O merge do net next 7.3, realizado em 20 de agosto de 2026, ainda representa código em desenvolvimento: o Linux 7.3 estável não foi lançado. O BIG TCP passou a funcionar em túneis UDP VXLAN e Geneve, com ganhos medidos de até 34,7% no VXLAN em uma configuração sem offload de hardware.
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What networking changes and broader developments accompanied the Linux 7.3 merge on August 20, 2026—including BIG TCP support for VXLAN and. Article summary: The net next 7.3 pull brought both data path scaling work and a striking maintainer response to AI driven patch volume: use multiple frontier models for first pass reviews, while retaining human judgment for subtle concu. Topic tags: general web, ai, automation, workflow, code. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts w
O merge de net-next-7.3 reuniu mudanças importantes no caminho de dados da rede e uma resposta incomum ao aumento do volume de patches produzidos com auxílio de inteligência artificial. A proposta dos mantenedores é usar vários modelos de fronteira na primeira rodada de revisão, mas manter a avaliação humana em problemas sutis de concorrência e recuperação de hardware. Essas alterações entraram durante a janela de merge; elas ainda não correspondem a uma versão estável do Linux 7.3.
O BIG TCP agora pode atravessar túneis UDP baseados em VXLAN e Geneve. Na prática, a pilha de rede consegue trabalhar internamente com cargas úteis superiores a 64 KiB e depois dividi-las com GSO/TSO, em vez de tentar transmitir pacotes desse tamanho diretamente pela rede física.
Nos testes informados com netperf TCP_STREAM
No Geneve, o desempenho passou de 37,39 para 40,89 Gbit/s com MTU padrão, um ganho de 9,4%.
Esses números são específicos das configurações testadas e não representam uma promessa de aumento geral de velocidade para todo sistema com Linux 7.3. O resultado depende de fatores como gso_max_size e gro_max_size, recursos da placa de rede, estado dos offloads, MTU, tipo de túnel e carga de trabalho.
Outra mudança importante afeta as regras da FIB — a base de informações usada pelo sistema para encaminhar pacotes. As operações IPv4 e IPv6 de adicionar e remover regras (RTM_NEWRULE e RTM_DELRULE) foram afastadas, quando possível, da serialização ampla imposta pelo RTNL, o bloqueio global associado à configuração de rede.
A proteção passou a usar mutexes por fib_rules_ops, uma estrutura mais específica para cada conjunto de regras. O RTNL ainda é necessário em alguns casos, incluindo o caminho de fib_unmerge() da primeira regra IPv4.
Em um teste sintético com 4.096 namespaces de rede, cada um recebendo 1.024 regras em paralelo, o tempo para IPv4 caiu de 22,752 para 0,918 segundo, uma aceleração de aproximadamente 24,8 vezes. No IPv6, a redução foi de 35,181 para 1,214 segundo, ou cerca de 29 vezes.
O cenário mede uma situação extrema de contenção em namespaces simultâneos. Portanto, não deve ser interpretado como uma previsão direta de desempenho para a inicialização normal de contêineres.
O volume de contribuições também se tornou um dos assuntos centrais do ciclo. O mantenedor de redes Jakub Kicinski contabilizou 632 patches para net e 648 para net-next. Segundo sua estimativa, entre um terço e metade do net-next era formado por correções, limpezas ou esclarecimentos de baixa prioridade produzidos com auxílio de IA — algo entre 216 e 324 patches. Kicinski e Paolo Abeni afirmaram estar “completamente sobrecarregados”.
A resposta planejada não é simplesmente aceitar ou rejeitar o uso de IA. A Meta ofereceu orçamento e acesso a vários modelos de fronteira para revisar cada patch. A ideia é reduzir o risco de que um único modelo deixe passar alucinações ou erros sistemáticos.
A automação pode ser usada para tarefas como:
Os mantenedores, porém, não consideram esse processo suficiente para caminhos raros e sensíveis a condições de corrida. Rotinas envolvendo erros e timeouts de PCIe, por exemplo, exigem que alguém examine o comportamento das APIs e a ordem correta da recuperação do hardware.
O ciclo também inclui uma série de atualizações em drivers e protocolos:
SCM_RIGHTS ganhou relatórios mais precisos quando um LSM rejeita determinados descritores de arquivo. Com SO_RIGHTS_NOTRUNC, o receptor pode identificar o descritor recusado e seu errno, em vez de perder o restante do vetor ao primeiro erro. A primeira versão candidata a lançamento, ou RC, era esperada para aproximadamente 30 de agosto de 2026. A versão estável estava projetada para o fim de outubro, caso o ciclo siga o cronograma habitual.
Usuários de distribuições com versões fixas provavelmente terão de esperar mais. Essas distribuições escolhem, adaptam, testam e publicam seus próprios kernels, em calendários diferentes do projeto principal. Distribuições rolling release podem empacotar o Linux 7.3 antes.
O CachyOS aparece como um possível candidato a adotá-lo cedo, mas as fontes disponíveis não indicam uma data confirmada. As imagens de agosto da distribuição ainda usavam o Linux 7.1.
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O merge do net next 7.3, realizado em 20 de agosto de 2026, ainda representa código em desenvolvimento: o Linux 7.3 estável não foi lançado.
O merge do net next 7.3, realizado em 20 de agosto de 2026, ainda representa código em desenvolvimento: o Linux 7.3 estável não foi lançado. O BIG TCP passou a funcionar em túneis UDP VXLAN e Geneve, com ganhos medidos de até 34,7% no VXLAN em uma configuração sem offload de hardware.
Operações de inclusão e remoção de regras IPv4 e IPv6 passaram a depender menos do bloqueio global RTNL, acelerando testes extremos com milhares de namespaces.