Vibe coding é a prática de descrever as funcionalidades desejadas de um software em linguagem natural e deixar a IA gerar o código. De acordo com um artigo de junho de 2026, a Bain "implementou com sucesso o vibe coding para criar centenas de protótipos de software com o objetivo de avaliar alvos de aquisição" . O processo funciona assim: consultores descrevem as características da plataforma-alvo em linguagem simples para um modelo de IA, que então constrói uma réplica funcional. Isso permite que a equipe de diligência teste se a tecnologia da empresa-alvo pode ser facilmente replicada por concorrentes ou novos entrantes .
A própria Bain descreve sua abordagem de diligência como "outside-in" — analisar a empresa de fora para dentro, usando dados e sinais externos, em vez de confiar apenas nas informações fornecidas pelo vendedor . Em um estudo de caso publicado pela Bain, a equipe de diligência construiu e testou um protótipo "de fora para dentro" para uma empresa de saúde nativa em IA. Isso convenceu o patrocinador de que a tecnologia da empresa-alvo poderia ser desafiada mais facilmente do que o vendedor havia sugerido . O relatório de M&A de 2026 da Bain identifica a "precisão aprimorada na inteligência outside-in" como uma das cinco principais maneiras pelas quais a IA está gerando mais valor em fusões e aquisições .
É importante notar que, embora artigos de notícias usem explicitamente o termo "vibe coding" no fluxo de trabalho da Bain , as publicações oficiais da empresa descrevem a construção de protótipos, mas não usam esse termo específico . A tendência mais ampla de diligência outside-in baseada em IA é bem documentada em empresas como Bain, McKinsey, AlixPartners e KPMG .
A capacidade de construir uma cópia funcional do produto de uma empresa-alvo de forma barata e rápida tem consequências diretas na avaliação. Se um potencial comprador pode demonstrar que a tecnologia central de uma empresa pode ser reproduzida em dias ou semanas por um modelo de IA, a diferenciação tecnológica percebida enfraquece. Isso dá ao comprador uma posição de negociação mais forte e um argumento baseado em fatos para avaliações mais baixas, já que o "prêmio tecnológico" embutido no preço de compra se torna mais difícil de justificar .
Essa prática atinge o coração dos fossos competitivos tradicionais de software. Muitas empresas de software dependem de bases de código proprietárias, conjuntos complexos de recursos e velocidade de desenvolvimento como barreiras de entrada. O vibe coding corrói essas barreiras: se a funcionalidade principal de um produto SaaS pode ser replicada ao descrevê-la para uma IA, a vantagem de custo de mudança e a defensabilidade tecnológica que antes justificavam múltiplos premium podem evaporar . O fundador de uma startup de vibe coding que vendeu sua empresa por aproximadamente US$ 80 milhões alertou publicamente que essas ferramentas "são fáceis de clonar, e isso as torna negócios frágeis" .
A CNBC testou esse conceito diretamente em fevereiro de 2026. Usando o Claude Code da Anthropic, uma equipe sem habilidades profissionais de desenvolvimento conseguiu construir uma alternativa funcional ao Monday.com, uma plataforma de gerenciamento de projetos avaliada em aproximadamente US$ 5 bilhões .
A ascensão do vibe coding na due diligence de M&A representa uma mudança real na alavancagem de negociação. Compradores equipados com essas ferramentas podem testar a defensabilidade tecnológica de uma empresa-alvo antes de assinar um termo de compromisso — e isso muda a matemática sobre o real valor de uma empresa de software.
Vibe coding é a prática de descrever as funcionalidades desejadas de um software em linguagem natural e deixar a IA gerar o código. De acordo com um artigo de junho de 2026, a Bain "implementou com sucesso o vibe coding para criar centenas de protótipos de software com o objetivo de avaliar alvos de aquisição" . O processo funciona assim: consultores descrevem as características da plataforma-alvo em linguagem simples para um modelo de IA, que então constrói uma réplica funcional. Isso permite que a equipe de diligência teste se a tecnologia da empresa-alvo pode ser facilmente replicada por concorrentes ou novos entrantes .
A própria Bain descreve sua abordagem de diligência como "outside-in" — analisar a empresa de fora para dentro, usando dados e sinais externos, em vez de confiar apenas nas informações fornecidas pelo vendedor . Em um estudo de caso publicado pela Bain, a equipe de diligência construiu e testou um protótipo "de fora para dentro" para uma empresa de saúde nativa em IA. Isso convenceu o patrocinador de que a tecnologia da empresa-alvo poderia ser desafiada mais facilmente do que o vendedor havia sugerido . O relatório de M&A de 2026 da Bain identifica a "precisão aprimorada na inteligência outside-in" como uma das cinco principais maneiras pelas quais a IA está gerando mais valor em fusões e aquisições .
É importante notar que, embora artigos de notícias usem explicitamente o termo "vibe coding" no fluxo de trabalho da Bain , as publicações oficiais da empresa descrevem a construção de protótipos, mas não usam esse termo específico . A tendência mais ampla de diligência outside-in baseada em IA é bem documentada em empresas como Bain, McKinsey, AlixPartners e KPMG .
A capacidade de construir uma cópia funcional do produto de uma empresa-alvo de forma barata e rápida tem consequências diretas na avaliação. Se um potencial comprador pode demonstrar que a tecnologia central de uma empresa pode ser reproduzida em dias ou semanas por um modelo de IA, a diferenciação tecnológica percebida enfraquece. Isso dá ao comprador uma posição de negociação mais forte e um argumento baseado em fatos para avaliações mais baixas, já que o "prêmio tecnológico" embutido no preço de compra se torna mais difícil de justificar .
Essa prática atinge o coração dos fossos competitivos tradicionais de software. Muitas empresas de software dependem de bases de código proprietárias, conjuntos complexos de recursos e velocidade de desenvolvimento como barreiras de entrada. O vibe coding corrói essas barreiras: se a funcionalidade principal de um produto SaaS pode ser replicada ao descrevê-la para uma IA, a vantagem de custo de mudança e a defensabilidade tecnológica que antes justificavam múltiplos premium podem evaporar . O fundador de uma startup de vibe coding que vendeu sua empresa por aproximadamente US$ 80 milhões alertou publicamente que essas ferramentas "são fáceis de clonar, e isso as torna negócios frágeis" .
A CNBC testou esse conceito diretamente em fevereiro de 2026. Usando o Claude Code da Anthropic, uma equipe sem habilidades profissionais de desenvolvimento conseguiu construir uma alternativa funcional ao Monday.com, uma plataforma de gerenciamento de projetos avaliada em aproximadamente US$ 5 bilhões .
A ascensão do vibe coding na due diligence de M&A representa uma mudança real na alavancagem de negociação. Compradores equipados com essas ferramentas podem testar a defensabilidade tecnológica de uma empresa-alvo antes de assinar um termo de compromisso — e isso muda a matemática sobre o real valor de uma empresa de software.