O embaixador dos EUA na UE, Andrew Puzder, publicou no X (antigo Twitter) que "está na hora de a UE cumprir" compromissos assumidos em um acordo comercial anterior, ou seja, que suas regulamentações verdes não prejudicariam o comércio entre os dois blocos . As críticas específicas incluíram:
O governo dos EUA reconheceu que a UE fez "algumas reformas positivas", mas disse que elas "não abordaram totalmente as preocupações americanas" e alertou que "tomará todas as ações necessárias para lidar com ônus irracionais ao comércio dos EUA" .
Em 9 de dezembro de 2025, o Parlamento Europeu e o Conselho chegaram a um acordo provisório, adotado pelo Parlamento em 16 de dezembro de 2025 e finalizado pelo Conselho em 24 de fevereiro de 2026 . As alterações do Omnibus I foram publicadas no Diário Oficial da UE em 26 de fevereiro de 2026 e entraram em vigor em 18 de março de 2026 .
As principais concessões foram:
No total, as alterações do Omnibus I isentaram cerca de 80% das empresas que seriam abrangidas pelas diretivas originais . Mesmo assim, o estudo da Câmara dos EUA constatou que as mudanças reduziram os custos iniciais de conformidade para as empresas americanas em apenas 27% a 35%
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A disputa vai muito além da CSRD e da CSDDD.
CBAM (Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira):
Riscos de desvio de cargas chinesas:
Nenhum acordo foi alcançado em 15 de agosto de 2026. A UE manteve sua posição, insistindo que suas concessões do Omnibus I eram finais. Os EUA intensificaram sua retórica sobre a CSRD, a CSDDD e o CBAM, enquanto a disputa sobre o desvio de cargas permanece sem solução. Ambos os lados apontam o dedo sobre a justiça e a compatibilidade com a OMC, e o risco de uma nova escalada comercial continua alto.