O ministro da Defesa Katz afirmou que o papel adequado do Exército é "combater o terrorismo palestino e focar na defesa das fronteiras", e não policiar civis israelenses . De acordo com o plano proposto, uma unidade policial especializada seria criada para lidar com infrações civis cometidas por colonos
. A transferência não daria à polícia acesso independente às Áreas A e B da Cisjordânia, onde os agentes atualmente precisam de apoio do Exército para atuar
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Katz realizou uma reunião sobre a Cisjordânia com o Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General Eyal Zamir, antes de fazer o anúncio . A imprensa israelense noticiou que a transferência teria pouca chance de ser implementada antes das eleições nacionais marcadas para 27 de outubro de 2026
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O cerco começou no domingo, 9 de agosto, e se estendeu até o sexto dia na sexta-feira, 14 de agosto . Aqui estão os fatos principais:
O cerco atraiu condenação internacional incomumente forte:
A crise de Qusra trouxe escrutínio renovado ao arcabouço legal que rege a Cisjordânia:
A resposta inicial do Exército ao cerco levantou sérias questões:
Sob pressão internacional e doméstica crescente, o Exército tomou várias medidas: