Sobre sua própria demissão, Fedorov afirmou que ela foi motivada por seu esforço para reformar o opaco sistema de compras do exército . Ele reconheceu publicamente uma profunda divergência com o então Comandante-Chefe, Oleksandr Syrskyi, sobre prioridades estratégicas – especificamente, o foco de Fedorov em guerra de drones, capacidades de ataque profundo e reforma de compras, em contraste com a abordagem mais tradicional de comando de linha de frente de Syrskyi
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Quanto ao seu futuro, Fedorov deixou em aberto a possibilidade de um retorno. Ele disse que continua comprometido com a inovação na defesa da Ucrânia e que seu trabalho em programas de drones e mísseis continua em uma capacidade não oficial .
Apenas seis dias após a saída de Fedorov, em 15 de julho, o presidente Zelensky demitiu o Comandante-Chefe Oleksandr Syrskyi em 21 de julho de 2026 . A demissão ocorreu em meio a protestos públicos crescentes contra a remoção de Fedorov – manifestantes em Kiev exigiam também a renúncia de Syrskyi
. Zelensky substituiu Syrskyi pelo Coronel-General Mykhailo Drapatyi em uma grande reforma no comando
. As duas demissões foram amplamente vistas como conectadas: a saída de Fedorov desencadeou uma crise política que expôs a rivalidade entre a inovação civil na defesa e a liderança militar tradicional, custando também o cargo de Syrskyi
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A BBC informou que Syrskyi, de 60 anos, era visto por muitos na Ucrânia como um comandante da escola soviética, relutante em implementar mudanças radicais no exército . Ele foi substituído por Drapatyi, de 43 anos, um general popular e experiente em batalhas
. A remoção de Syrskyi por Zelensky foi vista como uma grande reviravolta: dias antes, ele havia ficado ao lado de Syrskyi e demitido Fedorov, mas a pressão pública forçou uma segunda mudança mais abrangente
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Na noite de 15 de agosto – apenas um dia antes da entrevista de Fedorov à CBS – a Ucrânia atingiu o Progress Rocket and Space Center (TsSKB-Progress) em Samara, Rússia, o único fabricante do país de veículos de lançamento Soyuz-2, usando novos mísseis de cruzeiro FP-5 "Flamingo" produzidos pela fabricante ucraniana Fire Point . O Estado-Maior ucraniano confirmou o ataque, que também atingiu o campo de aviação Savasleyka
. O presidente Zelensky saudou a operação como parte de uma série de ataques de longo alcance bem-sucedidos contra a infraestrutura aeroespacial, militar e energética russa
. O míssil Flamingo é um novo míssil de cruzeiro de produção nacional, distinto do programa de mísseis balísticos discutido por Fedorov
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Antes e durante seu mandato de seis meses como ministro da Defesa (janeiro a julho de 2026), Fedorov foi creditado por expandir dramaticamente a capacidade de ataque de longo alcance da Ucrânia. Como arquiteto do programa de guerra de drones da Ucrânia (iniciado quando era Ministro da Transformação Digital), ele supervisionou a expansão das operações de ataque profundo – relatos o creditam por ajudar a multiplicar o volume de ataques profundos em dez vezes por meio da produção em massa de drones de ataque de longo alcance e da aceleração dos programas de mísseis nacionais . No dia de sua demissão – 15 de julho – Fedorov revelou que a Ucrânia havia conduzido um teste bem-sucedido de um novo sistema de míssil balístico, com precisão melhorada e custos reduzidos em 30%
. Ele também garantiu contratos para mísseis PAC-2 GEM-T, solicitou interceptadores PAC-3 por meio de financiamento europeu e assinou um grande contrato para mísseis antídrones mais baratos
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