O NVLink Fusion permite que o Raptor deixe de ser apenas um acelerador PCIe isolado e passe a integrar racks de IA da Nvidia em escala de rack. A d Matrix fornece a XPU voltada à inferência, enquanto a Nvidia mantém a malha NVLink, a rede Spectrum X, CPUs, DPUs, conectividade e o projeto de referência do sistema.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: How does d Matrix’s adoption of Nvidia’s NVLink Fusion for its next generation Raptor inference processors enable the startup to plug its me. Article summary: d Matrix is using NVLink Fusion to make Raptor a native, rack scale participant in Nvidia’s AI factory design rather than a separate PCIe inference card.. Topic tags: general web, llm, ai, code, benchmarks. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails, icons, and tiny thumbnail layou
A adoção do NVLink Fusion faz com que o Raptor, próximo processador de inferência da d-Matrix, possa ser integrado diretamente aos racks de data center da Nvidia, em vez de operar como uma placa PCIe separada. Na prática, a startup encaixa sua XPU — um acelerador centrado em memória — na arquitetura de rack MGX/NVL144 da Nvidia, com refrigeração líquida e componentes já validados para sistemas de IA em grande escala. 1
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O Raptor implementará a interface NVLink Fusion. O NVLink é a interconexão de alta largura de banda e baixa latência usada para ampliar a comunicação entre dispositivos dentro do sistema (scale-up). Já a rede Spectrum-X Ethernet é voltada à expansão para além do rack ou entre racks (scale-out). 3
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Isso permite que o chip da d-Matrix participe da mesma malha de infraestrutura da Nvidia, em vez de depender exclusivamente das conexões convencionais de entrada e saída. A Nvidia afirma que a integração também dá à d-Matrix acesso ao ecossistema MGX, cuja arquitetura modular de racks já foi validada. 4
A d-Matrix entra com o Raptor XPU, seu processador de inferência. Mas o rack pode reunir diversos elementos da plataforma da Nvidia, incluindo:
Em outras palavras, a parceria não substitui toda a infraestrutura da Nvidia por chips da d-Matrix. Ela cria um sistema heterogêneo: a d-Matrix fornece o acelerador especializado, enquanto a Nvidia fornece boa parte da interconexão, rede, I/O, gerenciamento e arquitetura de referência do rack. 5
A proposta da d-Matrix é usar o Raptor especialmente na fase de decodificação de modelos generativos — quando o sistema produz cada novo token da resposta. Nessa etapa, os pesos do modelo precisam ser lidos repetidamente, o que torna capacidade e largura de banda de memória pontos centrais para a latência.
As GPUs continuam adequadas para o prefill, fase em que o modelo processa o prompt inicial, e para computação de uso geral. A arquitetura pretendida, portanto, é complementar: GPUs e XPUs podem dividir o pipeline de inferência, e não necessariamente disputar uma substituição total das GPUs. 3
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A d-Matrix prevê sistemas com até 144 aceleradores Raptor conectados por uma única malha NVLink. A empresa cita, no nível do rack, cerca de 2,3 TB de memória DRAM empilhada em 3D e 7,2 PB/s de largura de banda agregada. 3
Esses totais seriam suficientes, em princípio, para armazenar mais de 4 trilhões de parâmetros quantizados em 4 bits, antes de considerar metadados, estado de execução e outras sobrecargas. O tamanho efetivamente utilizável de um modelo dependerá, assim, de seu formato e do software do sistema. 3
Há, porém, informações públicas que não coincidem perfeitamente: reportagens também descrevem cada Raptor com 32 GB de DRAM 3D e 100 TB/s de largura de banda por acelerador. 3
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12 Como esses valores não se alinham diretamente aos totais de 2,3 TB e 7,2 PB/s para 144 unidades, as especificações finais do produto ainda precisam ser confirmadas pela d-Matrix.
O Raptor é descrito como um projeto com die de computação de 4 nm combinado a DRAM personalizada. A d-Matrix espera concluir o tape-out até o fim de 2026 e disponibilizar os primeiros sistemas integrados a racks no quarto trimestre de 2027. 10
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Para a Nvidia, o NVLink Fusion amplia o alcance de sua plataforma: clientes podem usar silício especializado de terceiros sem sair da arquitetura de racks, da malha de interconexão e da infraestrutura de rede da empresa. Essa leitura decorre da arquitetura e do modelo de integração anunciados; os termos financeiros da colaboração não foram divulgados. 1
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A d-Matrix se junta a um ecossistema de NVLink Fusion que inclui parceiros associados publicamente à iniciativa, como AWS, Arm, Intel, Fujitsu, MediaTek e Marvell. O objetivo é transformar o NVLink em uma interface para hardware de IA heterogêneo, estendendo o papel da Nvidia para além de suas próprias GPUs. 3
A empresa já havia lançado o acelerador de inferência Corsair em novembro de 2024. Em 2025, levantou US$ 275 milhões em uma rodada Série C que a avaliou em US$ 2 bilhões; o total captado ao longo de sua história foi informado em cerca de US$ 450 milhões, número que não deve ser confundido com o valor da rodada isolada. 2
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O NVLink Fusion permite que o Raptor deixe de ser apenas um acelerador PCIe isolado e passe a integrar racks de IA da Nvidia em escala de rack.
O NVLink Fusion permite que o Raptor deixe de ser apenas um acelerador PCIe isolado e passe a integrar racks de IA da Nvidia em escala de rack. A d Matrix fornece a XPU voltada à inferência, enquanto a Nvidia mantém a malha NVLink, a rede Spectrum X, CPUs, DPUs, conectividade e o projeto de referência do sistema.
Os primeiros sistemas MGX com Raptor integrados ao rack são esperados para o quarto trimestre de 2027.