Um recorde de 35 novos supercomputadores NVIDIA AI HPC está em desenvolvimento em 23 países europeus, equipando mais de 3 milhões de pesquisadores . Entre as instituições confirmadas estão:
Esses sistemas abrangem usos que vão desde fábricas de IA até pesquisas climáticas e de energia, incluindo computação híbrida quântica-GPU .
O Vera Rubin foi projetado como uma plataforma convergente de HPC e IA, executando tanto simulações tradicionais baseadas em física (FP64) quanto cargas de trabalho de IA na mesma infraestrutura .
A NVIDIA descreve essa convergência como o ponto onde a ciência "vive na interseção da simulação baseada em física e da IA — onde surrogates de aprendizado de máquina aceleram modelos multiescala, a IA generativa propõe moléculas ou materiais candidatos para validação de alta fidelidade, e os solvers tradicionais geram os dados de treinamento que tornam a IA possível" .