O enviado da ONU, Hans Grundberg, afirmou que o Iêmen enfrenta o maior risco de retorno a um conflito em larga escala desde a trégua de 2022. Desde julho de 2026, os houthis intensificaram ataques em várias frentes, incluindo Marib, Hadramaut e Al Makha, e retomaram ataques transfronteiriços contra a Arábia Saudita.
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Em uma reunião realizada em 13 de agosto de 2026, o enviado especial da ONU para o Iêmen, Hans Grundberg, fez um alerta grave ao Conselho de Segurança: o país está mais perto de um retorno a uma guerra em larga escala do que em qualquer outro momento desde a trégua mediada pela ONU em 2022 . O aviso veio em meio a uma escalada militar, marítima e internacional que, combinada a uma crise humanitária devastadora, coloca o Iêmen à beira de um conflito aberto.
A atual onda de violência começou em julho com uma série de eventos que quebraram o frágil cessar-fogo:
As forças houthis intensificaram os ataques em várias frentes, visando diretamente as posições do governo internacionalmente reconhecido:
A escalada não se limitou ao território iemenita. Os houthis retomaram ataques contra a Arábia Saudita e contra a navegação internacional, aumentando o risco de um conflito regional mais amplo.
O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, também se dirigiu ao Conselho de Segurança para pintar um quadro sombrio:
Diante da escalada, o Conselho de Segurança agiu em duas frentes:
Grundberg apelou a todas as partes para que desescalem imediatamente, trabalhem por um cessar-fogo robusto e busquem a desescalada econômica — incluindo a retomada das exportações de petróleo e voos comerciais para o aeroporto de Sanaa — alertando que "as partes têm mais a ganhar com a cooperação do que com o confronto" .
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O enviado da ONU, Hans Grundberg, afirmou que o Iêmen enfrenta o maior risco de retorno a um conflito em larga escala desde a trégua de 2022.
O enviado da ONU, Hans Grundberg, afirmou que o Iêmen enfrenta o maior risco de retorno a um conflito em larga escala desde a trégua de 2022. Desde julho de 2026, os houthis intensificaram ataques em várias frentes, incluindo Marib, Hadramaut e Al Makha, e retomaram ataques transfronteiriços contra a Arábia Saudita.
Ataques a navios comerciais no Mar Vermelho e no Estreito de Bab al Mandab mataram seis tripulantes em 11 de agosto.