Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17] A Binance suspendeu temporariamente os saques e afirmou que cobriria as perdas. Cerca de US$ 3 bilhões em ativos f...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: the record $6.3 billion Binance hack beginning October 29, including the theft’s timing, scale and movement across 10 blockchains; TRM Labs’. Article summary: Binance reportedly lost approximately $6.3 billion in the October 29, 2026 attack, described by Reuters as the largest cryptocurrency theft on record.[1][3] The available excerpts support the broad scale, suspected North. Topic tags: general, general web, news, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts w
A Binance informou que um incidente de segurança em 29 de outubro de 2026 teve impacto estimado em US$ 6,3 bilhões. De acordo com a TRM Labs, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da corretora em dez blockchains — redes distintas que registram transações de criptoativos. A maior parte das movimentações ocorreu em aproximadamente 20 minutos. Se confirmado, o caso será o maior roubo de criptomoedas registrado até hoje.2
17
A TRM Labs situou o início das saídas por volta das 20h05 UTC. Os valores incluíam diferentes criptomoedas e foram transferidos rapidamente entre várias redes.2
18 Enquanto respondia ao incidente, a Binance suspendeu temporariamente os saques.
17
O valor estimado é várias vezes maior que os cerca de US$ 1,5 bilhão roubados no ataque à Bybit em 2025, que até então era apontado como o maior roubo de criptomoedas.5
A investigação preliminar da Binance apontou para o possível comprometimento do notebook de um engenheiro de operações de desenvolvimento, segundo relatos sobre as conclusões iniciais da empresa.11 Uma análise técnica descreve um cenário em que os invasores teriam usado a infraestrutura de saques das carteiras quentes da Binance — carteiras conectadas à internet para processar transações — para assinar e enviar ativos a endereços sob seu controle.
6
Essas informações ainda não formam um relato completo e verificado de forma independente. As fontes disponíveis não esclarecem todos os passos entre o comprometimento do notebook e as transferências, nem confirmam como o acesso para assinar transações funcionava em todas as blockchains afetadas. Uma falha no processo de saques, por si só, também não comprova que as chaves privadas das carteiras tenham sido roubadas.
A TRM Labs e a Chainalysis associaram o incidente ao TraderTraitor, grupo ligado à Coreia do Norte em reportagens sobre o caso.1 Trata-se de uma avaliação de investigadores, não de uma autoria confirmada pela Binance. Segundo relatos, a investigação preliminar da própria empresa não identificou publicamente um responsável.
11
Por isso, essa atribuição deve ser tratada como uma linha de investigação, e não como uma conclusão definitiva. As fontes disponíveis também não comprovam uma ligação com o ataque à Bitget nem sustentam outras alegações sobre declarações anteriores da Coreia do Norte a respeito do incidente.
A Binance afirmou que trabalhou com parceiros para congelar cerca de US$ 3 bilhões em ativos afetados e que cobriria as perdas. Emissores de stablecoins — criptomoedas projetadas para manter valor estável —, incluindo Tether e Circle, também congelaram ativos associados ao roubo, segundo a Reuters.3
17 Essas medidas foram relatadas, mas as fontes não indicam que todos os ativos tenham sido recuperados ou que os reembolsos já tenham sido concluídos.
A Reuters também informou que a Binance estava trabalhando com o FBI, o Serviço Secreto dos Estados Unidos e outras autoridades policiais.19 As informações disponíveis não especificam quanto, se algum valor, essas agências haviam recuperado naquele momento.
Os preços das criptomoedas caíram após a divulgação do incidente, e analistas alertaram que um roubo dessa dimensão poderia abalar a confiança nos ativos digitais.17 Essa reação, sozinha, não comprova efeitos mais amplos, como liquidações forçadas ou uma perda duradoura de confiança.
Ainda faltam respostas sobre o caminho técnico que levou aos sistemas de saque da Binance, o saldo final entre ativos congelados e não recuperados e a autoria definitiva do ataque. Os valores e as avaliações de investigadores refletem o que era conhecido em 30 de outubro de 2026 e podem mudar conforme a apuração avance.
