A Baidu iniciou em Londres um teste pré comercial e supervisionado de robotáxis — ainda não é um serviço público totalmente sem motorista. A operação reúne a plataforma autônoma Apollo Go, da Baidu, e a Freenow by Lyft, que deve funcionar como interface para os passageiros.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What are the details and significance of Baidu’s robotaxi testing in London—including its partnership with Lyft and Freenow, the Apollo Go R. Article summary: Baidu’s London programme is a supervised, pre-commercial robotaxi trial—not yet a driverless public service. Its significance is that it gives Lyft a European AV entry point through Freenow, while adding a major Chinese . Topic tags: general, news, general web, government. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with
A Baidu começou a testar em Londres seus robotáxis Apollo Go em parceria com a Freenow by Lyft. O projeto ainda está em fase de testes supervisionados e pré-comerciais: os veículos não funcionam como táxis públicos totalmente sem motorista. 19
A Apollo Go, plataforma de transporte autônomo da Baidu, fornece a tecnologia e os veículos. Já a Freenow by Lyft deve ser o canal voltado ao cliente, conectando os passageiros ao serviço quando ele for autorizado a operar comercialmente. 19
Para a Lyft, a parceria representa uma porta de entrada para a tecnologia de veículos autônomos no mercado europeu. Para a Baidu, o teste em Londres oferece a oportunidade de demonstrar sua plataforma em uma das principais capitais do continente, em um ambiente urbano com tráfego, ruas e condições de direção variadas.
A proposta da Freenow é que os robotáxis complementem sua rede atual de táxis e veículos de transporte particular com motoristas, em vez de substituí-la imediatamente. Na prática, diferentes tipos de veículo poderiam ser direcionados conforme a região, o horário, a demanda e as permissões regulatórias. Por enquanto, esse é um modelo planejado, não um serviço público já disponível.
A frota usada no projeto é formada pelos Apollo Go RT6, veículos autônomos de sexta geração desenvolvidos para a operação da Baidu. 19
Na fase inicial, operadores de segurança permanecem a bordo para monitorar o sistema e assumir o controle se necessário. Isso significa que os testes são supervisionados: a presença humana continua sendo uma condição essencial, e os veículos ainda não representam uma operação plenamente autônoma aberta ao público.
A primeira área de testes é Brent, distrito localizado no oeste e no noroeste de Londres. A região permite avaliar o comportamento dos robotáxis em cenários urbanos e suburbanos combinados. 19
Baidu e Freenow indicaram a intenção de começar a transportar passageiros do público em 2027. A data, porém, depende da obtenção das autorizações necessárias no Reino Unido e não deve ser interpretada como uma garantia de lançamento.
O Reino Unido permite testes de veículos automatizados em vias públicas desde que eles sigam a legislação de trânsito e o código de boas práticas do governo. 16 Essa possibilidade de testar não equivale, contudo, à autorização para oferecer um serviço comercial sem motorista.
O Automated Vehicles Act 2024 criou a estrutura jurídica para os serviços de direção autônoma. Entre outras medidas, a lei prevê uma “entidade autorizada de direção autônoma”, responsável por cada sistema de veículo autorizado, além de um registro público dessas autorizações. 3
O governo britânico também está estruturando um regime específico de licenças para serviços automatizados de passageiros sem motorista humano. A proposta cria um caminho legal para a operação comercial, enquanto regras adicionais do marco regulatório entram em vigor gradualmente — algumas delas em 7 de janeiro de 2027. 14515
Por isso, “2027” é melhor entendido como uma janela de objetivo e um marco regulatório, não como uma data confirmada para o lançamento da Baidu.
A disputa em Londres envolve diferentes estratégias. A Uber trabalha com a britânica Wayve, cujos veículos receberam licenças de transporte privado da Transport for London sob a condição de manter um motorista humano qualificado no carro. 1718
Os veículos da Wayve são Ford Mustang Mach-E elétricos, enquanto a Baidu utiliza os robotáxis Apollo Go RT6, desenvolvidos especificamente para a condução autônoma. 2019
A Uber também mantém parceria com a Waymo em outros contextos, e a Waymo realizou testes próprios em Londres segundo relatos. No entanto, as evidências disponíveis aqui não confirmam de forma independente uma data específica para o início desses testes na capital britânica. 3
O ponto em comum entre os projetos é que nenhum deles equivale ainda a uma operação irrestrita de robotáxis sem supervisão. A licença concedida à parceria Uber–Wayve, por exemplo, autoriza veículos supervisionados, com um motorista responsável presente no carro. 1718 A Baidu, por sua vez, ainda está na etapa de testes rodoviários com operadores de segurança a bordo. 19
O teste da Baidu amplia a competição entre empresas chinesas, britânicas e americanas pelo futuro do transporte autônomo em Londres. Também mostra que a chegada dos robotáxis à cidade dependerá de duas frentes ao mesmo tempo: provar que a tecnologia funciona em condições reais e obter autorização dentro do novo sistema regulatório britânico.
Assim, o avanço mais importante neste momento não é a existência de um táxi sem motorista disponível para qualquer passageiro, mas a formação da infraestrutura tecnológica, comercial e jurídica que poderá permitir esse serviço no futuro.
Studio Global AI
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A Baidu iniciou em Londres um teste pré comercial e supervisionado de robotáxis — ainda não é um serviço público totalmente sem motorista.
A Baidu iniciou em Londres um teste pré comercial e supervisionado de robotáxis — ainda não é um serviço público totalmente sem motorista. A operação reúne a plataforma autônoma Apollo Go, da Baidu, e a Freenow by Lyft, que deve funcionar como interface para os passageiros.
Os veículos são os Apollo Go RT6, da sexta geração, e contam inicialmente com operadores de segurança a bordo.