A fábrica da Sila em Moses Lake, Washington, começou a operar em setembro de 2025 e atualmente produz cerca de 2 GWh de material de ânodo por ano — o suficiente para algo entre 20.000 e 50.000 veículos elétricos, dependendo da aplicação . O local tem 160 acres (cerca de 65 hectares) e é a primeira fábrica de ânodos de silício projetada para escala industrial .
Com o empréstimo de US$ 1,4 bilhão do Pentágono, combinado a capital privado, a Sila planeja financiar uma expansão de cinco vezes da fábrica, mirando material de ânodo suficiente para mais de 100.000 EVs por ano . A empresa também declarou a visão de longo prazo de escalar para 250 GWh de capacidade anual em cinco anos, o que a tornaria a maior instalação de produção de ânodos do mundo . A expansão aumentaria a produção dos 2 GWh iniciais da Fase 1 para até 250 GWh em cinco anos .
Em 21 de julho de 2026, poucas semanas antes do anúncio do empréstimo do Pentágono, a Sila levantou US$ 300 milhões em financiamento privado liderado pela Atreides Management e pela Sutter Hill Ventures, com participação de investidores existentes . O capital está sendo usado para acelerar a produção do material de ânodo de silício-carbono da Sila, comercializado como Titan Silicon, e apoiar a expansão da Fase 2 em Moses Lake . A empresa já desenvolvia o material há 15 anos .
A Sila já anunciou acordos para fornecer seu material de ânodo de silício-carbono para a Mercedes-Benz e a Panasonic Energy . A Mercedes-Benz anunciou em novembro de 2025 que incorporará a química de ânodo de silício da Sila nas baterias do Classe G elétrico, alcançando densidade de energia em nível de célula superior a 800 Wh/l . A Panasonic Energy assinou um acordo comercial em dezembro de 2023 para comprar o Titan Silicon para baterias de veículos elétricos de próxima geração .
Os ânodos de silício prometem 20% a 40% mais densidade de energia em comparação com os ânodos tradicionais de grafite . Os materiais da própria Sila afirmam que o Titan Silicon oferece um ganho de 20% na densidade de energia em relação às melhores células de grafite do setor, com um caminho de desenvolvimento para 40% de melhoria . Para veículos elétricos, isso se traduz em aproximadamente 20% mais autonomia sem aumentar o tamanho do pacote de baterias . A maior densidade de energia também permite baterias menores, mais leves e com capacidade de carregamento ultrarrápido . O material usa silício em nanocompósito que suprime a expansão durante o carregamento, um desafio de longa data do uso de silício em ânodos .
O empréstimo é impulsionado pela necessidade urgente das forças armadas dos EUA e da indústria de veículos elétricos por cadeias de suprimentos de baterias não chinesas. A China domina atualmente a produção global de ânodos. O Pentágono busca explicitamente garantir fontes domésticas para drones, veículos autônomos e outras aplicações de defesa . A fábrica da Sila em Moses Lake produz material fabricado nos EUA livre de tarifas, oferecendo aos compradores uma alternativa livre da China . O Departamento de Guerra declarou que o empréstimo "executa o mandato do presidente Trump de internalizar agressivamente materiais críticos para fortalecer a base industrial de defesa da América" .
O presidente Trump anunciou esses empréstimos condicionais apoiados pelo OSC em 7 de agosto de 2026, totalizando aproximadamente US$ 2 bilhões em quatro projetos :
| Destinatário | Valor | Finalidade |
|---|---|---|
| Sunrise Energy Metals | US$ 400 milhões | Desenvolver uma cadeia de valor completa de escândio alinhada aos EUA, incluindo o Projeto Syerston Scandium em Nova Gales do Sul, Austrália |
| Niron Magnetics | US$ 150 milhões | Ampliar a produção de ímãs permanentes 100% nacionais e livres de terras raras para aplicações de defesa |
| Strategic Bauxite | US$ 85 milhões | Garantir o suprimento doméstico de bauxita refratária para componentes de defesa de alta temperatura |
A Casa Branca descreveu a rodada como um investimento de mais de US$ 2 bilhões em empréstimos federais e investimentos de capital nessas quatro empresas . Coletivamente, esses quatro investimentos visam reduzir a dependência dos EUA das cadeias de suprimentos dominadas pela China para materiais de bateria, terras raras, escândio e minerais especiais essenciais para a defesa e a manufatura avançada .
