S Suraendher Kumarr foi acusado em Singapura, em 25 de setembro de 2026, de três infrações à Lei de Ordem Pública do país. O caso envolve duas vigílias à luz de velas perto da prisão de Changi e um ato pela abolição da pena de morte nos tribunais estaduais de Singapura, conhecidos como State Courts. As acusações ainda não são condenações.
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O que diz cada acusação?
Duas acusações tratam de reuniões sem autorização. Segundo a acusação, Kumarr participou, em novembro de 2024 e janeiro de 2025, de vigílias perto da prisão de Changi após as execuções de Masoud Rahimi Mehrzad e Syed Suhail Syed Zin, respectivamente. A promotoria afirma que os encontros não tinham autorização.
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A terceira trata do local do ato. Kumarr é acusado de participar, em fevereiro de 2025, de uma reunião nos State Courts em defesa do fim da pena de morte em Singapura. Nesse caso, a alegada infração é ter participado de uma manifestação em uma área onde esse tipo de reunião é proibido — não apenas a falta de autorização.
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Qual é sua ligação com a HOME?
A Humanitarian Organization for Migration Economics (HOME) apresenta Kumarr como vice-presidente de seu conselho de diretores. Durante o andamento do processo, um juiz distrital aceitou seu pedido para viajar em lua de mel.
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Quais multas ele poderia receber?
Segundo uma reportagem sobre as acusações, cada infração por participação em reunião sem autorização pode resultar em multa de até 3 mil dólares de Singapura. Para a participação em reunião em área proibida, o valor máximo informado é de 5 mil dólares de Singapura. São limites possíveis para as respectivas infrações, não multas aplicadas a Kumarr.
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