Em junho de 2026, a Meta começou a desmontar o negócio — concluiu a separação operacional da Manus, interrompeu o compartilhamento de dados entre as duas empresas e deu os passos mais concretos até então para cumprir a ordem de desinvestimento . Os primeiros investidores chineses da Manus (incluindo ZhenFund e HSG) começaram então a planejar a recompra da empresa da Meta pela mesma avaliação de US$ 2 bilhões
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Em julho de 2026, a Tencent entrou em negociações para liderar um consórcio que se tornaria o maior acionista externo da Manus . A Tencent se uniu aos investidores chineses originais da Manus — ZhenFund e HSG — para recomprar a participação total da Meta por não menos que US$ 2 bilhões
. O negócio foi estruturado como uma recompra da Meta, com a Tencent emergindo como a principal apoiadora externa
. A Bloomberg informou que a Tencent, a empresa mais valiosa da China, liderava as conversas para desfazer a compra da Meta
. O veículo sul-coreano Chosun Biz descreveu o movimento como a Tencent "tomando" a Manus após o bloqueio chinês à Meta
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Em 11 de agosto de 2026, a Manus anunciou que retomaria as operações como empresa independente como parte da separação da Meta . Detalhes importantes da transição:
A trajetória de receita da Manus acelerou dramaticamente ao longo de 2026:
O consenso entre estimativas de terceiros situa o ARR da Manus na faixa de US$ 400–500 milhões em meados ao final de 2026.