A fábrica da Sila em Moses Lake, Washington, começou a operar em setembro de 2025 e atualmente produz cerca de 2 GWh de material de ânodo por ano — o suficiente para algo entre 20.000 e 50.000 veículos elétricos, dependendo da aplicação . O local tem 160 acres (cerca de 65 hectares) e é a primeira fábrica de ânodos de silício projetada para escala industrial .
Com o empréstimo de US$ 1,4 bilhão do Pentágono, combinado a capital privado, a Sila planeja financiar uma expansão de cinco vezes da fábrica, mirando material de ânodo suficiente para mais de 100.000 EVs por ano . A empresa também declarou a visão de longo prazo de escalar para 250 GWh de capacidade anual em cinco anos, o que a tornaria a maior instalação de produção de ânodos do mundo . A expansão aumentaria a produção dos 2 GWh iniciais da Fase 1 para até 250 GWh em cinco anos .
Em 21 de julho de 2026, poucas semanas antes do anúncio do empréstimo do Pentágono, a Sila levantou US$ 300 milhões em financiamento privado liderado pela Atreides Management e pela Sutter Hill Ventures, com participação de investidores existentes . O capital está sendo usado para acelerar a produção do material de ânodo de silício-carbono da Sila, comercializado como Titan Silicon, e apoiar a expansão da Fase 2 em Moses Lake . A empresa já desenvolvia o material há 15 anos .
A Sila já anunciou acordos para fornecer seu material de ânodo de silício-carbono para a Mercedes-Benz e a Panasonic Energy . A Mercedes-Benz anunciou em novembro de 2025 que incorporará a química de ânodo de silício da Sila nas baterias do Classe G elétrico, alcançando densidade de energia em nível de célula superior a 800 Wh/l . A Panasonic Energy assinou um acordo comercial em dezembro de 2023 para comprar o Titan Silicon para baterias de veículos elétricos de próxima geração .
Os ânodos de silício prometem 20% a 40% mais densidade de energia em comparação com os ânodos tradicionais de grafite . Os materiais da própria Sila afirmam que o Titan Silicon oferece um ganho de 20% na densidade de energia em relação às melhores células de grafite do setor, com um caminho de desenvolvimento para 40% de melhoria . Para veículos elétricos, isso se traduz em aproximadamente 20% mais autonomia sem aumentar o tamanho do pacote de baterias . A maior densidade de energia também permite baterias menores, mais leves e com capacidade de carregamento ultrarrápido . O material usa silício em nanocompósito que suprime a expansão durante o carregamento, um desafio de longa data do uso de silício em ânodos .
O empréstimo é impulsionado pela necessidade urgente das forças armadas dos EUA e da indústria de veículos elétricos por cadeias de suprimentos de baterias não chinesas. A China domina atualmente a produção global de ânodos. O Pentágono busca explicitamente garantir fontes domésticas para drones, veículos autônomos e outras aplicações de defesa . A fábrica da Sila em Moses Lake produz material fabricado nos EUA livre de tarifas, oferecendo aos compradores uma alternativa livre da China . O Departamento de Guerra declarou que o empréstimo "executa o mandato do presidente Trump de internalizar agressivamente materiais críticos para fortalecer a base industrial de defesa da América" .
O presidente Trump anunciou esses empréstimos condicionais apoiados pelo OSC em 7 de agosto de 2026, totalizando aproximadamente US$ 2 bilhões em quatro projetos :
| Destinatário | Valor | Finalidade |
|---|---|---|
| Sunrise Energy Metals | US$ 400 milhões | Desenvolver uma cadeia de valor completa de escândio alinhada aos EUA, incluindo o Projeto Syerston Scandium em Nova Gales do Sul, Austrália |
| Niron Magnetics | US$ 150 milhões | Ampliar a produção de ímãs permanentes 100% nacionais e livres de terras raras para aplicações de defesa |
| Strategic Bauxite | US$ 85 milhões | Garantir o suprimento doméstico de bauxita refratária para componentes de defesa de alta temperatura |
A Casa Branca descreveu a rodada como um investimento de mais de US$ 2 bilhões em empréstimos federais e investimentos de capital nessas quatro empresas . Coletivamente, esses quatro investimentos visam reduzir a dependência dos EUA das cadeias de suprimentos dominadas pela China para materiais de bateria, terras raras, escândio e minerais especiais essenciais para a defesa e a manufatura avançada .