A Netlist alega que chips de memória de alta largura de banda (HBM) da Micron violam duas de suas patentes, assim como produtos de IA de Google, Nvidia e Broadcom que usam esses chips. A empresa pede que a Comissão de Comércio Internacional dos EUA impeça a importação dos chips contestados e de produtos que os conte...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What does Netlist’s September 2026 complaint to the U.S. International Trade Commission allege about Micron’s high bandwidth memory technolo. Article summary: Netlist alleges that Micron’s high bandwidth memory (HBM) chips infringe two Netlist patents and that Google, Nvidia and Broadcom AI computing products using those chips also infringe.. Topic tags: general web, ai, google, nvidia, finance. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails
A Netlist apresentou uma nova queixa à Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC, na sigla em inglês), órgão federal que pode restringir a entrada de produtos no país. A empresa alega que chips de memória de alta largura de banda (HBM, na sigla em inglês) fabricados pela Micron infringem duas de suas patentes. Também afirma que produtos de Google, Nvidia e Broadcom usados em computação de inteligência artificial violam essas patentes quando incorporam os chips contestados. São alegações da Netlist, não uma conclusão da ITC. 6
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A empresa pede ordens de exclusão para impedir a importação dos chips da Micron em questão e de produtos que os contenham. O pedido inclui dispositivos de memória DRAM da Micron e equipamentos de Google, Nvidia e Broadcom — como GPUs, servidores e outros produtos — que incorporem esses componentes. Portanto, não se trata de um pedido para barrar indiscriminadamente todos os produtos das três empresas. 6
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A Netlist também busca ordens para que a Micron e as empresas citadas cessem as condutas contestadas. Até as reportagens disponíveis, não havia uma resposta pública substantiva da Micron, Google, Nvidia ou Broadcom à nova queixa. 6
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A nova reclamação é separada do processo em que um júri nos EUA concedeu à Netlist US$ 445 milhões contra a Micron, em maio de 2024, por infração de patentes relacionadas a módulos de memória. Aquele veredito tratou de outras patentes e não determina, por si só, o resultado da queixa atual sobre HBM. 12
Também é distinta da reclamação apresentada pela Netlist em 11 de agosto, que envolvia produtos da Micron e equipamentos de Super Micro Computer, Hewlett Packard Enterprise e Lenovo. Em setembro, a ITC abriu uma investigação sobre esse caso. Abrir uma investigação não significa que a comissão já tenha concluído que houve infração. 1
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Já o acordo anunciado em agosto entre Netlist e Samsung prevê uma licença de patentes por cinco anos e encerrou disputas entre essas duas empresas. Como o acordo diz respeito à Samsung, ele não resolve as reclamações da Netlist contra a Micron.
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A Netlist alega que chips de memória de alta largura de banda (HBM) da Micron violam duas de suas patentes, assim como produtos de IA de Google, Nvidia e Broadcom que usam esses chips.
A Netlist alega que chips de memória de alta largura de banda (HBM) da Micron violam duas de suas patentes, assim como produtos de IA de Google, Nvidia e Broadcom que usam esses chips. A empresa pede que a Comissão de Comércio Internacional dos EUA impeça a importação dos chips contestados e de produtos que os contenham — não de todos os produtos dessas companhias.
A queixa é distinta do processo de 2024 que resultou em uma indenização de US$ 445 milhões e de outra reclamação apresentada em agosto.