutura e implicações competitivas.
A transformação não é uma previsão distante — ela já é mensurável. Nos EUA, o tráfego gerado por IA generativa no varejo cresceu até 4.700% ano a ano em julho de 2025, enquanto o tráfego orgânico de busca caiu . Isso sinaliza uma mudança fundamental: a IA generativa está se tornando a principal interface para descoberta, comparação e recomendação de produtos.
Até 2030, os consumidores treinarão assistentes de compra de IA personalizados com seus dados de consumo, e esses assistentes farão recomendações e compras em várias plataformas, como Amazon, Shopee, Mercado Livre e Magalu . É a evolução da busca reativa para um comércio preditivo e orientado por intenção.
A IA generativa também está remodelando toda a cadeia de valor do e-commerce — desde a geração de conteúdo (descrições de produtos, imagens, vídeos) até a precificação dinâmica, otimização de sortimento e logística . As recomendações baseadas em IA já são responsáveis por 35% das compras na Amazon . O mercado de IA generativa no e-commerce deve atingir US$ 110,8 bilhões até 2030 , embora outras estimativas, dependendo do escopo, projetem algo em torno de US$ 2,1 bilhões até 2032 .
No entanto, a adoção ainda é desigual. O uso de IA está concentrado nas fases iniciais da compra: cerca de 62% para comparação, contra apenas 23% no checkout e 19% no pós-venda . Essa lacuna destaca onde a infraestrutura e a confiança ainda precisam ser construídas.
O desenvolvimento mais crítico nos bastidores é a corrida para construir uma infraestrutura padronizada para transações entre agentes e lojistas. Não se trata de um padrão único, mas de um cenário fragmentado e em rápida evolução.
Um consenso está se formando em torno de uma arquitetura de duas camadas: uma camada superior de orquestração, que cuida da descoberta e iniciação da transação, e uma camada inferior de liquidação, que lida com a transferência de valor . Isso espelha a separação entre a lógica do comércio e os sistemas de pagamento no e-commerce tradicional.
Entre setembro de 2025 e março de 2026, grandes players lançaram padrões concorrentes :
No primeiro trimestre de 2026, pelo menos cinco grandes protocolos competiam, sem um vencedor único. Isso cria um cenário de integração fragmentado para os varejistas .
A ascensão do comércio agêntico muda fundamentalmente a forma como a concorrência opera no varejo.
Em vez de competir por cliques ou atenção, os varejistas competirão cada vez mais para serem selecionados por agentes de IA agindo em nome dos consumidores. A qualidade dos dados do produto, a lógica de preços, os sinais de disponibilidade e a confiabilidade na entrega se tornam os novos campos de batalha . Como uma análise da McKinsey coloca, não são mais "estratégia de marketing" ou "consciência de marca" os fatores críticos — mas sim se os agentes de IA conseguem ver, entender e transacionar com o catálogo de um lojista .
A McKinsey argumenta que os lojistas que construírem uma infraestrutura de dados robusta e legível por IA agora capturarão a oportunidade de US$ 5 trilhões . As marcas vencedoras não serão as com as melhores imagens ou textos de marketing; serão aquelas cujos dados são limpos, estruturados e confiáveis o suficiente para um agente de IA entender .
As plataformas de IA (ChatGPT, Google AI Mode, Perplexity, Meta AI, Amazon Rufus) estão se tornando os novos portais para o comércio, potencialmente desintermediando as lojas e marketplaces tradicionais . Um mapa de mercado da CB Insights, publicado em novembro de 2025, listou mais de 90 empresas no cenário do comércio agêntico .
A SAP, a NRF 2026 e a McKinsey estão pedindo que os varejistas atualizem seus sistemas de back-office e dados agora para permanecerem visíveis e acessíveis para transações por agentes de IA . A mensagem da NRF 2026 foi clara: a infraestrutura para o comércio agêntico está sendo montada, e aqueles que esperarem correm o risco de se tornarem invisíveis na jornada de compra orientada por IA.
68% dos consumidores já usaram pelo menos uma ferramenta de IA em suas últimas três interações de compra, um ritmo que supera os planos da maioria das marcas . De 30% a 45% dos consumidores americanos já usam IA generativa para pesquisar e comparar produtos . Durante a Black Friday de 2025, a IA e os agentes influenciaram US$ 3 bilhões em vendas nos EUA, de acordo com a Salesforce .