A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt... A acusação cita a amizade de longa data entre os dois, comunicações frequentes e um jogo de basq...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What insider-trading allegations did the SEC make against former Bank of America senior investment banker Jason Satsky and his longtime frie. Article summary: The SEC alleges that Jason Satsky, then a senior Bank of America investment banker working on South Jersey Industries’ sale process, unlawfully tipped his close friend and former colleague Gavin Wolfe with material nonpu. Topic tags: general, government, news, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with
A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos, acusa o ex-banqueiro de investimentos do Bank of America Jason Satsky de ter passado a um amigo e ex-colega, Gavin Wolfe, informações confidenciais sobre a possível venda da South Jersey Industries. Segundo a denúncia civil, Wolfe teria montado uma posição expressiva nas ações da empresa antes do anúncio da aquisição e obtido aproximadamente US$ 18,5 milhões em ganhos supostamente ilegais. 1
Satsky e Wolfe negam as acusações. Como se trata de uma ação civil apresentada pela SEC, as alegações ainda não foram comprovadas judicialmente. 1
A South Jersey Industries contratou o Bank of America em setembro de 2021 para assessorar a empresa em uma possível venda. De acordo com a denúncia, Satsky participava do processo e tinha deveres de confidencialidade e lealdade perante o banco, a South Jersey e seus acionistas. Ainda assim, ele teria compartilhado informações relevantes e não públicas com Wolfe. 1
A SEC afirma que o suposto benefício pessoal ligado ao repasse estaria na amizade de longa data entre os dois, no histórico profissional compartilhado, em favores mútuos e na frequência de suas comunicações. Na versão apresentada pelo órgão, esses vínculos ajudam a explicar por que Satsky teria transmitido informações sobre a transação. 1
Um dos principais elementos circunstanciais citados pela SEC envolve um jogo de basquete universitário entre Duke e Kentucky, realizado no Madison Square Garden em 9 de novembro de 2021. A denúncia afirma que Wolfe passou cerca de três horas com Satsky no evento. Poucos minutos depois do fim da partida, Wolfe teria criado, para a manhã seguinte, um compromisso no calendário marcado para 0h12 com o texto “SJi and njr”. 1
No dia seguinte, segundo a SEC, Wolfe transferiu quase US$ 2,2 milhões para uma conta de investimentos e orientou seu gestor a começar a comprar ações da South Jersey. Entre novembro e dezembro de 2021, ele teria adquirido mais de 2,2 milhões de ações por pelo menos US$ 53 milhões, usando oito entidades que possuía ou controlava. 1
A agência considera as compras atípicas para Wolfe porque aquela teria sido sua primeira posição na South Jersey e porque o volume superava, com ampla margem, seus investimentos individuais anteriores em ações negociadas publicamente. A denúncia também afirma que Wolfe teria repassado informações a três amigos ou parceiros de negócios, cujas operações geraram cerca de US$ 515 mil em ganhos não realizados adicionais. 1
Em 24 de fevereiro de 2022, a South Jersey anunciou que havia concordado em ser adquirida por um fundo de investimento privado por US$ 36 por ação, em uma operação avaliada em aproximadamente US$ 8,1 bilhões. As ações da empresa subiram cerca de 40% naquele dia. A SEC afirma que a posição de Wolfe resultou em aproximadamente US$ 18,5 milhões em ganhos ilegais. 1
A denúncia ainda alega que Satsky e Wolfe posteriormente tentaram minimizar ou ocultar a proximidade e a frequência de seu relacionamento. As comunicações entre os dois e o momento das compras de Wolfe fazem parte das evidências apresentadas pela SEC para sustentar as acusações de negociação com informação privilegiada. 1
Satsky e Wolfe negam ter cometido irregularidades. A explicação alternativa apresentada por eles é que o investimento de Wolfe resultou de sua própria análise e de uma tese mais ampla sobre a South Jersey e o setor de serviços públicos, e não de informações confidenciais fornecidas por Satsky. 1
Satsky foi demitido pelo Bank of America depois que o caso veio à tona. O banco não foi acusado, e a conduta descrita pela SEC é apresentada como uma ação pessoal de Satsky e Wolfe — não como uma prática realizada pelo Bank of America ou com o envolvimento da instituição. 1
A SEC pede à Justiça:
As medidas solicitadas ainda serão analisadas no curso do processo. Até que o caso seja encerrado, permanecem contestadas as alegações da SEC — incluindo o suposto repasse de informação, a motivação de Wolfe para negociar e o valor dos ganhos atribuídos a ele. 1
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A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt...
A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt... A acusação cita a amizade de longa data entre os dois, comunicações frequentes e um jogo de basquete entre Duke e Kentucky como elementos circunstanciais do suposto repasse de informação.
A agência pede bloqueios permanentes, devolução dos ganhos, multas e proibições para atuação no mercado financeiro; o Bank of America não foi acusado.