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Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17]
Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17] A Binance suspendeu temporariamente os saques e afirmou que cobriria as perdas. Cerca de US$ 3 bilhões em ativos foram congelados, mas isso não significa que todo o valor tenha sido recuperado.[3][17]
Investigadores associaram o ataque ao grupo TraderTraitor, ligado à Coreia do Norte, mas a Binance não confirmou a autoria e os detalhes técnicos do invasão ainda estão sob investigação.[1][11]
Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17] A Binance suspendeu temporariamente os saques e afirmou que cobriria as perdas. Cerca de US$ 3 bilhões em ativos f...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: the record $6.3 billion Binance hack beginning October 29, including the theft’s timing, scale and movement across 10 blockchains; TRM Labs’. Article summary: Binance reportedly lost approximately $6.3 billion in the October 29, 2026 attack, described by Reuters as the largest cryptocurrency theft on record.[1][3] The available excerpts support the broad scale, suspected North. Topic tags: general, general web, news, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts w
A Binance informou que um incidente de segurança em 29 de outubro de 2026 teve impacto estimado em US$ 6,3 bilhões. De acordo com a TRM Labs, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da corretora em dez blockchains — redes distintas que registram transações de criptoativos. A maior parte das movimentações ocorreu em aproximadamente 20 minutos. Se confirmado, o caso será o maior roubo de criptomoedas registrado até hoje.2
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A TRM Labs situou o início das saídas por volta das 20h05 UTC. Os valores incluíam diferentes criptomoedas e foram transferidos rapidamente entre várias redes.2
18 Enquanto respondia ao incidente, a Binance suspendeu temporariamente os saques.
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O valor estimado é várias vezes maior que os cerca de US$ 1,5 bilhão roubados no ataque à Bybit em 2025, que até então era apontado como o maior roubo de criptomoedas.5
A investigação preliminar da Binance apontou para o possível comprometimento do notebook de um engenheiro de operações de desenvolvimento, segundo relatos sobre as conclusões iniciais da empresa.11 Uma análise técnica descreve um cenário em que os invasores teriam usado a infraestrutura de saques das carteiras quentes da Binance — carteiras conectadas à internet para processar transações — para assinar e enviar ativos a endereços sob seu controle.
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Essas informações ainda não formam um relato completo e verificado de forma independente. As fontes disponíveis não esclarecem todos os passos entre o comprometimento do notebook e as transferências, nem confirmam como o acesso para assinar transações funcionava em todas as blockchains afetadas. Uma falha no processo de saques, por si só, também não comprova que as chaves privadas das carteiras tenham sido roubadas.
A TRM Labs e a Chainalysis associaram o incidente ao TraderTraitor, grupo ligado à Coreia do Norte em reportagens sobre o caso.1 Trata-se de uma avaliação de investigadores, não de uma autoria confirmada pela Binance. Segundo relatos, a investigação preliminar da própria empresa não identificou publicamente um responsável.
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Por isso, essa atribuição deve ser tratada como uma linha de investigação, e não como uma conclusão definitiva. As fontes disponíveis também não comprovam uma ligação com o ataque à Bitget nem sustentam outras alegações sobre declarações anteriores da Coreia do Norte a respeito do incidente.
A Binance afirmou que trabalhou com parceiros para congelar cerca de US$ 3 bilhões em ativos afetados e que cobriria as perdas. Emissores de stablecoins — criptomoedas projetadas para manter valor estável —, incluindo Tether e Circle, também congelaram ativos associados ao roubo, segundo a Reuters.3
17 Essas medidas foram relatadas, mas as fontes não indicam que todos os ativos tenham sido recuperados ou que os reembolsos já tenham sido concluídos.
A Reuters também informou que a Binance estava trabalhando com o FBI, o Serviço Secreto dos Estados Unidos e outras autoridades policiais.19 As informações disponíveis não especificam quanto, se algum valor, essas agências haviam recuperado naquele momento.
Os preços das criptomoedas caíram após a divulgação do incidente, e analistas alertaram que um roubo dessa dimensão poderia abalar a confiança nos ativos digitais.17 Essa reação, sozinha, não comprova efeitos mais amplos, como liquidações forçadas ou uma perda duradoura de confiança.
Ainda faltam respostas sobre o caminho técnico que levou aos sistemas de saque da Binance, o saldo final entre ativos congelados e não recuperados e a autoria definitiva do ataque. Os valores e as avaliações de investigadores refletem o que era conhecido em 30 de outubro de 2026 e podem mudar conforme a apuração avance.
Studio Global AI
Esta página inclui uma resposta baseada na fonte que você pode continuar em Studio Global.
Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17]
Em 29 de outubro de 2026, cerca de US$ 6,36 bilhões saíram de carteiras da Binance em dez blockchains; a maior parte dos valores foi movimentada em aproximadamente 20 minutos, segundo a TRM Labs.[2][17] A Binance suspendeu temporariamente os saques e afirmou que cobriria as perdas. Cerca de US$ 3 bilhões em ativos foram congelados, mas isso não significa que todo o valor tenha sido recuperado.[3][17]
Investigadores associaram o ataque ao grupo TraderTraitor, ligado à Coreia do Norte, mas a Binance não confirmou a autoria e os detalhes técnicos do invasão ainda estão sob investigação.[1][11]