Em 14 de agosto, a agência de notícias SABA, controlada pelos Houthis, citando uma fonte militar do grupo, noticiou que os rebeldes realizaram um ataque com drone contra uma instalação da Saudi Aramco na cidade de Najran, no sudoeste da Arábia Saudita . A fonte afirmou que o ataque foi uma retaliação por supostas violações do espaço aéreo saudita sobre a província iemenita de Saada . O veículo controlado pelos Houthis disse que o ataque foi uma resposta ao que o grupo descreve como violações da soberania do Iêmen pela Arábia Saudita .
As autoridades sauditas não confirmaram o incidente, e a verificação independente permaneceu limitada até 15 de agosto . O ataque em Najran foi o segundo ataque dos Houthis à infraestrutura energética saudita em menos de uma semana, após um ataque confirmado em 9 de agosto à refinaria da Aramco em Jazan, que o Ministério de Energia saudita reconheceu ter causado um incêndio controlado sem vítimas .
Em 14 de agosto, o governo iemenita internacionalmente reconhecido reportou que os Houthis dispararam seis mísseis balísticos contra a cidade portuária de al-Makha, no Mar Vermelho . Os ataques mataram pelo menos quatro pessoas, de acordo com a declaração inicial do governo . Em 15 de agosto, mais detalhes surgiram: o ataque matou um oficial de segurança do porto, deixou dois marinheiros desaparecidos e feriu pelo menos oito civis . O exército iemenita condenou o ataque como um ato de "cercar e matar de fome o povo livre do Iêmen" .
Esta saraivada não foi um evento isolado. Ela seguiu uma onda de ataques com mísseis e drones dos Houthis em al-Makha nos dias anteriores. Em 10 de agosto, um ataque dos Houthis na mesma cidade matou pelo menos 11 pessoas . Em 11 de agosto, novos ataques com mísseis balísticos visaram tanto al-Makha quanto áreas residenciais em Marib, apenas um dia após ataques que mataram pelo menos 7 e feriram 30 .
Os ataques de agosto fazem parte de uma grande escalada que começou em 20 de julho de 2025, quando os Houthis anunciaram formalmente um "embargo marítimo" contra a Arábia Saudita, declarando que bloqueariam a navegação ligada à Arábia Saudita através do Estreito de Bab el-Mandeb . O porta-voz militar dos Houthis, Yahya Saree, disse que o grupo "responderia ao bloqueio com um bloqueio e a toda escalada com escalada" . A declaração veio após um ataque em 13 de julho ao Aeroporto Internacional de Sanaa, que os Houthis atribuíram à Arábia Saudita .
Desde que o bloqueio foi anunciado:
Figuras importantes dos Houthis ameaçaram explícita e continuamente intensificar os ataques. Em uma entrevista em 14 de agosto, uma alta figura dos Houthis disse à ITV News que o grupo quer "dar uma lição à Arábia Saudita" e ameaçou escalar os ataques contra navios sauditas no Mar Vermelho . O porta-voz militar Yahya Saree já havia prometido continuar alvejando concentrações e construções militares sauditas, alertando que novos reforços sauditas no Iêmen seriam recebidos com mais ataques . O líder Houthi, Mahdi al-Mashat, ao anunciar o bloqueio de 20 de julho, disse que o ataque ao aeroporto de Sanaa "não ficará sem resposta" e enquadrou o bloqueio como uma resposta de "cerco por cerco" . Em 13 de agosto, o X (antigo Twitter) suspendeu a conta de Yahya Saree, refletindo o perfil que suas declarações ganharam como um canal principal para as reivindicações operacionais dos Houthis .
A campanha dos Houthis contra a Arábia Saudita escalou drasticamente após a declaração de bloqueio marítimo de 20 de julho. Em meados de agosto, o grupo estava atacando a infraestrutura energética saudita (instalações da Aramco em Najran e Jazan), bombardeando cidades portuárias controladas pelo governo iemenita (al-Makha) com mísseis balísticos e ameaçando publicamente intensificar os ataques à navegação saudita através do Bab el-Mandeb. As autoridades sauditas não confirmaram o ataque em Najran, mas confirmaram o incêndio anterior na refinaria de Jazan. O efeito cumulativo tem sido uma perturbação significativa ao transporte marítimo no Mar Vermelho e a abertura de uma nova e perigosa frente no conflito regional.
