A Revolut acelerou seu valuation em três vendas secundárias em menos de dois anos:
Nik Storonsky comunicou a venda internamente aos funcionários — conforme relataram Bloomberg e WSJ — confirmando o preço de US$ 2.017 por ação. Ele disse que a operação atraiu forte demanda de novos e atuais investidores, creditando o marco ao desempenho sólido da empresa . Storonsky detém cerca de 29% da Revolut .
Paralelamente, o Financial Times noticiou no início de agosto de 2026 que Storonsky negocia com investidores um novo plano de incentivo escalonado que aumentaria sua participação se a Revolut atingir US$ 500 bilhões de valuation — mecanismo que começou a ser discutido antes mesmo de um potencial IPO de US$ 200 bilhões . No plano atual, sua fatia subiria de 29% para aproximadamente 40% quando a empresa alcançar US$ 150 bilhões .
A Revolut avançou significativamente na regulação, sustentando a alta do valuation:
A Revolut atende mais de 75 milhões de clientes globais em mais de 40 mercados, sendo a maior fintech europeia em valuation e alcance . A empresa registrou lucro recorde antes de impostos de £ 1,7 bilhão (US$ 2,3 bilhões) em 2025, alta de 57% sobre o ano anterior .
O uso repetido de vendas secundárias pela Revolut reflete o cenário de um mercado de IPOs praticamente fechado para fintechs de alto crescimento. Em vez de esperar por uma abertura de capital — que Storonsky admite ainda poder acontecer, mas em prazo mais longo —, a empresa oferece liquidez periódica a funcionários e investidores por meio de vendas no mercado privado a cada 8 a 12 meses, com valuations crescentes. Esse modelo virou referência para outras grandes empresas privadas de tecnologia que enfrentam janelas de IPO adiadas. A rodada de US$ 115 bilhões torna a Revolut mais valiosa que a maioria dos grandes bancos europeus, tudo isso sem abrir capital .
A Revolut acelerou seu valuation em três vendas secundárias em menos de dois anos:
Nik Storonsky comunicou a venda internamente aos funcionários — conforme relataram Bloomberg e WSJ — confirmando o preço de US$ 2.017 por ação. Ele disse que a operação atraiu forte demanda de novos e atuais investidores, creditando o marco ao desempenho sólido da empresa . Storonsky detém cerca de 29% da Revolut .
Paralelamente, o Financial Times noticiou no início de agosto de 2026 que Storonsky negocia com investidores um novo plano de incentivo escalonado que aumentaria sua participação se a Revolut atingir US$ 500 bilhões de valuation — mecanismo que começou a ser discutido antes mesmo de um potencial IPO de US$ 200 bilhões . No plano atual, sua fatia subiria de 29% para aproximadamente 40% quando a empresa alcançar US$ 150 bilhões .
A Revolut avançou significativamente na regulação, sustentando a alta do valuation:
A Revolut atende mais de 75 milhões de clientes globais em mais de 40 mercados, sendo a maior fintech europeia em valuation e alcance . A empresa registrou lucro recorde antes de impostos de £ 1,7 bilhão (US$ 2,3 bilhões) em 2025, alta de 57% sobre o ano anterior .
O uso repetido de vendas secundárias pela Revolut reflete o cenário de um mercado de IPOs praticamente fechado para fintechs de alto crescimento. Em vez de esperar por uma abertura de capital — que Storonsky admite ainda poder acontecer, mas em prazo mais longo —, a empresa oferece liquidez periódica a funcionários e investidores por meio de vendas no mercado privado a cada 8 a 12 meses, com valuations crescentes. Esse modelo virou referência para outras grandes empresas privadas de tecnologia que enfrentam janelas de IPO adiadas. A rodada de US$ 115 bilhões torna a Revolut mais valiosa que a maioria dos grandes bancos europeus, tudo isso sem abrir capital .