A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt... A acusação cita a amizade de longa data entre os dois, comunicações frequentes e um jogo de basq...
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A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos, acusa o ex-banqueiro de investimentos do Bank of America Jason Satsky de ter passado a um amigo e ex-colega, Gavin Wolfe, informações confidenciais sobre a possível venda da South Jersey Industries. Segundo a denúncia civil, Wolfe teria montado uma posição expressiva nas ações da empresa antes do anúncio da aquisição e obtido aproximadamente US$ 18,5 milhões em ganhos supostamente ilegais. 1
Satsky e Wolfe negam as acusações. Como se trata de uma ação civil apresentada pela SEC, as alegações ainda não foram comprovadas judicialmente. 1
A South Jersey Industries contratou o Bank of America em setembro de 2021 para assessorar a empresa em uma possível venda. De acordo com a denúncia, Satsky participava do processo e tinha deveres de confidencialidade e lealdade perante o banco, a South Jersey e seus acionistas. Ainda assim, ele teria compartilhado informações relevantes e não públicas com Wolfe. 1
A SEC afirma que o suposto benefício pessoal ligado ao repasse estaria na amizade de longa data entre os dois, no histórico profissional compartilhado, em favores mútuos e na frequência de suas comunicações. Na versão apresentada pelo órgão, esses vínculos ajudam a explicar por que Satsky teria transmitido informações sobre a transação. 1
Um dos principais elementos circunstanciais citados pela SEC envolve um jogo de basquete universitário entre Duke e Kentucky, realizado no Madison Square Garden em 9 de novembro de 2021. A denúncia afirma que Wolfe passou cerca de três horas com Satsky no evento. Poucos minutos depois do fim da partida, Wolfe teria criado, para a manhã seguinte, um compromisso no calendário marcado para 0h12 com o texto “SJi and njr”. 1
No dia seguinte, segundo a SEC, Wolfe transferiu quase US$ 2,2 milhões para uma conta de investimentos e orientou seu gestor a começar a comprar ações da South Jersey. Entre novembro e dezembro de 2021, ele teria adquirido mais de 2,2 milhões de ações por pelo menos US$ 53 milhões, usando oito entidades que possuía ou controlava. 1
A agência considera as compras atípicas para Wolfe porque aquela teria sido sua primeira posição na South Jersey e porque o volume superava, com ampla margem, seus investimentos individuais anteriores em ações negociadas publicamente. A denúncia também afirma que Wolfe teria repassado informações a três amigos ou parceiros de negócios, cujas operações geraram cerca de US$ 515 mil em ganhos não realizados adicionais. 1
Em 24 de fevereiro de 2022, a South Jersey anunciou que havia concordado em ser adquirida por um fundo de investimento privado por US$ 36 por ação, em uma operação avaliada em aproximadamente US$ 8,1 bilhões. As ações da empresa subiram cerca de 40% naquele dia. A SEC afirma que a posição de Wolfe resultou em aproximadamente US$ 18,5 milhões em ganhos ilegais. 1
A denúncia ainda alega que Satsky e Wolfe posteriormente tentaram minimizar ou ocultar a proximidade e a frequência de seu relacionamento. As comunicações entre os dois e o momento das compras de Wolfe fazem parte das evidências apresentadas pela SEC para sustentar as acusações de negociação com informação privilegiada. 1
Satsky e Wolfe negam ter cometido irregularidades. A explicação alternativa apresentada por eles é que o investimento de Wolfe resultou de sua própria análise e de uma tese mais ampla sobre a South Jersey e o setor de serviços públicos, e não de informações confidenciais fornecidas por Satsky. 1
Satsky foi demitido pelo Bank of America depois que o caso veio à tona. O banco não foi acusado, e a conduta descrita pela SEC é apresentada como uma ação pessoal de Satsky e Wolfe — não como uma prática realizada pelo Bank of America ou com o envolvimento da instituição. 1
A SEC pede à Justiça:
As medidas solicitadas ainda serão analisadas no curso do processo. Até que o caso seja encerrado, permanecem contestadas as alegações da SEC — incluindo o suposto repasse de informação, a motivação de Wolfe para negociar e o valor dos ganhos atribuídos a ele. 1
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A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt...
A SEC afirma que o ex banqueiro do Bank of America Jason Satsky passou informações confidenciais sobre uma possível venda da South Jersey Industries a Gavin Wolfe, que teria comprado mais de 2,2 milhões de ações e obt... A acusação cita a amizade de longa data entre os dois, comunicações frequentes e um jogo de basquete entre Duke e Kentucky como elementos circunstanciais do suposto repasse de informação.
A agência pede bloqueios permanentes, devolução dos ganhos, multas e proibições para atuação no mercado financeiro; o Bank of America não foi acusado.