UE aprova controle conjunto de Ebury por Santander e Centerbridge sem condições
Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos. A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50...
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Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos.
A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50 milhões — cerca de €57 milhões — e manteve uma participação majoritária de 55%.
A Ebury oferece a empresas pagamentos internacionais, câmbio, contas em múltiplas moedas e ferramentas de gestão financeira em mais de 140 moedas e 160 países.
What did the European Commission’s unconditional approval of Banco Santander and Centerbridge Partners’ joint acquisition of London-based fiThe European Commission cleared Santander and Centerbridge’s joint control of Ebury without remedies.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did the European Commission’s unconditional approval of Banco Santander and Centerbridge Partners’ joint acquisition of London-based fi. Article summary: The Commission cleared, without remedies, the acquisition of joint control of UK-based Ebury by Santander and Centerbridge under the EU Merger Regulation. It found no competition concern because the parties’ combined pos. Topic tags: general, news, general web, government. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with
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A Comissão Europeia aprovou, em 18 de agosto de 2026, a aquisição do controle conjunto da fintech britânica Ebury Partners pelo Banco Santander e pela gestora de investimentos Centerbridge Partners. A autorização foi concedida sem condições ou medidas corretivas, no âmbito do Regulamento de Fusões da União Europeia.
Segundo a Comissão, a operação não deve prejudicar significativamente a concorrência no mercado interno porque a posição de mercado resultante da transação é limitada. O processo foi analisado pelo procedimento simplificado, usado em operações que não aparentam gerar preocupações concorrenciais relevantes.
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Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos. A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50 milhões — cerca de €57 milhões — e manteve uma participação majoritária de 55%.
O que devo fazer a seguir na prática?
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UE aprova controle conjunto de Ebury por Santander e Centerbridge sem condições
Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos. A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50...
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Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos.
A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50 milhões — cerca de €57 milhões — e manteve uma participação majoritária de 55%.
A Ebury oferece a empresas pagamentos internacionais, câmbio, contas em múltiplas moedas e ferramentas de gestão financeira em mais de 140 moedas e 160 países.
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A Comissão Europeia aprovou, em 18 de agosto de 2026, a aquisição do controle conjunto da fintech britânica Ebury Partners pelo Banco Santander e pela gestora de investimentos Centerbridge Partners. A autorização foi concedida sem condições ou medidas corretivas, no âmbito do Regulamento de Fusões da União Europeia.
Segundo a Comissão, a operação não deve prejudicar significativamente a concorrência no mercado interno porque a posição de mercado resultante da transação é limitada. O processo foi analisado pelo procedimento simplificado, usado em operações que não aparentam gerar preocupações concorrenciais relevantes.
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Qual é a resposta curta para "UE aprova controle conjunto de Ebury por Santander e Centerbridge sem condições"?
Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Em 18 de agosto de 2026, a Comissão Europeia autorizou sem condições o controle conjunto da Ebury pelo Santander e pela Centerbridge, citando a posição limitada das empresas nos mercados envolvidos. A Centerbridge liderou uma rodada de financiamento de aproximadamente £550 milhões, enquanto o Santander investiu £50 milhões — cerca de €57 milhões — e manteve uma participação majoritária de 55%.
O que devo fazer a seguir na prática?
A Ebury oferece a empresas pagamentos internacionais, câmbio, contas em múltiplas moedas e ferramentas de gestão financeira em mais de 140 moedas e 160 países.
A nova estrutura de governança surgiu após uma iniciativa de financiamento de aproximadamente £550 milhões, liderada pela Centerbridge. O Santander contribuiu com £50 milhões, cerca de €57 milhões, e passou a deter 55% da Ebury. Antes da operação, sua participação era de aproximadamente 66%.
Participação acionária e controle não são exatamente a mesma coisa. Embora continue sendo o acionista majoritário em termos econômicos, o Santander concederá à Centerbridge direitos de governança suficientes para que as duas instituições exerçam influência decisiva conjunta sobre a Ebury. Na prática, decisões estratégicas passarão a depender de uma estrutura de controle compartilhado.
