Se o vencedor for desclassificado da função de anfitrião, a EBU iniciará discussões com o vice-campeão e outras emissoras participantes para encontrar um anfitrião alternativo . A tradição anterior — de que a nação vencedora ganhava automaticamente o direito de sediar — foi substituída por um direito condicionado à segurança e estabilidade .
A regra foi uma resposta direta à controvérsia em torno da participação de Israel nos concursos de 2025 e 2026 em meio à guerra em curso entre Israel e Gaza. Em dezembro de 2025, a EBU concedeu a Israel permissão para competir no evento de 2026, o que levou Espanha, Holanda, Irlanda e Eslovênia a se retirarem em protesto .
Embora Israel não tenha vencido o concurso de 2026, o cenário de um país ativamente envolvido em um conflito armado vencer e depois ser esperado para sediar cristalizou a necessidade de uma política clara e preventiva. A EBU afirmou que a mudança foi feita após "feedback de emissoras participantes" e foi projetada para garantir que o concurso "forneça um ambiente seguro e acolhedor" . A nova regra também se aplicaria a outras nações afetadas por conflitos — a Ucrânia, que venceu em 2022 e não pôde sediar devido à invasão russa, também foi citada como um precedente que a regra formaliza .
Se o vencedor for desclassificado da função de anfitrião, a EBU iniciará discussões com o vice-campeão e outras emissoras participantes para encontrar um anfitrião alternativo . A tradição anterior — de que a nação vencedora ganhava automaticamente o direito de sediar — foi substituída por um direito condicionado à segurança e estabilidade .
A regra foi uma resposta direta à controvérsia em torno da participação de Israel nos concursos de 2025 e 2026 em meio à guerra em curso entre Israel e Gaza. Em dezembro de 2025, a EBU concedeu a Israel permissão para competir no evento de 2026, o que levou Espanha, Holanda, Irlanda e Eslovênia a se retirarem em protesto .
Embora Israel não tenha vencido o concurso de 2026, o cenário de um país ativamente envolvido em um conflito armado vencer e depois ser esperado para sediar cristalizou a necessidade de uma política clara e preventiva. A EBU afirmou que a mudança foi feita após "feedback de emissoras participantes" e foi projetada para garantir que o concurso "forneça um ambiente seguro e acolhedor" . A nova regra também se aplicaria a outras nações afetadas por conflitos — a Ucrânia, que venceu em 2022 e não pôde sediar devido à invasão russa, também foi citada como um precedente que a regra formaliza .