Em 14 de agosto, a agência de notícias SABA, controlada pelos Houthis, citando uma fonte militar do grupo, noticiou que os rebeldes realizaram um ataque com drone contra uma instalação da Saudi Aramco na cidade de Najran, no sudoeste da Arábia Saudita . A fonte afirmou que o ataque foi uma retaliação por supostas violações do espaço aéreo saudita sobre a província iemenita de Saada . O veículo controlado pelos Houthis disse que o ataque foi uma resposta ao que o grupo descreve como violações da soberania do Iêmen pela Arábia Saudita .
As autoridades sauditas não confirmaram o incidente, e a verificação independente permaneceu limitada até 15 de agosto . O ataque em Najran foi o segundo ataque dos Houthis à infraestrutura energética saudita em menos de uma semana, após um ataque confirmado em 9 de agosto à refinaria da Aramco em Jazan, que o Ministério de Energia saudita reconheceu ter causado um incêndio controlado sem vítimas .
Em 14 de agosto, o governo iemenita internacionalmente reconhecido reportou que os Houthis dispararam seis mísseis balísticos contra a cidade portuária de al-Makha, no Mar Vermelho . Os ataques mataram pelo menos quatro pessoas, de acordo com a declaração inicial do governo . Em 15 de agosto, mais detalhes surgiram: o ataque matou um oficial de segurança do porto, deixou dois marinheiros desaparecidos e feriu pelo menos oito civis . O exército iemenita condenou o ataque como um ato de "cercar e matar de fome o povo livre do Iêmen" .
Esta saraivada não foi um evento isolado. Ela seguiu uma onda de ataques com mísseis e drones dos Houthis em al-Makha nos dias anteriores. Em 10 de agosto, um ataque dos Houthis na mesma cidade matou pelo menos 11 pessoas . Em 11 de agosto, novos ataques com mísseis balísticos visaram tanto al-Makha quanto áreas residenciais em Marib, apenas um dia após ataques que mataram pelo menos 7 e feriram 30 .
Os ataques de agosto fazem parte de uma grande escalada que começou em 20 de julho de 2025, quando os Houthis anunciaram formalmente um "embargo marítimo" contra a Arábia Saudita, declarando que bloqueariam a navegação ligada à Arábia Saudita através do Estreito de Bab el-Mandeb . O porta-voz militar dos Houthis, Yahya Saree, disse que o grupo "responderia ao bloqueio com um bloqueio e a toda escalada com escalada" . A declaração veio após um ataque em 13 de julho ao Aeroporto Internacional de Sanaa, que os Houthis atribuíram à Arábia Saudita .
Desde que o bloqueio foi anunciado:
Figuras importantes dos Houthis ameaçaram explícita e continuamente intensificar os ataques. Em uma entrevista em 14 de agosto, uma alta figura dos Houthis disse à ITV News que o grupo quer "dar uma lição à Arábia Saudita" e ameaçou escalar os ataques contra navios sauditas no Mar Vermelho . O porta-voz militar Yahya Saree já havia prometido continuar alvejando concentrações e construções militares sauditas, alertando que novos reforços sauditas no Iêmen seriam recebidos com mais ataques . O líder Houthi, Mahdi al-Mashat, ao anunciar o bloqueio de 20 de julho, disse que o ataque ao aeroporto de Sanaa "não ficará sem resposta" e enquadrou o bloqueio como uma resposta de "cerco por cerco" . Em 13 de agosto, o X (antigo Twitter) suspendeu a conta de Yahya Saree, refletindo o perfil que suas declarações ganharam como um canal principal para as reivindicações operacionais dos Houthis .
A campanha dos Houthis contra a Arábia Saudita escalou drasticamente após a declaração de bloqueio marítimo de 20 de julho. Em meados de agosto, o grupo estava atacando a infraestrutura energética saudita (instalações da Aramco em Najran e Jazan), bombardeando cidades portuárias controladas pelo governo iemenita (al-Makha) com mísseis balísticos e ameaçando publicamente intensificar os ataques à navegação saudita através do Bab el-Mandeb. As autoridades sauditas não confirmaram o ataque em Najran, mas confirmaram o incêndio anterior na refinaria de Jazan. O efeito cumulativo tem sido uma perturbação significativa ao transporte marítimo no Mar Vermelho e a abertura de uma nova e perigosa frente no conflito regional.