Os investidores que já faziam parte da empresa, incluindo Vitruvian Partners e 83North, também participaram das rodadas de financiamento.
Por que Bruxelas aprovou o negócio sem restrições
A Comissão Europeia concluiu que a operação notificada não criaria um obstáculo significativo à concorrência efetiva no mercado interno. O principal motivo apresentado foi a posição limitada das empresas nos mercados de serviços bancários e de pagamentos afetados pela transação.
A aprovação não significa que a Ebury esteja sem concorrentes ou que o setor global de pagamentos seja pouco concentrado. O que a decisão indica é mais específico: com base nas informações analisadas, a Comissão não identificou um problema concorrencial decorrente dessa combinação entre Santander, Centerbridge e Ebury.
Também não se trata de uma autorização automática para futuras aquisições ou expansões. Eventuais operações estratégicas posteriores continuarão sujeitas às regras regulatórias aplicáveis.
Relação entre Santander e Ebury começou em 2019
O acordo aprovado agora amplia uma relação iniciada anteriormente. O Santander anunciou seu investimento original na Ebury em 2019 e concluiu, em abril de 2020, a aquisição de uma participação controladora de 50,1% por £350 milhões, segundo reportagens do setor.
A nova rodada mantém o banco espanhol como acionista majoritário e incorpora a Centerbridge ao grupo de controladores da empresa. O Santander afirmou que o capital adicional deve apoiar o crescimento e a expansão internacional da Ebury.
A Centerbridge, por sua vez, liderou a captação e passa a ter um papel formal na condução estratégica da fintech. A rodada também reforça a capacidade financeira da Ebury para continuar desenvolvendo sua operação internacional.
O que a Ebury oferece às empresas
A Ebury é voltada principalmente a negócios que operam em mais de um país. Sua plataforma reúne atividades que muitas empresas costumam administrar por meio de diferentes bancos, sistemas e provedores:
Pagamentos e recebimentos internacionais: permite enviar e receber recursos em mais de 140 moedas e em mais de 160 países.
Câmbio e proteção contra variações cambiais: oferece conversão de moedas e ferramentas para administrar a exposição às oscilações das taxas de câmbio.
Contas em múltiplas moedas: empresas podem manter e gerenciar saldos em diferentes moedas dentro de uma estrutura integrada de pagamentos.
Transferências entre subsidiárias: a plataforma permite movimentar recursos em tempo real entre empresas do mesmo grupo.
Pagamentos em massa e por API: companhias podem processar grandes volumes de pagamentos por envio de arquivos ou por integrações via API.
Integração com sistemas financeiros: a Ebury oferece conexão com ferramentas como Xero, NetSuite e outros sistemas de contabilidade, tesouraria e gestão financeira.
A empresa afirma operar em mais de 30 mercados regulados e atender mais de 27 mil clientes corporativos.
O que a aprovação representa para a Ebury
A decisão elimina o obstáculo regulatório ligado à análise concorrencial da estrutura de controle compartilhado. O Santander preserva a maioria acionária, enquanto a Centerbridge passa a participar formalmente do controle estratégico ao lado do banco.
No curto prazo, a mudança diz mais respeito à governança e ao reforço financeiro do que a uma alteração no produto principal da Ebury. A fintech continua focada em pagamentos internacionais, câmbio, gestão de caixa e soluções financeiras relacionadas ao comércio exterior, com o novo capital destinado a sustentar seu crescimento.
Em resumo, Bruxelas autorizou a mudança de controle porque avaliou que a posição de mercado resultante era limitada. A decisão abre caminho para a governança compartilhada entre Santander e Centerbridge, mas não representa uma avaliação abrangente de todas as atividades atuais ou futuras das empresas.
A nova estrutura de governança surgiu após uma iniciativa de financiamento de aproximadamente £550 milhões, liderada pela Centerbridge. O Santander contribuiu com £50 milhões, cerca de €57 milhões, e passou a deter 55% da Ebury. Antes da operação, sua participação era de aproximadamente 66%.
