A fusão aconteceu há cerca de 11,8 bilhões de anos, aproximadamente 1,8 bilhão de anos antes do evento Gaia Salsicha Encelado, e envolveu uma galáxia anã com cerca de 500 milhões de massas solares. Os pesquisadores identificaram a LKH por meio de uma terceira sequência de idade e metalicidade nos aglomerados globula...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What evidence did NASA’s Hubble Space Telescope provide for the Milky Way’s earliest known major merger—its approximate date 11.8 billion ye. Article summary: NASA reports that Hubble’s study of globular star clusters provides evidence that a dwarf galaxy called LKH merged with the young Milky Way about 12 billion years ago. [2] However, the supplied evidence is insufficient t. Topic tags: general, government, academic, education, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermark
O telescópio espacial Hubble, da NASA, encontrou evidências de que a jovem Via Láctea incorporou uma galáxia anã há aproximadamente 11,8 bilhões de anos. O sistema que deu origem a essa galáxia foi chamado de Low-energy-Kraken-Heracles, ou LKH — um nome que reúne estruturas identificadas em estudos anteriores.
A descoberta recua em cerca de 1,8 bilhão de anos o registro conhecido da montagem da Via Láctea. Em vez de observar diretamente uma colisão ocorrida no passado remoto, os astrônomos reconstruíram o evento a partir dos vestígios deixados por ele: os aglomerados globulares, grupos extremamente densos de estrelas antigas.
Aglomerados globulares funcionam como cápsulas do tempo cósmicas. Suas estrelas nasceram aproximadamente na mesma época e preservam informações sobre a idade, a composição química e o ambiente em que se formaram. Mesmo quando a galáxia de origem é desintegrada ou absorvida, esses aglomerados podem continuar orbitando dentro da galáxia maior.
As observações do Hubble, capazes de resolver estrelas individuais em diferentes aglomerados, forneceram os dados usados para comparar suas idades e seus níveis de metalicidade — a quantidade de elementos mais pesados que o hidrogênio e o hélio presentes nas estrelas. A análise revelou três sequências distintas: uma ligada à população original da Via Láctea, outra associada à fusão Gaia-Encelado e uma terceira, intermediária, relacionada a pelo menos uma fusão mais antiga.
Essa terceira população é a principal pista de que a Via Láctea passou por outro grande evento de incorporação em seus primeiros estágios.
A estimativa mais específica aponta para 11,8 bilhões de anos atrás, cerca de 1,5 bilhão de anos depois do Big Bang, segundo a pesquisa fornecida.
Na divulgação pública, a NASA arredonda o período para aproximadamente 12 bilhões de anos atrás e afirma que a descoberta amplia em 1,8 bilhão de anos o conhecimento sobre a história da nossa galáxia. As duas cifras são compatíveis: 11,8 bilhões de anos é a estimativa mais precisa, enquanto “cerca de 12 bilhões” expressa o mesmo resultado com menor precisão.
O episódio também antecede a conhecida fusão Gaia-Salsicha-Encelado — ou Gaia-Encelado. Uma das análises fornecidas estima que a fusão da LKH ocorreu aproximadamente 1,8 bilhão de anos antes desse evento.
A LKH era uma galáxia anã cujas estrelas e aglomerados globulares foram incorporados principalmente às regiões internas da Via Láctea. Sua massa estelar é estimada em cerca de 500 milhões de massas solares, valor semelhante ao atribuído a Gaia-Salsicha-Encelado.
O nome Low-energy-Kraken-Heracles combina três rótulos usados na literatura astronômica: “low-energy” (“baixa energia”), Kraken e Heracles. A interpretação atual conecta essas estruturas a um único sistema ancestral, em vez de tratá-las como evidências necessariamente separadas.
Essa nomenclatura também resume a evolução da hipótese. Trabalhos anteriores relacionaram aglomerados globulares de baixa energia ao possível sistema Kraken, enquanto outros estudos identificaram uma estrutura semelhante a Heracles. A nova leitura reúne essas pistas como partes do mesmo evento de acreção — isto é, da incorporação de uma galáxia menor pela Via Láctea.
A sequência reconstruída pelos pesquisadores é, em linhas gerais:
O resultado reforça a ideia de que a Via Láctea não surgiu de maneira isolada e contínua. Sua formação ocorreu por etapas, com diferentes galáxias contribuindo com estrelas e sistemas estelares em momentos distintos. Grande parte do material trazido pela LKH teria sido depositada nas regiões mais internas da Via Láctea.
É importante destacar que o Hubble não “filmou” a colisão. O encontro aconteceu bilhões de anos antes da existência do telescópio. O que ele fez foi ajudar os astrônomos a identificar fósseis estelares — aglomerados cujas idades, composições e agrupamentos ainda carregam a assinatura daquela fusão.
A conclusão mais bem sustentada pelas fontes é que os aglomerados globulares revelam uma antiga fusão entre a Via Láctea e a galáxia anã LKH. Porém, as informações disponíveis não documentam de forma independente todos os detalhes de uma amostra específica de 39 aglomerados dentro de 20 mil anos-luz, nem explicam completamente qual hipótese histórica estava em disputa.
Também não é possível afirmar quantas outras fusões antigas serão encontradas. O programa Hubble Missing Globular Clusters Survey busca completar as observações do sistema de aglomerados globulares da Via Láctea e estudar objetos ainda pouco explorados no bojo e no halo galácticos. Esses dados podem melhorar a reconstrução do passado da galáxia.
Por enquanto, a mensagem principal é clara: a “arqueologia” dos aglomerados globulares, apoiada pelas observações do Hubble, levou a história conhecida da Via Láctea até seu capítulo de grandes fusões mais antigo — um evento ocorrido há cerca de 11,8 bilhões de anos, envolvendo uma galáxia anã com estrelas equivalentes a aproximadamente 500 milhões de sóis.
Studio Global AI
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A fusão aconteceu há cerca de 11,8 bilhões de anos, aproximadamente 1,8 bilhão de anos antes do evento Gaia Salsicha Encelado, e envolveu uma galáxia anã com cerca de 500 milhões de massas solares.
A fusão aconteceu há cerca de 11,8 bilhões de anos, aproximadamente 1,8 bilhão de anos antes do evento Gaia Salsicha Encelado, e envolveu uma galáxia anã com cerca de 500 milhões de massas solares. Os pesquisadores identificaram a LKH por meio de uma terceira sequência de idade e metalicidade nos aglomerados globulares da Via Láctea, entre os grupos associados à galáxia primordial e a Gaia Encelado.
A NASA resume o evento como ocorrido há cerca de 12 bilhões de anos; os dados disponíveis não permitem prever quantas outras fusões antigas poderão ser encontradas no futuro.