Razak Mohamed Lazim foi condenado em 18 de setembro de 2026 a sete semanas de prisão por se apropriar de S$ 68.629 devidos a uma escola islâmica e acessar seu servidor de e mail sem autorização. O dinheiro, ligado a livros didáticos desenvolvidos pela escola, foi enviado a uma empresa da qual Razak era diretor e aci...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: Why was former MUIS senior director Razak Mohamed Lazim sentenced to seven weeks’ jail in Singapore on Sep 18, 2026, and what do the court r. Article summary: Razak Mohamed Lazim was sentenced to seven weeks’ jail on September 18, 2026, after pleading guilty to misappropriating S$68,629 owed to Madrasah Irsyad Zuhri Al-Islamiah and to unauthorised access to its email system af. Topic tags: general, general web, news. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers
O ponto central do caso é a diferença entre as duas infrações pelas quais Razak Mohamed Lazim foi condenado e outras acusações que não resultaram em condenação. Ex-diretor da Madrasah Irsyad Zuhri Al-Islamiah — uma escola religiosa islâmica em Singapura — e ex-diretor sênior do Conselho Religioso Islâmico de Singapura (MUIS), ele recebeu sete semanas de prisão em 18 de setembro de 2026. Razak havia se declarado culpado em julho de se apropriar de S$ 68.629 devidos à escola e de acessar seu servidor de e-mail sem permissão após deixar o cargo. 7
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A quantia vinha de pagamentos relacionados a livros didáticos desenvolvidos pela escola. Em fevereiro de 2020, a gráfica Key-Orient Lamitec deveria pagar S$ 116.671 à Irsyad Trust Limited (ITL) e S$ 68.629 à madraça, detentora dos direitos autorais. A pedido de Razak, os S$ 185.300 foram enviados juntos à ITL, que deveria repassar a parte da escola. Razak também foi identificado na cobertura do caso como diretor e acionista da ITL. 8
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O repasse de S$ 68.629 não ocorreu naquele momento, e a escola ficou sem poder usar o dinheiro por cerca de dois anos. Segundo um relato sobre a sentença, o conselho da ITL chegou a instruir Razak a pagar S$ 70 mil à escola; o mesmo relato afirma que houve restituição antes do início das investigações. As informações disponíveis não esclarecem toda a sequência dos pagamentos posteriores. 9
A segunda infração diz respeito ao acesso ao servidor de e-mail da madraça depois da saída de Razak. Documentos judiciais citados pelo The Straits Times indicam que ele queria continuar recebendo mensagens enviadas a um endereço ligado à antiga função. Para a acusação, ele já não tinha direito de acessar o servidor nem de usar aquele endereço. 7
Um relato secundário afirma que Razak criou uma conta no servidor e configurou o encaminhamento de mensagens do antigo e-mail de trabalho para uma caixa pessoal. Ele se declarou culpado de uma acusação de uso indevido de sistema de computador; outra acusação relativa ao servidor teve um desfecho processual separado, sem absolvição. 9
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A juíza distrital Kamala Ponnampalam fixou a pena de sete semanas pelas infrações de apropriação do dinheiro e acesso não autorizado. Segundo um relato secundário, a promotoria pediu de dois a três meses de prisão, enquanto a defesa propôs uma multa de S$ 7 mil. As informações disponíveis não detalham o raciocínio da juíza para escolher exatamente sete semanas. 7
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Razak também respondia a duas acusações de supostamente ter enganado a Temasek Foundation International em S$ 784.900 e a mais uma acusação ligada ao servidor de e-mail. Essas três acusações foram encerradas sem condenação nem absolvição — uma medida que permite eventual retomada da acusação no futuro. Elas não compõem a condenação a sete semanas. Os advogados disseram que recorreriam da pena, e Razak foi solto mediante fiança de S$ 30 mil, segundo a cobertura do caso. 3
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Razak Mohamed Lazim foi condenado em 18 de setembro de 2026 a sete semanas de prisão por se apropriar de S$ 68.629 devidos a uma escola islâmica e acessar seu servidor de e mail sem autorização.
Razak Mohamed Lazim foi condenado em 18 de setembro de 2026 a sete semanas de prisão por se apropriar de S$ 68.629 devidos a uma escola islâmica e acessar seu servidor de e mail sem autorização. O dinheiro, ligado a livros didáticos desenvolvidos pela escola, foi enviado a uma empresa da qual Razak era diretor e acionista.
Outras três acusações foram encerradas sem condenação nem absolvição. A defesa informou que recorreria da pena.