O par dólar-iene (USD/JPY) opera perto da faixa de 159,00–159,50 em meados de agosto, tendo recuperado boa parte da queda pós-intervenção cambial . O par encontra resistência firme no nível de 159,50 .
Apesar de sinais de riscos estruturais para o dólar — como a busca por porto seguro no ouro, alertas de bancos suíços sobre a erosão de ativos americanos e fluxos mistos em títulos —, o amplo diferencial de juros entre EUA e Japão continua a sustentar o par nos níveis atuais . Com a taxa de juros americana (Fed Funds) entre 3,50% e 3,75% contra 1,00% do Japão, o USD/JPY continua sendo o principal par de carry trade, o que limita a valorização do iene no curto prazo .
As previsões dos analistas para o iene seguem divididas:
A semana que se inicia será crucial para confirmar ou minar o caso de uma alta em setembro. Os mercados estarão de olho nos seguintes indicadores:
Japão
Estados Unidos
O que esperar: Um PIB forte e uma surpresa altista no CPI do Japão na sexta-feira reforçariam fortemente o caso para a alta do BCJ em setembro. Do lado americano, dados fracos ou uma ata dovish do Fed podem aumentar a pressão baixista sobre o dólar, estreitando o diferencial de juros EUA-Japão e dando suporte ao iene.
O par dólar-iene (USD/JPY) opera perto da faixa de 159,00–159,50 em meados de agosto, tendo recuperado boa parte da queda pós-intervenção cambial . O par encontra resistência firme no nível de 159,50 .
Apesar de sinais de riscos estruturais para o dólar — como a busca por porto seguro no ouro, alertas de bancos suíços sobre a erosão de ativos americanos e fluxos mistos em títulos —, o amplo diferencial de juros entre EUA e Japão continua a sustentar o par nos níveis atuais . Com a taxa de juros americana (Fed Funds) entre 3,50% e 3,75% contra 1,00% do Japão, o USD/JPY continua sendo o principal par de carry trade, o que limita a valorização do iene no curto prazo .
As previsões dos analistas para o iene seguem divididas:
A semana que se inicia será crucial para confirmar ou minar o caso de uma alta em setembro. Os mercados estarão de olho nos seguintes indicadores:
Japão
Estados Unidos
O que esperar: Um PIB forte e uma surpresa altista no CPI do Japão na sexta-feira reforçariam fortemente o caso para a alta do BCJ em setembro. Do lado americano, dados fracos ou uma ata dovish do Fed podem aumentar a pressão baixista sobre o dólar, estreitando o diferencial de juros EUA-Japão e dando suporte ao iene.