Esta foi a segunda abordagem desse tipo em menos de duas semanas. Em 20 de julho de 2026, forças da UE haviam abordado o MV South Star sob suspeita de navegar com bandeira falsa . Desde março de 2026, quando a IRINI recebeu autoridade de verificação de bandeira (Artigo 110), a missão realizou pelo menos quatro abordagens: Nelsa (11 de maio), Oneiroi (1º de junho), Sandhya (7 de junho), e depois South Star e Toa Payoh
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O 21º pacote de sanções da UE, adotado em 23 de julho de 2026, adicionou 41 petroleiros à lista da frota sombra e, pela primeira vez, sancionou navios que reabastecem e atendem esses petroleiros . O pacote também congelou o teto de preço do petróleo russo em US$ 44,10 por barril por 12 meses e permitiu que os países da UE confiscassem cargas de petróleo apreendidas . A UE também autorizou a Operação Atalanta, no Oceano Índico, a parar e abordar petroleiros suspeitos de fazer parte da frota sombra . A Rússia respondeu destacando navios de guerra para escoltar algumas dessas embarcações
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O Reino Unido anunciou 70 novas sanções em 16 de junho de 2026, visando a frota sombra, as cadeias de suprimentos de compras militares e as redes de finanças ilícitas da Rússia . Essas medidas cobriram mais de 20 petroleiros e vários navios de GNL, marcando a primeira vez que um país do G7 sancionou navios ligados ao projeto Arctic LNG 2 da Rússia . O Tesouro dos EUA já havia designado mais de 180 navios em janeiro de 2025 sob uma nova determinação do setor energético .
A combinação de vastas designações de navios, aplicação naval ativa e novas sanções contra navios de logística e serviço aumenta significativamente o custo de operar a frota sombra. No entanto, a Rússia continua a se adaptar — destacando escoltas de navios de guerra, trocando a bandeira das embarcações em meio à viagem e contando com portos chineses para cargas sancionadas de GNL . A situação continua dinâmica, e a aplicação das sanções provavelmente será testada também no Mar Báltico .