Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam. ETFs à vista de Solana negociados nos EUA tiveram saídas de recursos por três dias seguidos, de 5 a 7 de outubro, após uma semana de fortes entradas em setembro.
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How did Solana’s October 8, 2026 sell-off unfold—including its roughly 3% decline below $115, midday price of $113–$114 and market capitaliz. Article summary: Solana’s October 8 decline was a fast-moving part of a broader crypto sell-off, amplified by liquidations of leveraged long positions—not evidence that network activity had suddenly collapsed. Reports put SOL below $115 . Topic tags: general, general web, user generated, government. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, ch
A queda da Solana em 8 de outubro aconteceu em meio à fraqueza generalizada do mercado cripto, a saídas de recursos de ETFs e a uma onda de liquidações de posições alavancadas em SOL. O token foi negociado perto de US$ 113 a US$ 114 em alguns registros e, depois, caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora. Nesse intervalo, US$ 15,85 milhões em posições compradas de SOL foram liquidados nas corretoras Binance, Bybit e OKX. Os valores variam conforme o horário e o levantamento consultado; não representam uma única cotação fixa para o dia. 7
Um dos registros apontou que o SOL havia recuado cerca de 3%, para perto de US$ 115. Outro indicou cotação de US$ 112,28, queda de 3,46% em relação à abertura da sessão, depois de uma máxima intradiária de US$ 116,81. Mais tarde, outro levantamento registrou o recuo de US$ 113 para US$ 109 em uma hora, ampliando a perda em 24 horas para 6,11%. Naquele momento, a Solana tinha valor de mercado estimado em cerca de US$ 66 bilhões. 7
As liquidações ajudam a entender como uma queda pode ganhar velocidade: quando o preço recua, posições compradas com alavancagem podem ser encerradas à força, acrescentando pressão vendedora. Isso, por si só, não identifica o que iniciou o movimento. Um levantamento mais amplo também registrou liquidações expressivas no mercado cripto naquele dia, em sua maioria de posições compradas.
O Bitcoin também perdeu valor: caiu abaixo de US$ 83 mil e, posteriormente, de US$ 81 mil. O movimento situa a queda do SOL em um recuo mais amplo dos ativos de risco — e não aponta, por si só, para um evento específico da Solana.
Os ETFs à vista de Solana negociados nos Estados Unidos registraram saídas líquidas por três dias consecutivos, de 5 a 7 de outubro. Um levantamento apontou retiradas de US$ 9,24 milhões, US$ 3,69 milhões e US$ 4,8 milhões nesses dias, totalizando cerca de US$ 17,73 milhões. 17
O cenário contrastou com o de semanas anteriores. Na semana encerrada em 25 de setembro, os ETFs à vista de Solana nos EUA receberam cerca de US$ 188,2 milhões; outro relato apontou entradas acima de US$ 271 milhões em setembro. Até 8 de outubro, as notícias já mencionavam mais de US$ 22 milhões em saídas líquidas no mês. São números de períodos diferentes: mostram uma mudança no fluxo reportado, mas não isolam o efeito dos ETFs sobre o preço do SOL. 2
4
O cenário macroeconômico também estava no radar. A ata da reunião de setembro do Federal Reserve, divulgada em 7 de outubro, indicou que a maioria dos participantes considerava provável que outro aumento de juros fosse apropriado até o fim do ano, sem definir uma data. A próxima reunião de política monetária estava marcada para 27 e 28 de outubro, e os dados de inflação de setembro seriam divulgados em 14 de outubro. Eram eventos futuros acompanhados pelo mercado, não uma prova da causa da queda horária do SOL.
Ao mesmo tempo, indicadores divulgados sobre o uso da Solana mostravam avanço. Dados da Santiment apontavam cerca de 1,71 milhão de novas carteiras por dia, alta de 124% desde o início de setembro. O número de endereços ativos diariamente teria aumentado 58%, para aproximadamente 4,27 milhões. Relatos também apontavam mais de 14 milhões de endereços com stablecoins na rede e uma oferta superior a US$ 15 bilhões. 2
4
7
Esses dados mostram outra dimensão da rede, diferente da negociação diária do token. Carteiras e endereços não correspondem necessariamente a pessoas distintas, e mais atividade na rede não gera automaticamente uma procura imediata por SOL. A adoção pode ser relevante para o valor da Solana no longo prazo, mas esses indicadores, isoladamente, não mostram se ou quando esse valor será refletido no preço do token.
O episódio de 8 de outubro combinou queda ampla do mercado, saídas de ETFs e liquidações expressivas de posições compradas em SOL. O conjunto é compatível com a hipótese de que a alavancagem tenha ampliado o recuo, mas os relatos disponíveis não estabelecem uma causa única.
Enquanto isso, o crescimento da atividade e dos indicadores de stablecoins aponta para uma dinâmica diferente. A cotação de curto prazo e a adoção da rede podem seguir caminhos distintos: nenhuma das duas séries de dados, sozinha, garante o que acontecerá com o SOL a seguir.
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Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam.
Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam. ETFs à vista de Solana negociados nos EUA tiveram saídas de recursos por três dias seguidos, de 5 a 7 de outubro, após uma semana de fortes entradas em setembro.
Indicadores de carteiras e stablecoins na rede Solana estavam em alta, mas crescimento de uso não significa, por si só, demanda imediata pelo token SOL.
Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam. ETFs à vista de Solana negociados nos EUA tiveram saídas de recursos por três dias seguidos, de 5 a 7 de outubro, após uma semana de fortes entradas em setembro.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How did Solana’s October 8, 2026 sell-off unfold—including its roughly 3% decline below $115, midday price of $113–$114 and market capitaliz. Article summary: Solana’s October 8 decline was a fast-moving part of a broader crypto sell-off, amplified by liquidations of leveraged long positions—not evidence that network activity had suddenly collapsed. Reports put SOL below $115 . Topic tags: general, general web, user generated, government. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, ch
A queda da Solana em 8 de outubro aconteceu em meio à fraqueza generalizada do mercado cripto, a saídas de recursos de ETFs e a uma onda de liquidações de posições alavancadas em SOL. O token foi negociado perto de US$ 113 a US$ 114 em alguns registros e, depois, caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora. Nesse intervalo, US$ 15,85 milhões em posições compradas de SOL foram liquidados nas corretoras Binance, Bybit e OKX. Os valores variam conforme o horário e o levantamento consultado; não representam uma única cotação fixa para o dia. 7
Um dos registros apontou que o SOL havia recuado cerca de 3%, para perto de US$ 115. Outro indicou cotação de US$ 112,28, queda de 3,46% em relação à abertura da sessão, depois de uma máxima intradiária de US$ 116,81. Mais tarde, outro levantamento registrou o recuo de US$ 113 para US$ 109 em uma hora, ampliando a perda em 24 horas para 6,11%. Naquele momento, a Solana tinha valor de mercado estimado em cerca de US$ 66 bilhões. 7
As liquidações ajudam a entender como uma queda pode ganhar velocidade: quando o preço recua, posições compradas com alavancagem podem ser encerradas à força, acrescentando pressão vendedora. Isso, por si só, não identifica o que iniciou o movimento. Um levantamento mais amplo também registrou liquidações expressivas no mercado cripto naquele dia, em sua maioria de posições compradas.
O Bitcoin também perdeu valor: caiu abaixo de US$ 83 mil e, posteriormente, de US$ 81 mil. O movimento situa a queda do SOL em um recuo mais amplo dos ativos de risco — e não aponta, por si só, para um evento específico da Solana.
Os ETFs à vista de Solana negociados nos Estados Unidos registraram saídas líquidas por três dias consecutivos, de 5 a 7 de outubro. Um levantamento apontou retiradas de US$ 9,24 milhões, US$ 3,69 milhões e US$ 4,8 milhões nesses dias, totalizando cerca de US$ 17,73 milhões. 17
O cenário contrastou com o de semanas anteriores. Na semana encerrada em 25 de setembro, os ETFs à vista de Solana nos EUA receberam cerca de US$ 188,2 milhões; outro relato apontou entradas acima de US$ 271 milhões em setembro. Até 8 de outubro, as notícias já mencionavam mais de US$ 22 milhões em saídas líquidas no mês. São números de períodos diferentes: mostram uma mudança no fluxo reportado, mas não isolam o efeito dos ETFs sobre o preço do SOL. 2
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O cenário macroeconômico também estava no radar. A ata da reunião de setembro do Federal Reserve, divulgada em 7 de outubro, indicou que a maioria dos participantes considerava provável que outro aumento de juros fosse apropriado até o fim do ano, sem definir uma data. A próxima reunião de política monetária estava marcada para 27 e 28 de outubro, e os dados de inflação de setembro seriam divulgados em 14 de outubro. Eram eventos futuros acompanhados pelo mercado, não uma prova da causa da queda horária do SOL.
Ao mesmo tempo, indicadores divulgados sobre o uso da Solana mostravam avanço. Dados da Santiment apontavam cerca de 1,71 milhão de novas carteiras por dia, alta de 124% desde o início de setembro. O número de endereços ativos diariamente teria aumentado 58%, para aproximadamente 4,27 milhões. Relatos também apontavam mais de 14 milhões de endereços com stablecoins na rede e uma oferta superior a US$ 15 bilhões. 2
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7
Esses dados mostram outra dimensão da rede, diferente da negociação diária do token. Carteiras e endereços não correspondem necessariamente a pessoas distintas, e mais atividade na rede não gera automaticamente uma procura imediata por SOL. A adoção pode ser relevante para o valor da Solana no longo prazo, mas esses indicadores, isoladamente, não mostram se ou quando esse valor será refletido no preço do token.
O episódio de 8 de outubro combinou queda ampla do mercado, saídas de ETFs e liquidações expressivas de posições compradas em SOL. O conjunto é compatível com a hipótese de que a alavancagem tenha ampliado o recuo, mas os relatos disponíveis não estabelecem uma causa única.
Enquanto isso, o crescimento da atividade e dos indicadores de stablecoins aponta para uma dinâmica diferente. A cotação de curto prazo e a adoção da rede podem seguir caminhos distintos: nenhuma das duas séries de dados, sozinha, garante o que acontecerá com o SOL a seguir.
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Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam.
Em 8 de outubro, o SOL caiu de US$ 113 para US$ 109 em cerca de uma hora, enquanto o Bitcoin e outras criptomoedas também recuavam. ETFs à vista de Solana negociados nos EUA tiveram saídas de recursos por três dias seguidos, de 5 a 7 de outubro, após uma semana de fortes entradas em setembro.
Indicadores de carteiras e stablecoins na rede Solana estavam em alta, mas crescimento de uso não significa, por si só, demanda imediata pelo token SOL.