Se a regra final seguir a proposta anterior, a média exigida para a frota em 2031 cairá de 50,4 para cerca de 34,5 milhas por galão — redução de aproximadamente 32%. O governo afirma que padrões menos rígidos podem reduzir o custo dos veículos novos e dar mais flexibilidade às montadoras; estimativas federais também...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How would the Trump administration’s planned September 2026 rollback of fuel economy standards for cars and light trucks change the projecte. Article summary: The planned rollback would lower the projected 2031 fleetwide average for new cars and light trucks from **50.4 to roughly 34.5 miles per gallon**—a drop of 15.9 mpg, or about 32%. That figure comes from the administrati. Topic tags: general, news, general web, government, education. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, c
A proposta anterior do governo Trump reduziria a meta projetada para 2031 da média de consumo dos carros e veículos leves novos nos Estados Unidos de 50,4 para cerca de 34,5 milhas por galão — uma queda de 15,9 milhas por galão, ou aproximadamente 32%. Em quilômetros por litro, os valores correspondem a cerca de 21,4 e 14,7 km/l, respectivamente. Donald Trump disse ter aprovado novos padrões, mas os relatos indicavam que os requisitos numéricos finais ainda não estavam claros. Portanto, 34,5 milhas por galão é a meta da proposta anterior, não um número final confirmado. 7
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Os números se referem à média da frota das montadoras, dentro das regras de eficiência de combustível conhecidas pela sigla CAFE. Não significa que todo carro ou caminhonete teria de alcançar exatamente esse rendimento no uso cotidiano. Se a regra final acompanhar a proposta, a média exigida seria bem menor que a prevista pelo padrão adotado durante o governo Biden. 5
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Trump descreve as exigências do governo Biden como um incentivo que, na prática, obrigaria a adoção de veículos elétricos. Ele afirma que flexibilizar as regras reduziria o custo dos carros novos e daria mais liberdade às montadoras para produzir os modelos que os consumidores querem. Essas são as justificativas apresentadas pelo governo, não uma garantia de que o preço de cada modelo cairá. 9
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O recuo faz parte de uma iniciativa mais ampla para reverter políticas que incentivavam as montadoras a produzir e vender mais veículos elétricos. Em fevereiro, o governo também anunciou que retiraria uma regra sobre como os valores de eficiência atribuídos aos elétricos são contabilizados nos cálculos de conformidade das montadoras. 4
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Estimativas do Departamento de Transportes dos EUA indicam que padrões menos rígidos reduziriam o custo dos veículos novos, mas aumentariam o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono por décadas. Para quem compra um carro, isso cria uma possível troca: pagar menos na compra e gastar mais com gasolina ao longo do tempo. O impacto dependerá do veículo escolhido e de quanto ele será usado. 2
Organizações ambientais contestam o recuo porque as regras de eficiência podem estimular as montadoras a reduzir o consumo de gasolina. Uma meta menos exigente pode enfraquecer esse incentivo; as próprias estimativas do Departamento de Transportes projetam mais consumo de combustível e emissões com a proposta. O Sierra Club também criticou a mudança, afirmando que ela pode tornar o transporte mais caro para os americanos. 2
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A discussão, portanto, não se resume à possibilidade de um carro custar menos na concessionária. A questão é se uma eventual economia na compra compensaria os gastos adicionais com combustível e a poluição ao longo do tempo — e os termos exatos da regra final são importantes para essa conta. 2
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Se a regra final seguir a proposta anterior, a média exigida para a frota em 2031 cairá de 50,4 para cerca de 34,5 milhas por galão — redução de aproximadamente 32%.
Se a regra final seguir a proposta anterior, a média exigida para a frota em 2031 cairá de 50,4 para cerca de 34,5 milhas por galão — redução de aproximadamente 32%. O governo afirma que padrões menos rígidos podem reduzir o custo dos veículos novos e dar mais flexibilidade às montadoras; estimativas federais também projetam aumento no consumo de combustível e nas emissões de dióx...
A meta é uma média regulatória da frota, não uma exigência de que cada carro ou caminhonete faça 34,5 milhas por galão.