No dia 22 de junho de 2026, o analista Mehdi Hosseini, do Susquehanna, elevou o preço-alvo da TSMC de US$ 500 para US$ 575, mantendo a classificação Positiva . O ajuste reflete premissas mais altas para a receita e expansão das margens ligadas aos nós avançados de IA
. Com as ações cotadas a cerca de US$ 468, isso implica um potencial de alta de aproximadamente 23%
. Vale notar que US$ 575 está entre os mais altos alvos divulgados publicamente – a média do consenso de 18 a 19 analistas fica em torno de US$ 467 a US$ 473, com alvos individuais variando de US$ 354 a US$ 600
.
O valor de US$ 265 bilhões deve ser visto com cautela:
A TSMC carrega um consenso de Wall Street esmagadoramente otimista:
A grande dispersão dos alvos (US$ 354 no mínimo vs. US$ 600 no máximo) reflete que, embora a narrativa da IA seja amplamente aceita, há divergências sobre a avaliação exata – particularmente em relação ao risco geopolítico das tensões no Estreito de Taiwan e ao custo/ritmo da construção das fábricas americanas .
Resumo: As máximas históricas da TSMC são uma consequência direta de sua posição quase monopolista na fabricação de chips de IA, do aumento explosivo de receita e margens e de uma expansão massiva nos EUA que reduz os riscos de sua cadeia de suprimentos. O alvo de US$ 575 do Susquehanna está entre os mais otimistas do mercado, mas se alinha à narrativa central de que a TSMC é o gargalo mais importante na infraestrutura global de IA.
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