Participação acionária e controle não são exatamente a mesma coisa. Embora continue sendo o acionista majoritário em termos econômicos, o Santander concederá à Centerbridge direitos de governança suficientes para que as duas instituições exerçam influência decisiva conjunta sobre a Ebury. Na prática, decisões estratégicas passarão a depender de uma estrutura de controle compartilhado.
Os investidores que já faziam parte da empresa, incluindo Vitruvian Partners e 83North, também participaram das rodadas de financiamento.
Por que Bruxelas aprovou o negócio sem restrições
A Comissão Europeia concluiu que a operação notificada não criaria um obstáculo significativo à concorrência efetiva no mercado interno. O principal motivo apresentado foi a posição limitada das empresas nos mercados de serviços bancários e de pagamentos afetados pela transação.
A aprovação não significa que a Ebury esteja sem concorrentes ou que o setor global de pagamentos seja pouco concentrado. O que a decisão indica é mais específico: com base nas informações analisadas, a Comissão não identificou um problema concorrencial decorrente dessa combinação entre Santander, Centerbridge e Ebury.
Também não se trata de uma autorização automática para futuras aquisições ou expansões. Eventuais operações estratégicas posteriores continuarão sujeitas às regras regulatórias aplicáveis.
Relação entre Santander e Ebury começou em 2019
O acordo aprovado agora amplia uma relação iniciada anteriormente. O Santander anunciou seu investimento original na Ebury em 2019 e concluiu, em abril de 2020, a aquisição de uma participação controladora de 50,1% por £350 milhões, segundo reportagens do setor.
A nova rodada mantém o banco espanhol como acionista majoritário e incorpora a Centerbridge ao grupo de controladores da empresa. O Santander afirmou que o capital adicional deve apoiar o crescimento e a expansão internacional da Ebury.
A Centerbridge, por sua vez, liderou a captação e passa a ter um papel formal na condução estratégica da fintech. A rodada também reforça a capacidade financeira da Ebury para continuar desenvolvendo sua operação internacional.
O que a Ebury oferece às empresas
A Ebury é voltada principalmente a negócios que operam em mais de um país. Sua plataforma reúne atividades que muitas empresas costumam administrar por meio de diferentes bancos, sistemas e provedores:
Pagamentos e recebimentos internacionais: permite enviar e receber recursos em mais de 140 moedas e em mais de 160 países.
Câmbio e proteção contra variações cambiais: oferece conversão de moedas e ferramentas para administrar a exposição às oscilações das taxas de câmbio.
Contas em múltiplas moedas: empresas podem manter e gerenciar saldos em diferentes moedas dentro de uma estrutura integrada de pagamentos.
Transferências entre subsidiárias: a plataforma permite movimentar recursos em tempo real entre empresas do mesmo grupo.
Pagamentos em massa e por API: companhias podem processar grandes volumes de pagamentos por envio de arquivos ou por integrações via API.
Integração com sistemas financeiros: a Ebury oferece conexão com ferramentas como Xero, NetSuite e outros sistemas de contabilidade, tesouraria e gestão financeira.
A empresa afirma operar em mais de 30 mercados regulados e atender mais de 27 mil clientes corporativos.
O que a aprovação representa para a Ebury
A decisão elimina o obstáculo regulatório ligado à análise concorrencial da estrutura de controle compartilhado. O Santander preserva a maioria acionária, enquanto a Centerbridge passa a participar formalmente do controle estratégico ao lado do banco.
No curto prazo, a mudança diz mais respeito à governança e ao reforço financeiro do que a uma alteração no produto principal da Ebury. A fintech continua focada em pagamentos internacionais, câmbio, gestão de caixa e soluções financeiras relacionadas ao comércio exterior, com o novo capital destinado a sustentar seu crescimento.
Em resumo, Bruxelas autorizou a mudança de controle porque avaliou que a posição de mercado resultante era limitada. A decisão abre caminho para a governança compartilhada entre Santander e Centerbridge, mas não representa uma avaliação abrangente de todas as atividades atuais ou futuras das empresas.